Escutei a música, quando estava próxima ao Harry, e ele me puxou para dançar, mas estava mais preocupada com o meu cabelo.
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Em outro lugar, um do professores arrumava o lugar de sua aula. Estava um bagunça, uma horrível
bagunça. Escutou seu celular começar a tocar, e tirou ele do bolso, vendo quem era. Ao ver quem era atendeu com pressa, tinha medo de ser morto.
bagunça. Escutou seu celular começar a tocar, e tirou ele do bolso, vendo quem era. Ao ver quem era atendeu com pressa, tinha medo de ser morto.
–Alo? –Atendeu o homem. A pessoa do outro lado da linha, fou impaciente.
–Já arrumou o que eu pedi? –Perguntou a pessoa arrogante, brava, o seu normal. O professor engoliu em seco, ele havia se esquecido.
–Eu me esqueci. –Disse, e a pessoa deu um soco na mesa de tanta raiva. Bufava bravo (a).
–SEU INCOPETENTE! TRATE DE FAZER O QUE EU MANDEI! –Gritou a pessoa, e o professor arregalou os olhos.
–Sim, Senhor (a). –Disse ele, e a pessoa desligou o telefone. Estava fumigando de raiva.
Gabriella Ryan Williams
Eu estava fuzilando Zayn desde o momento que seus lábios tocaram os meus. Quem havia dado permissão a ele para isso? Escutei passos ao meu lado, em seguida Niall me abraçou forte.
–Que foi princesa? –Perguntou ele com um sorriso. Olhei brava para ele, e ele sorriu amarelo. Talvez com medo, talvez assustado, mas eu não me importo.
–Você viu como o Zayn esta pedindo para morrer? –Perguntei, e Niall olhou para Zayn, depois para mim, com uma expressão confusa. –O beijo, cabeça oca, o BEIJO! –Disse brava, e as sobrancelhas de Niall subiram, como se
ele tivesse entendido.
ele tivesse entendido.
–Gata selvagem, pare de ser orgulhosa. Vai perde-lo para sempre. –Disse ele, olhei em seus lábios, e vi uma marca de batom... A mesma cor do batom da Samantha. O olhei surpresa, ele me olhou sem entender nada.
–Você não conseguiu esquece-la... –Disse, e ele me olhou confuso. –Você desistiu sem tentar... Você a beijou... –Disse, e ele me olhou com um sorriso de um bobão apaixonado. Bufei, eu não iria fraquejar igual ao Niall. Não seria.
–Você vai perdê-lo. –Escutei ele dizer, fechei os olhos. –De tanto que esta sendo rude com ele. –Disse Niall, e eu bufei. Mas eu não iria engolir meu orgulho, ele me chamou de vadia, vagabunda, e agora quer pedir perdão? Não. Eu não nasci para sofrer, e nem ser xingada. Principalmente, eu não nasci para ser submissa a ninguém. Antes, eu era uma Gabby diferente, mais fraca, agora, o amor me apunhalou pelas costas novamente, e eu não vou abrir mais a porta para ele.
Tyler Loockwood
Abracei a minha garotinha, a minha princesinha. Beijei-a na bochecha, e a apertei a contra meu corpo.
–Oi. –Sussurrei em seu ouvido. Vi ela sorrir, e me olhar. Os seus olhos eram tão bonitos, via um olhar sobre eles.
–Linda. –Sussurrei para ela. Ela acariciou minha face, e eu aproximei meu rosto do dele, selando nossos lábios.
–Você é perfeito. –Ela disse, e eu sorri. A abraçando, e encostando nossas testas, olhando dentro dos olhos dela.
–Eu te ... –Ela tentou dizer, mas não entendi. Ela não havia conseguido dizer. Mordi o lábio e suspirei.
–Eu te amo. –Disse, e ela sorriu me abraçando apertado. Senti o calor de seu corpo no meu, e apreciei o momento.
–Senhores Abraçados. –Escutei a voz da professora. Soltei a minha princesinha, olhando a professora. –Podem vir dançar. –Disse ela, e a Carolina sorriu para mim. Nos aproximamos do centro da pista, um pagode começou a tocar, e eu puxei Carolina para dançar comigo.
Ashley Collins
Harry estava me olhando com um sorriso, e a frase de Carol ainda não me havia saído da cabeça.
Ele era dela. Sim? Ou não? Suspirei, e vi que Harry agora me olhava.
Ele era dela. Sim? Ou não? Suspirei, e vi que Harry agora me olhava.
–Aconteceu algo? –Perguntou, e eu o olhei mordendo o lábio.
–Não. –Disse, e ele me olhou desconfiado. Ele realmente sabia que havia acontecido algo. Mordi o lábio. E o encarei, com um misto de medo e assustada. Eu não queria que ele soubesse sobre o que a Carol disse, eu tinha medo do que a Carol talvez pudesse fazer comigo.
–Fala logo a verdade, Angel. -Ele disse, acariciando minha bochecha. Olhei em seus olhos, e suspirei baixo. Eu não poderia dizer.
–Não posso dizer... -Disse baixo, mas sei que ele escutou. Pois Harry fez um bico, olhando para mim. Ele piscou os olhos repetidamente.
–Não confia em mim? -Ele perguntou, eu arregalei os olhos surpresa. -Já sei que não. -Disse ele, e quando ia se virar, eu o puxei contra mim, beijando seus lábios. Senti a maciez de seus lábios no meu. Senti que ele não queria ceder. Passei meus lábios preguiçosamente em seus lábios, e ele entre abriu os lábios. Nossas línguas se tocavam, e eu abri os olhos, vendo os seus em mim. Fechei os meus olhos, junto a ele, e apertei seu pescoço com força. Harry me abraçou forte, a parte que nossas peles se tocaram, eu acabei por sentir um arrepio. Nos separamos, e eu olhei dentro de seus olhos.
–Eu confio em você. -Disse com a voz mais serena o possível. Ele sorriu, e me abraçou. Vi por cima do ombro de Harry, Carol nos olhando, brava. Engoli em seco, e apertei Harry contra mim novamente.
Andressa Mackenzie
Olhei para Carlos, ele me olhava. Ruborizei de vergonha. Será que estou com algo nos dentes? Quando ele percebeu que eu o olhava sorriu.
–O que foi? -Perguntei no ouvido dele. Para não atrapalhar a aula, não queria ser expulsa nem nada.
–Você é linda. -Ele disse, baixo no meu ouvido. Igual eu fiz com ele. Corei ao escutar isso, e eu o olhei.
–Eu não sou linda, são só seus olhos. -Disse, olhando nos olhos dele. Ele sorriu para mim, e se aproximou de mim.
–Você é mais do que linda. -Ele disse, e eu o olhei. Com um sorriso fraco, nossos rostos se aproximaram.
–Casal... -Chamou a professora, eu a olhei, tirando meus olhos de Carlos. -Podem vir dançar. -Ela disse somente, eu e Carlos caminhamos até o centro do salão. Olhei para Carlos, e ele sorriu para mim. I was Here - Beyonce começou a tocar. Comecei a dançar com Carlos o olhando dentro dos olhos. Ele sorriu para mim, e acariciou minha bochecha entre a dança. Sorri boba para ele, senti ele puxando minha cintura para mais próxima dele. Fechei os olhos e senti a sensação de seus lábios sobre os meus. Sua língua pediu passagem, e eu cedi. Senti sua língua brincando com a minha, e eu sorri, passando meus braços ao redor de seu pescoço.
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