–Casal... -Chamou a professora, eu a olhei, tirando meus olhos de Carlos. -Podem vir dançar. -Ela disse somente, eu e Carlos caminhamos até o centro do salão. Olhei para Carlos, e ele sorriu para mim. I was Here - Beyonce começou a tocar. Comecei a dançar com Carlos o olhando dentro dos olhos. Ele sorriu para mim, e acariciou minha bochecha entre a dança. Sorri boba para ele, senti ele puxando minha cintura para mais próxima dele. Fechei os olhos e senti a sensação de seus lábios sobre os meus. Sua língua pediu passagem, e eu cedi. Senti sua língua brincando com a minha, e eu sorri, passando meus braços ao redor de seu pescoço.
****
E o sinal tocou, fazendo Andressa e Carlos se separarem. Os dois se entre olharam envergonhados. Andressa não sabia a onde enfiar a cara, mas antes que ela puesse fugir, Carlos a segurou pelo pulso, proibindo-a de sair do lado dele. Ela o olhou, e ele sorriu para ela, puxando o rosto dela, para dar a ele um selinho rápido.
–Alunos. Por favor, todos vocês se dirijam para a sala de reuniões. -Disse a voz da Diretora. Todos ali presentes na sala de aula, se entreolharam, sem saber o que fazer. Eles queriam tirar aquela roupa, estava suada. -Depois vocês tomam banho. -Disse a Diretora novamente.
Todos suspiraram altos e foram caminhando em direção a sala de reuniões. Todos, sem alguma exceção. Alguns caminhavam lentamente com preguiça de ir para a sala de reuniões, outros andavam animados. A Diretora esperava, olhando para a porta várias vezes. Ela estava com pressa, ansiosa, não tinha um jeito de defini-la na verdade.
Logo as princesas e os princesos entraram na sala. Ela suspirou aliviada. Ela já tinha falado com a professora de Hip Hop. Esperou todos se sentarem nas cadeiras, para começar a falar.
–Tudo bem, tenho uma péssima notícia a dizer. -Disse a Diretora, e todos olharam assustados para ela. -Vocês não vão ter mais a festa do pijama. -Disse a Diretora, e todos olharam para eles, com um bico.
–Por que? -Perguntou Ravenna. Ela havia tido tanto trabalho para organizar, para convencer a Diretora, que agora não iria ter mais.
–Aconteceu alguns problemas. -Disse a professora. Carolina a olhou, meio curiosa. O que havia acontecido?, perguntou-se a princesa, em pensamentos. A Diretora suspirou, mas continuou o que dizia. -Problemas sérios, e não vai dar para ninguém supervisionar vocês amanhã. -Disse a Diretora.
–Mas professora... -Começou Ravenna, a professora olhou já para a mesma. -E se a adiantássemos para hoje? -Perguntou, e a Diretora colocou a mão no queixo pensando.
–Não, amanhã vocês não vão conseguir acordar cedo. -Disse a Diretora, e Ravenna pensou em uma maneira de convencer.
–E as coisas? Elas já estão arrumadas, compradas, e não tem devolução. -Disse Mikaella, Ravenna sorriu para ela. Pelo visto nenhuma das princesas queria que não houvesse a festa do pijama.
–Hum... Mas e as aulas amanhã? –Perguntou a Diretora, e nenhuma das princesas tinha uma opinião para dar.
–Nós fazemos dobrado na Segunda. –Disse Sophie, a Diretora sorriu. E todos suspiraram aliviados, ia ter a festa.
Ashley Collins
A Diretora havia nos liberado. Levantei-me para sair, mas uma mão me segurou, olhei para trás e vi Harry. Sorri para ele, que me puxou para mais perto dele.
–Vem comigo? –Ele sussurrou, e eu apenas balancei a cabeça, dizendo que sim, ele sorriu.
Começamos a caminhar, ele tinha o braço ao redor de meu corpo. Suspirei, e apoiei a cabeça em seu ombro. Olhava todos os lugares, que passávamos. Aquela escola era diferente, ela era feita para princesas, e eu sabia graças a magia que ela possui.
Harry me guiou para o jardim, para um dos bancos. Ele se sentou, e eu me sentei de frente para
ele. Ele olhava em meus olhos, e eu olhava em seus maravilhosos olhos. Sorri envergonhada.
