–Joguei massa em você? -Perguntei arqueando uma sobrancelha.
****
–ARGH! SUA IDIOTA! VARA PAU! -Gritou Sharon, mas antes que pudesse sair dali a professora chegou.
–O que esta acontecendo aqui? -Ela perguntou, olhando para todos, que estavam melecados, menos Ashley.
–Na-Nada. -Disse Carolina timida, ela foi a única corajosa a falar algo ali.
–Sei. -Dise a professora com uma expressão desconfiada. -Vim trazer alguns alunos novos. -Ela disse com um sorriso hostil. -Víllian e Greyson. -Ela disse, com um sorriso.
–Sejam em Vindos - Disse Ashley se aproximando deles. -Que tal um abraço? -Perguntou com um sorriso, e sem a resposta deles, abraçou-os.
–Nós até te dariamos um abraço, mas acho que você não ria querer, né? -Perguntou Carolina com um sorriso.
–Acho que eu dispenso. -Disse Víllian, dando um sorriso engraçado no rosto.
–Tuuuuuuuuuuuudo bem. -Disse Carolina com um sorriso.
Suspirei, e me sentei em um banquinho que tinha ali. Iria recomeçar tudo novamente. Percebi Niall suspirar, olhei para ele pelo canto do olho. Ele estava tão lindo... MAS ELE BEIJOU A GABRIELLA! ACORDA SAMANTHA.
–Eu sei que não quer me escutar, mas... -Percebi que ele ia começar a falar novamente.
–Eu não vou te escutar. Eu vi Niall, eu vi. -Disse, e ele suspirou, abaixando a cabeça.
–Mas você não... -Ele começou, mas eu o cortei.
–Eu não deixo você me explicar por que eu vi. -Disse brava, e ele suspirou.
–Mas você não sabe. -Ele disse, e eu o olhei brava.
–Você não entende. -Disse, e ele suspirou.
–Vamos fazer logo os bolinhos. -Ele disse, eu sorri satisfeita por saber que ele iria ficar quieto.
Ele pegou as panelas sujas, por que graças a guerra de comida, elas ficaram sujas e vazias. Suspirei, e fui pegar novamente o livro de receita. Iria ter de fazer os cupcakes.
Ele estava lavando quieto. Me aproximei dele, e vi seu olhar baixo, seu olhar vazio. Desviei o olhar, e olhei o trabalho em suas mãos. Ele esfregava aquilo muito fraco, provavelmnte não iria sair.
–Não e assim que se faz. -Disse rude. Tirei as coisas das mãos dele. -Vai arrumar os ingredientes que você ganha mais, e toma menos do meu tempo. -Disse, e ele abaixou a cabeça assentindo.
–Tudo bem. -Ele disse, e foi para a bancada.
Cody estava me ajudando a lavar a louça. Eu estava esfregando, e ele tirando a espuma. Senti um jato em meu rosto e o olhei brava para ele.
–CODY! -Grite brava, ou fingindo.
–Que foi? -Ele perguntou,fazendo uma expressão de inocente. Ele me olhou, e eu arqueei uma sobrancelha. -Eu não fiz nada! -Ele disse com as mãos para cima.
–Eu sei que foi você. -Disse, e ele me olhou com um biquinho.
–Não fui eu não. -Ele disse, e eu ri. Me aproximando dele.
–Foi sim, e não discuti. -Disse, fingindo que ia beija-lo, mas eu coloquei a esponja antes. Quando ele se sentiu diferente, abriu os olhos vendo a esponja. Ele me olhou bravo.
–Por que fez isso? -Perguntou e eu ri. -Não ria de mim, Senhorita Simpson. -Ele disse, e eu mordi o lábio, tentando inutilmente parar de rir. -Vou te dar motivos para rir, então. -Ele disse, e começou a passar as mãos em minha barriga, em seguida fazendo cocegas. Comecei a rir.
–P-Para! -Disse, entre os paroximo do riso.
–Promete que vai me beijar e parar de rir? -Ele perguntou, e eu continuava rindo. -Vou aceitar como um não. -Ele disse e continuou com as cocegas.
–E-Eu p-p-prome-prometo! M-M-Mas p-pa-par-para! -Disse ainda rindo. Cody parou, e se aproximou se encaixando no meio das minhas pernas. Ele fez um bico, e eu comecei a dar vários selinhos nele, em seguida selando nosos lábios. Senti ele sorrir entre seu sorriso.