–Você é tão linda... –Disse ele acariciando minha bochecha. Fechei os olhos sentindo suas caricias, abri quando senti sua mão parar em minha bochecha, vi que seus olhos estavam próximos demais dos meus, e em seguida, ele fechou os olhos se aproximando de meu rosto. Em um ato hesitante, fechei os meus sentindo em seguida seus lábios nos meus. Seus lábios eram macies, e estavam quentes. Passei minha língua pelo meu lábio, e entreabri meus lábios, sentindo em seguida, a língua de Harry invadir minha boca.
Minha mão subiu para seu pescoço, o puxando mais para mim. Paramos de nos beijar ofegantes, continuei de olhos fechados. Senti novamente as caricias de Harry em meu rosto, abri os olhos, e vi que ele me olhava. Grudei nossas testas, deixando nossos lábios próximos.
–Acho que eu estou começando a gostar de você. –Sussurrei para ele, que abriu um sorriso brilhante.
–Eu já gosto de você desde que você entrou. –Disse ele, e eu puxei seus lábios para mais perto dos meus, novamente. Eu o apertei contra mim, sentindo seu corpo contra o meu, sentindo-o contra mim.
Anne-Marri VonBelle
Sai da sala de reuniões, e fui caminhando lentamente em direção ao meu quarto. Pelo que eu entendi, eu teria que me arrumar para a festa de pijamas. Estava olhando o chão, e acabei me assustando, ao sentir uma mão entrelaçando com a minha. Olhei para a pessoa, e vi que era James. Sorri fraco para ele, e ele me deu um selinho rápido. O olhei surpresa.
–Quem te deu permissão? –Perguntei, e ele riu. Se aproximando novamente e me deu outro selinho.
–Eu. Depois daquele beijo... –Ele disse, e antes de terminar de falar algo, seus lábios estavam sobre os meus. Não fechei os olhos.
–Fecha os olhos da próxima vez. –Disse ele, e eu balancei a cabeça negativamente.
–Você não manda em mim, e se sabe se eu fiquei ou não de olhos abertos, é por que você ficou também. –Disse, e ele riu, se aproximando novamente de mim, me beijando, tirou a mão da minha e a enlaçou em minha cintura, me puxando mais para si.
–Você é muito dura na queda. –Disse ele, e eu o olhei sem palavras. Mesmo sabendo que o que ele dizia estava certo. –Sabe, você tem de tirar isso. –Disse ele, e eu o olhei confusa.
–Tirar o que? –Perguntei e ele riu. Ironicamente.
–Tirar a sua armadura. Sabe, se você não tirar não vai ter tudo o que você quer. –Ele disse simples, e eu o olhei, entediada. –Se você baixar um pouco a guarda, eu te dou o que você quer agora. –Disse, e eu ergui uma sobrancelha, surpresa.
–E eu quero o que? –Perguntei, e ele riu. Puxando-me mais para si. Nós paramos de andar, e ele me prensou na parede.
–Um beijo meu. –Ele disse todo convencido. Ri disso, e eu o olhei, debochada.
–Quem disse que eu quero um beijo seu? –Perguntei, e ele me olhou desafiadoramente, eu me limitei a sorrir, retribuindo o seu olhar.
–Já que você não quer isso, eu vou ter de te fazer querer. –Ele disse, e me beijou. Senti seus lábios sobre os meus, sua língua invadiu a minha boca, sem permissão, sem nada, foi invadida mesmo, literalmente.
Samantha Wabber
Me aproximei de Zayn, ele estava para baixo. Ele estava triste, e eu entendia o por que. Ele estava arrependido, igual a mim, mas por sorte, Niall não é tão teimoso como a Gabby. Apoiei minha mão em seu ombro, e ele me olhou com um sorriso triste.
–Eu sei como você se sente... –Disse para ele, e ele me olhou com um sorriso tristonho. –Só que Niall é menos teimoso. –Disse e ele sorriu fraquinho.
–Eu sei. Eu a amo. –Disse ele, com os olhos lacrimejando. Eu mordi o lábio. Ele a amava, e ela?
–Já pensou em partir para outra? –Perguntei com um sorriso, e ele me olhou, como se dissesse “CALA A BOCA OU EU TE MATO”.
–Você é louca? –Perguntou, e eu o olhei chocada com a agressividade de seu tom de voz. –Eu a amo! NÃO TEM COMO SUBSTITUI-LA! –Ele gritou, me assustando. Vi Niall se aproximando de mim.
–O que esta acontecendo aqui? –Ele perguntou olhando para Zayn, que o olhou sem vontade nenhuma de o olhar, ele parecia o odiar.
–Nada. –Respondeu Zayn, e saiu dali, caminhando olhando para baixo, perdido. Eu suspirei, e me aproximei de Niall, o envolvendo nos braços. Ele se separou de mim, e eu o olhei sem entender nada.
–Eu ainda não te perdoei. –Disse ele, e eu o olhei com um bico. Ele riu, e se aproximou de mim, me abraçando. –Pouco a pouco, não queira adiantar as coisas. –Disse ele, e eu assenti, triste.
Niall me estendeu a mão, e fomos caminhando em direção ao meu quarto. Niall segurava minha mão, normalmente, sem entrelaçar nossos dedos. Eu o olhei, seu cabelo claro, seus olhos... Sorri admirando-o, e ele me olhou.
–O que foi? –Ele perguntou, e eu sorri. Acariciando a sua face. Toquei suas pálpebras, e ele teve que fechar os olhos. Acariciei sua face toda. –Que foi? –Repetiu a pergunta normalmente.
–Você é lindo. –Disse, e ele sorriu, me olhando nos olhos. Aproximei-me lentamente dele, e ele sorriu, segurando em minha cintura. Fechei os olhos, e senti o calor de seu corpo mais próximo do meu. Ele roçou nossos lábios, e logo me deu um selinho. Ele se separou de mim, me olhou e entrelaçou nossos dedos, caminhando em direção ao meu quarto.
Viviane Bullock
Olhei para Stefan e ele sorriu para mim, se aproximando mais de mim, me abraçando forte. Saímos abraçados da sala de reunião. Ele me apertava forte sobre si. Eu o olhei, e ele sorriu fraco para mim.
–Que foi, amore? –Perguntei, e ele suspirou. Ele parecia triste. Ele sorriu triste para mim.
–Estou com saudades de você. –Disse ele simples, eu o olhei com um sorriso tímido.
–Mas eu estou com você. Estamos juntos a todo o momento. –Disse, e ele fez um bico se aproximando de mim. Ele beijou minha bochecha.
–Vamos para um cantinho só nosso? –Ele sussurrou no meu ouvido. Eu olhei em seus olhos. Estava vendo luxúria, desejo, seus olhos estavam negros.
–Não, Stefan... –Disse, e ele me olhou desapontado. Dei um sorriso fraco para ele. -Eu ainda não estou preparada. -Disse, e ele sorriu. Se aproximando de mim, ele acariciou meu pescoço.
–Não preciso estar dentro de você... -Disse ele, e eu o olhei. Fiz um bico, e balancei a cabeça negativamente.
–Eu tenho medo. -Sussurrei, e ele se aproximou de mim, colocando as mãos em minhas bochechas ele olhou em meus olhos.
–Tudo bem. -Ele disse com um sorriso. Ele acariciou minha bochecha, nos aproximamos lentamente, e seus lábios tocaram os meus. Fechei os olhos sentindo os seus lábios gélidos no meu. Sorri quando nossos lábios se separaram. Eu queria o que ele queria, mas ainda não era hora.
Gabriela Priscila Dimasio
–Ai Logan... -Disse rindo, ao senti-lo pulando em meu colo. Sim, esse louco pulou em meu colo, como se eu aguentasse o "pesinho" dele. Comecei a rir, e ele me olhava admirado. -Que foi seu bobão?
–Você é linda assim mesmo, ou eu bati a cabeça muito forte? -Ele perguntou, e eu comecei a rir.
–Você é um bobão mesmo, hein Logan. -Disse e encostei minha cabeça em seu ombro. Ele começou a acariciar meus cabelos, fazendo um cafuné gostoso. -Eu não sou bonita. -Disse, e ele riu me olhando.
–Se você não é bonita, você só pode ser perfeita. -Ele disse, e eu revirei os olhos. Eu? Gabriela Priscila Dimasio perfeita?