–Te amo. -Ele disse, acariciando minha face, olhando em meus olhos. -Vamos fazer logo os cupcakes? -Ele perguntou se separando de mim, e eu sorri para ele, Cody é tão fofo.
–Faz direito. -Disse, enquanto secava as coisas, colocando na frente de Garrett. Infelizmente ele era a minha dupla. E não parecia tão bom assim na cozinha.
–Eu sou um principe, não um chefe. -Disse ele lendo a receita. Revirei os olhos.
–Sou uma princesa, mas sei me virar quando eu preciso. -Disse olhando nos olhos dele.
–Você é uma mulher. -Disse ele dando de ombros. Eu o encarei chocada. Como assim só por que sou mulher? Quer dizer que lugar de mulher é na cozinha?
–O que você disse? -Perguntei a ele, entre dentes.
–Que você só sabe cozinhar por que é mulher. -Disse ele dando de ombros.
–Não é não. -Disse, e ele riu.
–Me diz um homem que sabe cozinhar. -Ele disse, e eu olhei ao redor, me deparando com Tyler ajudando Carolina. Ele parecia saber o que ele fazia.
–Ele. -Disse mostrando para Diego, que riu debochado.
–Isso é um homem? -Ele perguntou, zoando do coitado do Tyler. Eu apoiei meu queixo na mão e olhei como Tyler fazia as coisas.
–Eu adoro ver como ele sabe cozinhar, sem preconceito. -Pensei alto, e escutei Garrett bufar. Olhei para ele. Ele começou a separar os ingredientes que dizia no livro. Logo estava tudo pronto era só misturar. Apesar do Garrett estar fazendo, meu olhar estava voltado para o Tyler. Ele parecia um chefe.
–QUE DROOGA! -Gritei estressada, assustando Josh, que arrumava as coisas para refazermos. Minha roupa estava horrivel.
–Tu-Tudo bem? -Josh perguntou baixo, timido.
–Deixa de ser envergonhado menino. -Disse estressada. Vi que ele abaixou a cabeça. Revirei os olhos. -Olha, desuclpa, mas é que isso aqui esta dificil. -Disse, e ecutei ele rir silenciosamente ao meu lado.
–Eu acho melhor eu te ajudar. -Ele disse, e se colocou ao meu lado.
–Então era por isso que eu não estava conseguindo fazer? -Perguntei irritada ainda.
–Calma. -Ele disse, e eu o olhei. -Respira fundo, e solta o ar. -Ele disse, e eu fiz. -Novamente. -ELe falou e eu refiz o que ele pediu. -Agora vamos ver o que a receita pede. Comecei a presar atenção em Josh, ele lia tudo atentamente. Seus olhos estavam fixos no papel, ele estava concentrado. Até que eu vi seus lábios pararem de se mexer, e seu olhar se direcionar para mim. -Entendeu? -Ele perguntou, e eu corei, ao perceber que eu havia prestado atenção nele, e não na receita.
–Não. -Disse, e ele riu.
–Tudo bem. Eu vou fazer e você vai me auxiliando, fazendo o que eu pedir, tá? -Ele perguntou doce.
–Tudo bem. -Disse com um sorriso, e comecei a prestar atenção no que ele começou a fazer as coisas do cupcake, acho que a massa.
–Quer fazer? -Perguntou Nick, e eu o olhei com um sorriso.
–Pode deixar que eu faço. -Eu disse, e ele sorriu. Comecei a tirar aquelas manchas que insistiam em não sair.
–Deixe que eu te ajude. -Disse ele, e eu o olhei.
–Claro. -Disse, e ele veio atrás de mim e me ajudou, ele fazia força, fazendo a mancha ir diminuindo aos poucos. -Precisa ter força. -Disse, e ele riu concordando.
–Minha mãe que me ensinou o trque. -Ele disse dando de ombros.
–Você deve saber cozinhar várias coisas. -Disse e ele riu.
–Não muitas. -Ele disse dando de ombros.
–Sei. -Disse semicerrando os olhos.
–Tudo bem, eu sei fazer algumas coisas. -Ele confessou, e eu ri.
–O que? -Perguntei animada.
–Spaghetti. -Ele disse, e eu instantaneamente lambi os beiços.
–Um dia quero provar o seu spaghetti. -Disse, e Nick sorriu para mim, um sorriso lindo.
–Eu farei ele especialmente para você, madame. -Ele disse rindo. Pegou em minha mão e depositou um beijo suave, e leve na mesma.
–Eu ficarei honrrada de provar, então. -Disse, e ele riu. Continuamos assim a fazer nossos cupcakes.