–Conte-me outra. -Disse, e ele me deu a língua.
–Quem mostra a língua quer um beijo. -Disse brincando, e ele me mostrou a língua novamente. -IXI! Ta tarado hoje, menino? -Perguntei, e ele negou rindo. Eu comecei a rir junto a ele, sua risada é contagiosa.
–Eu quero sentir seus lábios nos meus... -Sussurrou ele, olhando-me nos olhos. Molhei meus lábios, sustentando seu olhar.
–Me beija? -Sussurrei, e ele sorriu. Seu rosto se aproximou do meu, seus olhos não largavam os meus, até eu fecha-los, ao sentir a pressão de seus lábios nos meus. Era apenas um selinho, abri um dos meus olhos,e vi ele fazendo a mesma coisa. Ri contra seus lábios, igual a ele, e ele pediu passagem para sua língua. Fechei os meus olhos, e ele passou os braços ao redor da minha cintura. Ele me pegou o colo, me prensando na parede, deixando o beijo com mais intensidade. Mas não passou disso, foi só alguns beijos, um pouco mais ousado, do que meu normal.
Andressa Mackenzie
–Você esta envergonhada? -Escutei Carlos perguntar para mim. Arregalei os olhos, o olhando sem entender nada. -Você esta muito quieta. -Disse ele, e eu mordi o lábio. Admito estava um pouco envergonhada em questão ao beijo. Eu não sabia se eu devia te-lo beijado, nem sei se meu beijo era aqui que ele queria.
–Ahm... Não é nada... -Disse, mordendo o lábio, envergonhada. Ele riu, parando no lugar que ele estava. Ele se aproximou de um banco, e se sentou nele. Engoli em seco, e me sentei, olhando para baixo.
–Você poderia me olhar? -Pediu ele, eu engoli em seco. Lentamente levantei a cabeça, mordendo o lábio, o encarei. Envergonhada. Eu não sabia o por que de tanta vergonha que eu tinha. Carlos era só um principe... Fofo, Singelo, Lindo... -No que tanto pensa? -Ele perguntei, me tirando dos desvaneios. Olhei para ele, e percebi que ele segurava meu queixo, me olhando nos olhos. Fiquei surpresa com a próximidade, mas gostei, e muito. -Você está pensando no beijo, não é? -Ele perguntou, e me puxou para mais perto dele, ele envolveu minha cintura com os braços, sua boca estava próxima a minha orelha. -Você gostou do beijo? -Ele perguntou, e depositou um beijo em meu pescoço me arrepiei um pouco. -Eu beijei bem? -Ele perguntou novamente, e ele subiu um pouco mais seu beijo. -Você sentiu algo com o beijo? -Ele perguntou, e beijou minha bochecha. -Podemos repetir? -Ele sussurrou, e eu arregalei os olhos. Ele puxou meu rosto para perto do dele.
–Car...Carlos, pare. -Sussurrei fraca. Eu queria, mas eu não podia. Eu não podia, por que eu não queria...
–Você quer, eu sei que quer. -Ele disse, e nossos rostos ficaram próximos. Eu não ia ceder. Não me mexi, nem nada. -Vamos lá... -Sussurrou ele, um pouco distante de meus lábios.
Quando seus lábios tocaram nos meus eu não consegui mandar em meu corpo, e sem minha permissão, eu o envolvi com os meus braços, fechando os olhos, e correspondendo ao beijo.
Sophie Samira Eittan Fox Adams
–Posso te perguntar algo? -Escutei Justin perguntar atrás de mim, continuei caminhando, e ele me seguindo.
–Claro. -Respondi com um sorriso simples. Ele ficou ao meu lado, e pegou em minha mão.
–Se eu te pedisse algo, você me daria? -Ele perguntou, e eu mordi o lábio. O que ele queria?
–Depende. O que o senhor deseja? -Perguntei simples, e ele riu. Olhei para ele, e percebi que seus olhos brilhavam... Como os dele...
Quando eu olhava para você?
Escutei ele terminar a minha frase, e mordi o lábio. Eu tinha um medo dele, admito. Fechei os olhos, e escutei minha barriga roncar. Mas eu não ia comer, eu não queria ficar gorda, para minha mãe não reclamar.