Fiquei olhando James. Ele estava tentando fazer os cupcakes, sem me deixar ajuda-lo. Ele disse que uma princesa como eun, não merece sujar as mãos. Mal sabe ele que eu já sujei de coisa pior.
–Tem certeza? -Perguntei rindo de James.
–Sim, não merece sujar a mão de farinha nem massa. -Ele disse, e eu revirei os olhos.
–Sendo que eu já suje de coisa pior. -Disse dando de ombros.
–Mas agora não é necessário. -Ele disse.
–E se ficar ruim? -Perguntei, e ele riu.
–Tudo que vem de mim, é bom. -Ele disse e eu revirei os olhos.
–Você não é nada convencido, né James? -Perguntei irônica.
–Sou realista, moralista. -Ele disse dando de ombros.
–Sei. -Disse, olhando-o.
–Fica quieta, preciso me concentrar na minha arte. -Ele disse, e eu ri. Fiquei olhando todos fazerem seus cupcakes. O incrivel era que todos eram diferentes, por sorte. Mas será que ficaram bom pelo menos?
–Eu não sou boa nisso. -Disse rindo com Niklaus, enquanto limpava meu rosto com a manga. Havia respingado um pouco de massa no meu rosto.
–Nem eu sou. Mas estamos aqui para aprender. -Ele disse e eu ri.
–Ou talvez para nos divertir. -Disse, e ele me olhou curioso.
–Como assim? Nos divertir? -Ele perguntou, animado, mas confuso.
–Quem sabe... Quem faz o mais bonito cupcake? -Perguntei, e ele me olhou com um bico.
–Isso é injusto, você sabe decorar as coisas melhor do que eu. -Ele disse me fazendo rir. Me aproximei dele, dando bitocas no biquinho dele.
–Vai tira esse bico lindo do rosto. -Disse, acariciando a bochecha dele.
–Para você parar de fazer essas caricias? -Ele perguntou, e eu ri.
–Não vou parar, mas é que você fica me provocando com esse biquinho lindo. -Eu disse, respondendo-o.
–Então estou te provocando é? -Ele perguntou animado, feliz.
–Uhum. -Ele disse, eu sorri para ele. Selando nossos lábios, em um beijo lento e delicado.
–Vamos parar? -Perguntei, e ele negou com a cabeça, voltando a me beijar. -Temos de fazer os cupcakes. -Disse enquanto nossas bocas estavam colocadas.
–Ta tão gostoso. -Ele disse, mordendo meu lábio.
–Chega! -Disse, e ele fez um bico.
–Sem bicos. -Disse, e ele riu.
Danniel estava concentrado fazendo a massa, enquanto eu ficava encarando-o. Ele ficava tão fofo cozinhando. Ele era lindo. Sorri, ao ver seus olhos brilhando. Ele deva adorar cozinhar, ou se não... Era a primeira vez. Apesar de não parecer muito, pois ele parece muito experiente.
–Para de me olhar desse jeito. -Ele disse, e vi suas bochechas coradas. Ele não tirava os olhos da massa.
–Como sabe que é realmente eu? -Perguntei, e vi ele abrir um sorriso.
–Estou só supondo. -Ele disse, e eu sorri para ele.
–Mas você acertou. -Disse, e ele tirou os olhos da massa, me olhando.
–Sério? -Ele perguntou.
–É. -Disse dando de ombros. Danniell sorriu, e se aproximou de mim.
–Você é uma fofa. -Ele disse, enquanto encostava nossas testas.
–E você um lindo. -Disse e ele sorru.
–Você um amor. -Ele disse e eu sorri para ele.
–Kiss me? -Perguntei.
–Yes, my lover. -Ele disse, selando nossos lábios docemente, em um singelo selinho. Sua língua pediu passagem e eu cedi, me entregando ao beijo. Nos separamos ofegantes com três selinhos.
Danniel sorriu para mime voltou a fazer o que ele estava fazendo antes de se aproximar de mim, e eu fiquei o observando, admirada.
–Você sabe o que esta fazendo? -Perguntei, olhando o Kendall colocando uma colher cheia de fermento no cupcake.
–Claro. Minha empregada, Matilde, sempre diz que eu comi fermento por que eu cresci, então deve ser para isso que o fermento serve. -Ele disse dando de ombros.
–Mas tudo isso? -Perguntei mordendo os lábios.
–Eu quero um cupcake enorme. -Ele disse dando de ombros.