–Vem comigo. -Disse ele, e saiu me puxando para algum lugar. Eu meio que corria junto a ele, já que eu não era tão grande como ele. Ele me deu a mão, e continuou a correr.
–Jus...Justin... Eu não... Sou tão grande assim! -Disse ofegante, Justin olhou para mim, e riu de mim.
Começamos a subir, meio que para um lugar secreto. Justin abriu uma porta, e mostrou um jardim. Abri a boca em um "o" era perfeito! Ele entrou, e me puxou junto consigo. Ele se sentou em uns pufes que tinha ali no local.
–Eu achei aqui. -Ele disse, e eu sorri maravilhada. Olhei todos os cantos, e vi que Justin ria da minha expressão. -Sente-se. -Disse ele, e eu me aproximei dele, me sentando no pufe ao lado dele. -Me conte a sua história? -Ele pediu, e eu olhei em seus olhos, que me hipnotizaram.
Mordi o lábio, e fomos nos aproximando, e acabou rolando novamente. Senti a pressão de seus lábios nos meus. O segundo na minha vida inteira. Sorri, e continuei a beija-lo. Aquele beijo, era mágico. Era só meu e de Justin, era o nosso beijo.
Natalia Özil Orange
–Pede para a sua companheira de quarto não ir para o seu quarto? -Escutei Louis sussurrar em meu ouvido. Eu o olhei confusa, e ele sorriu me encorajando. -Vai lá, por mim. -Disse ele, piscando os olhos, repetidamente.
–Ta seu bobo. -Disse, dando um selinho nele. Me aproximei da Carolina, que estava com seu Tyler. ÓOH CASALSINHO FOFO! Eles estavam discutindo algo, cutuquei Carolina pelo ombro e ela me olhou. -Oi Amiga, Tyler. -O cumprimentei com a cabeça. -Posso te pedir um favor? -Pedi, sussurrando no ouvido da Carolina. Ela me olhou curiosa, mas sorriu assentindo. -Não vai no quarto, o Louis quer me mostrar algo. -Disse, e ela sorriu maliciosa. Eu a olhei brava, e ela começou a rir. -É sério. -Disse.
–Ta, Nathy. -Ela disse, e eu ri, a abraçando. -Usem proteção. -Ela sussurrou no meu ouvido, e eu me revirei os olhos. Como uma garotinha de 14 anos sabe disso? -É sério, não quero ser tia ainda. -Disse ela, e eu ri. Minha melhor amiga, é uma sem noção mesmo.
Voltei em direção ao meu Boo Bear, o abraçando. Ele me prendeu ao seu corpo, me segurando pela cintura. Começamos a caminhar, em direção ao meu quarto. Louis batucava as vezes os dedos na minha cintura nervoso.
–O que foi, Tommo? -Perguntei, chamando-o pelo seu apelido. Ele me olhou e me deu um selinho prolongado. Em seguida, ele parou, me olhando nos olhos. -O que foi, Boo Bear? -Sussurrei, e ele sorriu, se aproximando de mim.
–Eu quero que você se lembre desse dia para sempre. -Ele sussurrou, e eu o olhei surpresa. Que tramoia esse menino estava planejando? Percebi que já estavamos na porta do meu quarto.
Entramos no meu quarto, e não havia nada de especial. Louis pegou em minha mão, me guiando para a minha cama, ele me sentou na mesma, e foi em direção a porta, trancando-a. O olhei sem entender nada. Ele voltou, e estava segurando uma caixinha preta em suas mãos. O olhei sem entender nada. Quando ele abriu, eu vi uma caveira linda... Tão linda.
–Eu sei que não tem um motivo certo para mim te dar esse presente... Mas a alguns dias, eu comecei a notar como você é especial, seus olhos, seus sorrisos... Eu comecei a pensar, eu não sou tão perfeito para você, você é muita areia para o meu caminhãozinho... Eu quero ter certeza de uma coisa, Nathy. -Ele dysse, e eu o olhei surpresa. -Você promete ser para sempre a minha Princesa Rebelde? -Ele perguntou, e eu sorri. Não respondi nada.
–Levanta dai, Louis Tomlinson. -Disse, e ele me olhou cabisbaixo. Quando ele se levantou, eu pulei em seu colo, o beijando, com paixão, amor... Enrrosquei minhas pernas em sua cintura, e ele colocou as mãos em minha bunda, me segurando.
Senti algo macio em minhas costas, e Louis colocou a caixinha no meu criado mudo. Olhei para Louis, seus olhos estavam escuros de desejo. Ele se aproximou de mim, subindo em cima de mim, seus lábios se encontraram nos meus.
Passei minhas mãos em seus cabelos, descendo para as duas costas. Coloquei minhas mãos por debaixo de sua camiseta, subindo com ela. Ele me olhou, com um sorriso. Eu passei minhas unhas lentamente pelo seu abdomen. Louis, colocou as mãos em minha cintura, subindo-a um pouco. Ele acariciou minha barriga, e eu sorri para ele.
–Eu te amo. -Ele sussurrou, e eu sorri. Puxando-o mais para mim.
–Você tem certeza? -Ele perguntou, e eu olhei em seus olhos.
–Tenho toda a certeza do mundo. Desde que seja com você. -Eu sussurrei, e ele sorriu. Levantou minha blusa, tirando-a, deixando-me só de top.
–Para que tanta roupa? -Ele sussurrou bravo. Eu ri o puxando para mais perto.
–Você pode tirar tudo, já que não gosta. -Sussurrei, e ele me olhou com um sorriso malicioso. Ele voltou a me beijar, e senti ele erguer meu top, tirando-o. Desci minhas mãos, desabotoando sua calça jeans, e ele tirou-a, jogando em qualquer canto do quarto. Eu analisei ele. Sua cueca box vermelha estava com um volume, sorri e puxei ele para mais perto.
Senti suas mãos em minha, cintura, ele foi abaxando meus shorts, lentamente, tirando-o de mim. Ele tirou meus tenis, e tirou os dele. Ele começou a beijar meu pé, minha perna, minha coxa, minha barriga, o meio dos meus seios e parou em meu pescoço. Ele começou a distribuir beijos por ali.
–Awn... Louise... -Gemi em seu ouvido, usei o apelido que eu uso com ele. Ele riu em meu pescoço, me causando arrepios. Ele me olhou por inteira, eu estava somente com uma lingerie.
–Nossa, Nathan... Você esta tão sexy. -Ele sussurrou, em meu ouvido. Eu ri baixinho.-Mas sabe, você deve ser mais sem essas peças. -Ele disse, e procurou o fecho do meu sutiã. Arqueei as costas, para ele conseguir abrir. Quando ele abriu o feixo, ele começou a beijar meu pescoço, ele tirou o sutiã, e foi descendo para meu colo. Ele dava alguns chupões, mas nada que deixasse marca. Ele olhou os meu busto, e me olhou. -Nossa, isso é meu? -Ele perguntou, e colocou a mão em meus seios. -Tudo seu. -Disse e ele sorriu para mim.
–Prova que é meu. -Ele disse desafiadoramente. Sorri maliciosa para ele, e subi em seu colo, bem em cima de seu membro. Ele acariciou meus seios, e eu gemi fraco.
–Tommo... -Gemi em seu ouvido. -Eu quero ser sua, quero que me faça gemer seu nome... Quero que chupe meus seios como um bebe faminto, e beije minha vagina como se fosse minha boca... -Disse, e rebolei lentamente em cima de seu membro.
–Awn... Nathan... -Gemeu ele, e me empurrou, me fazendo cair na cama. Ele ficou por cima de mim. Ele desceu beijando meu colo lentamente. Senti uma de suas mãos em meu seio, massageando-o. Gemi baixo. -Geme para mim, Nathan... -Sussurrou ele, começando a sugar meu seio. Ele tentava coloca-lo todo na boca. Eu estava começando a ficar encharcada.
–Aaaawnn... Looouise... -Gemi um pouco mais alto, ao senti-lo sugar meus mamilos, já rigidos. Ele começou a lamber. Em seguida, ele foi descendo, com beijos molhados, até minha calcinha. Ele passou a mão, sentindo a úmidade na mesma.
–Já esta molhadinha para mim, né Nathan? -Ele sussurrou, e eu mordi o lábio. Ele tirou a minha calcinha e caiu de boca em minha intimidade. Gemi um pouco mais alto.