–Mas você aguenta comer? -Perguntei erguendo a sobrancelha.
–Nem que eu fique sem jantar. -Ele disse, dnado um sorriso. O seu sorriso.
–Tudo bem. -Disse dando de ombros, arrumando o forno para Kendall colocar as formas aqui dentro, para crescer e virar o cupcake grandão dele. -Mas você sabe que gulodia é um pecado. -Disse.
–Cuida da sua vida. -Ele disse dando de ombros.
–Estou tentando, mas ela é teimosa. -Eu disse, e ele riu.
–Eu que devia dizer isso. -Ele disse.
–Ficou sem falar, perdeu o lugar. -Falei dando de ombros.
–Pronto. Pode colocar. -Ele disse, colocando a forma ali dentro.
Fechei a porta do forno, com a ajuda do Kendall e me sentei no banquinho que tinha ali. Kendall se sentou ao meu lado.
–Você tirou aquela frase de dialogos Ele e Ela, não é? -Ele perguntou.
–É. Como você sabe? -Perguntei, e ele deu de ombros, como se não importasse.
–Uma pessoa que eu conheço lêe. -Ele disse, e eu assenti pensativa.
–Sai daqui, Zayn. -Disse batendo na mão dele.
–Não! Você esta fazendo errado. -Ele disse.
–Pela milesima vez, eu não fiz nada de errado! -Disse erguendo os braços.
–Abaixa, ta vindo um cheiro aqui. -Escutei gritarem, olhei e vi que era Niall. Mostrei meu querido dedo a ele. -OOOH! Não precisava de baixaria. -Ele disse, e eu ri. Revirando os olhos.
–Se concentra aqui. -Zayn disse entre-dentes, e eu o olhei.
–Eu to concentrada. -Disse, e ele bufou.
–Espero que fique bom, pelo menos. -Ele disse, se sentando no banquinho.
–Fique ai, bem longe de mim. -Disse, e me concentrei em colocar as massas nas forminhas. Faltava pouco. Vi Zayn começar a bater o pé no chão nervoso. -CARAMBA! PARA SÃO SÓ BOLINHOS! -Gritei irritada.
–Foi isso que você pensou quando deu um beijo no Niall né? Foi só um selinho. -Ele disse, fazendo voz fina.
–Fica quieto, que você ganha mais. -Disse, e ele revirou os olhos.
–Você não manda em mim. -Ele disse, e eu respirei fundo.
–Ou você fica quieto... -Antes que eu pudesse falar algo, ele me cortou.
–Então por que não cala a minha boca? -Ele perguntou e eu o olhei.
–Pede para a Samantha, ela deve saber bem lehor que eu. -Sorri irônica.
–Não é que você esta certa? Fracote, idiota. -Disse ele, e eu me aproximei dele, quando ele estava distraido, olhando para a Samantha. Chutei a sua canela, descontando toda a minha raiva. Foi possivel até escutar um crack.
–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI! -Ele gritou, e me olhou. -SUA INUTIL O QUE VOCÊ FEZ? -Ele gritou, bravo.
–Nada. -Disse inocentemente.
–SEI! -Ele bufou. -Professora! -Ele chamou-a, e ela veio rápido até nós. -Posso ir na enfermaria ver se aconteceu algo com o meu pé? -Ele perguntou, fazendo uma careta de dor, enquanto mexia o pé.
–Pode sim. -Ela disse, preocupada.
–Eu vou com você. -Disse Samantha. Niall suspirou. V****.
Depois do acidente com Zayn, a professora mandou continuarmos a aula. Harry estava tirando os cupcakes do forno. Olhei para a cara deles, e lambi os lábios.
–Deve estar delicioso. -Disse, ele riu.
–E como. -Ele disse dando de ombros.
–Não vejo a hora de provar. -Disse, animada.
–Vamos enfeitar. -Ele disse, e começou a mexer nas coisas.
****
–Pessoal, agora que esta pronto, eu vou provar o de todos, e vou dar uma nota para cada. -Disse a professora. Ela era aproveitadora. Ela só quer comer cupcakes de graça, sem trabalho sem nada.
Pensando nesse angulo ,deve ser bom ser professora de culinária. O ruim deve ser decorar todas as receitas, ou provar as coisas ruins.
Olhei para Harry e sorrimos juntos, olhei para Andressa, que estava diferente, e ri, ela era um panda. Quanto será que nós dois ganhariamos com nosso cupcakes? Espero que bastante, foi dificil enfeitar. Tive que erguer meu braço, usar minha energia.
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