–Vai, Louise... -Gemi, e senti Louis rir em minha intimidade. Ele me penetrou com a língua, enquanto massageava alguns pontos... -AAAAAWN! -Gemi, ao sentir ele me penetrar com dois dedos. Doia, mas eu me acostumava.Logo senti um jato escorrer nos dedos de Louis, e ele os chupou. Eu lambi os meus lábios, eu o puxei, para cima, e troquei de posição, comigo em cima. Tirei sua cueca, e seu membro saltou da mesma, um membro GG ( Grande e Grosso ). Eu o peguei pela base, começando a subir e descer, meio tremula, era a primeira vez que eu fazia isso.
–Awn... Nathan... -Ele gemeu, e eu aumentei os movimentos. Comecei a beijar Louis, passava minha unha em seu abdomen, e ele gemia. Senti um jato em minha mão, e Louis sorriu para mim, eu os chupei, como ele chupou. Senti um gosto diferente, gostoso...
Louis trocou de posição, e pegou uma camisinha não sei da onde. Ele colocou em seu membro, e passou em minha intimidade gemi, com o contato, e Louis começou a beijar meu pescoço.
–En-Entra lo-logo... -Gemi, e Louis me olhou, ele me penetrou um pouco de seu membro. Uma dor começou a me encomodar, e Louis olhou para mim, ele colocou a mão no meu rosto. -Ta doendo... -Reclamei.
–Já vai passar... -Ele sussurrou, e ele entrou mais um pouco. A dor aumentou. Logo ele entrou todo, e ficou parado, esperando eu me acostumar com ele. Fechei os olhos respirando fundo, enquanto isso Louis começou a beijar meu pescoço.
–Pode ir. -Disse e ele começou a se mexer lentamente, entrando e saindo de mim. Comecei a gemer, igual a Louis. A dor se transformou em prazer... Aquilo era tão bom...
Ele começou a aumentar o ritmo, e meus gemidos eram mais altos. Aquilo era tão bom. Revirei os olhos de prazer.
–AAAAAAAAAWN LOOUISE! -Gemi. Troquei de posição, começando a calvagar em cima de Louis.-IS-ISSO NATHAN! -Ele gemeu. Logo senti meu ápice chegando. Louis trocou de posição amentou mais o ritmo se possivel, e eu gozei em seguida, depois de mais algumas entocadas, Louis gozou. Ele me olhou, ainda dentro de mim. Sorri e o beijei.
–Minha princesa rebelde. -Ele sussurrou, e eu olhei o anel no criado mudo.
Ravenna Annabelle Diaz
–Niklaus. -O chamei, ele estava em seu quarto. Bati na porta, e escutei um entre abafado do mesmo. Abri um pouco a porta, e o vi com uma garrafa de vodka ao seu lado.
–Oi Linda. -Ele disse com um sorriso, me chamando com os dedos. Fui me aproximando dele lentamente. Sentei ao seu lado, e ele me puxou para o seu colo.
–Não se mata. -Disse, ao ver ele tirando um cigarro para começar a fumar, ele me olou com uma sobrancelha arqueada. -Eu sei que eu fumo, mas isso não é sempre, e eu não quero que você parta cedo. -Disse, e escondi meu rosto em seu pescoço. -Eu me preocupo com você. Mesmo sem saber o porque. -Disse, e ele puxou meu queixo para cima.
–Talvez você esteja começando a gostar de mim. -Ele sussurrou, eu mordi o lábio. O olhando, sem palavras.
–E você, esta começando a gostar de mim? -Perguntei, e ele se aproximou de mim, lentamente.
–Talvez, me ajuda a descobrir? -Ele perguntou de um jeito doce. Sorri e selei nossos lábios. Senti o gosto de vodka, mas não me importei. Enlacei minhas mãos em seus cabelos, e o puxei para mais perto de mim. Como era gostoso a sensação dele comigo...
Danielle Louise de Souza
–Daaamon! -Sai gritando, pelo jardim. Vi que ele estava ao lado de Madison, ao ver aquela cena, senti minhas bochehas esquentarem. O que ele estava fazendo com ela? Ele não me escutou gritar, bufei e sai caminhando em direção a algum lugar distante.
Vi um banco, isolado de todos. Fui caminhando para lá, sem querer falar com ninguém. Me sentei no mesmo, e abracei meus joelhos contra o meu corpo. Apoiei minha cabeça nos joelhos. Depois de um tempo, senti alguém ao meu lado. Não queria falar com ninguém, então continuei do mesmo jeito.
–O que a minha princesa tem? -Escutei a voz do Damon. Bufei e ignorei ele. -Danni... Amor... O que foi? -Escutei ele me perguntando. Ele tocou meu braço.
–Vai abraçar a sua amiguinha. -Disse grossa, escutei ele rir, e me puxar mais para si.
–Quem a Madison? -Ele perguntou, e eu assenti, sem olhar em seus olhos.
–Amor, olhe em meus olhos. -Ele pediu, mas eu o ignorei. -Ela é apenas uma amiga, você é meu amor. E ela tem namorado. -Ele disse, e eu o olhei, mordendo o lábio.
–Tem? -Perguntei surpresa.
–Tem sim ciumenta. -Ele disse, e me abraçou forte. -Gostei do seu ciumes, mostra que você me ama. -Ele sussurrou, e eu o olhei, com os olhos arregalados. -Você me ama. -Ele disse feliz, e antes que ele pudesse falar algo, eu o calei com um beijo. Que ele retribuiu. Senti seus lábios nos meus e sorri. me encostando dele, em seguida.
Carolina Santiago Livemoor
–Um dia você me falou que tinha medo... -Escutei Tyler sussurrar, enquanto caminhavamos de mãos dadas, fazendo um passeio. -O que você tem medo? -Sussurrou ele, parando perto de uma árvore. Ele se sentou, encostando-se no tronco.
–Dos meus pais nos separarem. -Eu disse, e ele me olhou com um sorriso. Ele me abraçou, me puxando para si. Enconstei em seu peitoral, olhando a paisagem.
–Eu não deixaria ninguém te levar embora. -Ele sussurrou, e eu sorri. Suspirei, e me encostei nele.
–Eu acho que estou começando a te amar... -Sussurrei e ele me olhou feliz.
–Eu também. -Ele sussurrou, e eu suspirei. Me desencostei dele, olhando em seus olhos.
–Não me magoa não, tá? -Pedi e ele sorriu se aproximando de mim.
–Não iria te magoar, nunca, minha princesa... -Ele disse, me abraçando. Olhei em seus olhos, e quebrei a distancia, selando nossos lábios.
Gabriella Ryan Williams
Escutei as palavras de Zayn, e elas me machucaram. Eu tinha de ficar brava com ele, eu tenho. Suspirei e me abracei. Eu não podia ficar brigada com ele tanto tempo, mas... Ele me xingou. Caramba! Eu preciso me amar.
–Oi. -Escutei uma pessoa ao meu lado, e vi que era somente o Niall.
–Onde você estava? -Perguntei, e ele riu, me abraçando forte.
–Com a Samantha. -Ele disse, e eu fiz uma careta. Ela pode estar arrependida, mas ficou com o MEU Zayn, ou o meu EX Zayn. -Eu estou começando a gostar dela novamente. -Ele disse simples, eu revirei os olhos ele me olhou. -Por que você não perdoa o Zayn? -Ele perguntou, e eu o olhei chocada.
–Ele me xingou! -Disse, e ele acariciou minha face.
–Gata Rebelde, você tem de aprender a perdoar. -Ele disse, e eu bufei.
–Eu posso perdoa-lo, mas não vou me esquecer. -Disse, e ele mordeu os lábios. -Me deixa, você não entende. -Disse e sai andando em direção ao meu quarto.
Fui caminhando com pressa, logo entrei no mesmo. Fechei a porta, peguei uma amiga antiga, e sorri para a mesma.
–Oi Amiga. Quer me sentir novamente? Quer me ajudar? Quer sentir o sangue escorrendo quente? Quer aliviar a minha dor? -Perguntei, e passei ela pelos meus pulsos. A dor ainda era a mesma. Sorri, e fiquei vendo o meu sangue escorrer pelo meu braço. E cada gota que escorre de meu braço, é o meu amor maldito por Zayn. Ele as vezes é retirado, mas ainda fica comigo.
O amor dele, machuca, mas ao mesmo tempo, eu o quero.
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