segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

# E.D.P Capítulo 39 - Festa do Pijama VI #


–Acabou os seus sete minutos. -Alguém gritou, e Samantha bufou, saindo de meu colo.
****
Enquanto isso, em um lugar a alguns quilometros...
–Por que você ainda as protege? -Ele perguntou, com um alicate em mãos. A situação da mulher era deplomável. Ela chorava, cansada daquela tortura.
–Porque elas são o futuro do mundo! -Ela disse, e sentiu algo em sua boca, algo que machucava. Era uma mquininha de choque, o homem havia dado um choque nela, ela gemeu de dor, o prazer daquele homem.
–Você devia querer seu próprio bem, não? -Perguntou o homem, tirando a blusa da mulher, a blusa já estava toda rasgada, então não fazia nenhuma diferença. -Não devia proteger tanto essas idiotas. -Ele disse, e dando alguns choques perto dos seios da mulher. Ela gemia mais alto, a dor era intensa.
–Por... Por favor! -A mulher pediu, o homem estava sendo tão mal. Ele já havia cortado-a, feito alguns cortes fundo em sua cabeça, feito tanta coisa, mas aquela mulher era batalhadora, e lutava pela vida das princesas, como ela dizia, para a vida das princesas.
Danielle Louise de Souza
Eu não sabia de onde havia tirado aquelas palavras, só sei que acabaram voando de minha boca quando escutei Damon dizer aquelas coisas. Eu o amo, um dia amei o Príncipe Zayn Javadd Malik, na verdade Zain mas ele prefere com “y”, mas voltando ao centro de meus pensamentos, Zayn foi uma paixão, agora... Damon é um amor que eu quero para a vida inteira. Olhei em seus olhos, tão claros e sorri para ele, e inevitavelmente ele sorriu junto.
–Em que tanto pensa, minha linda? –Ele perguntou, enquanto acariciava meu rosto, ele fazia movimentos circulares nas maças de meu rosto. Inclinei minha cabeça um pouco para o lado, apreciando mais o carinho.
–Na sua insegurança. –Disse, vi que ele suspirou triste. –Não sei como ficou tão inseguro... –Mordi o lábio, imaginando ver Damon, com outra menina. –Na verdade, acho que sei... Quando você ama, você acaba ficando pensando em quantas pessoas podem te trazer mais felicidade que você mesmo... –Disse, sem noção do que eu falava. Suspirei e balancei a cabeça, tentando raciocinar, mas a verdade, é que quando o assunto é amor não se pensa, apenas se sente. –Você tem um medo absurdo de perder aquela pessoa, que a insegurança toma conta... Ah! Você entendeu. –Disse, vendo que o que eu falava não parecia estar tendo nenhum sentido.
–Quando se trata do amor, tudo perde o sentido. –Disse Damon, sorri e olhei para, ele. Molhei os lábios. –Agora me responda, por que seus lábios estão tão distantes do meu? –Ele perguntou, eu ri e me aproximei dele.
–Assim tá bom? –Perguntei, quando estava um pouco mais próxima dele, vi seus olhos brilharem e percebi que Damon era perfeito para mim, com todos seus defeitos, e eu era perfeita para ele, com meus defeitos, Damon e eu nos completávamos.
–Não, eu quero assim ó... –Ele disse e se aproximou mais de mim. Senti seus lábios roçarem nos meus, e sua respiração contra a minha. Fechei meus olhos, mas antes olhei em seus olhos, o vendo fechar no mesmo instante que os meus. –Eu te amo. –Ele sussurrou, abri um sorriso e senti seus lábios serem pressionados nos meus. Entrelacei meus braços ao redor dele, e ele colocou as mãos em meu rosto, acariciando. Senti sua língua junto a minha, suas mãos se movimentando pelo meu pescoço, pelo meu rosto. Nos separamos ofegante, e eu sorri para ele. Ele retribuiu o sorriso, e me deu um selinho. –Não posso ser egoísta e ficar a noite toda com você, então acho melhor entrarmos. –Ele disse e deu um suspiro.
James Maslov
–Marri! –Chamei, ela havia se escondido de mim. Olhei atrás da parede, e quando me virei, arregalei os olhos surpresa. Ela estava na minha frente, com um sorriso lindo. Aberto e branco, ela me olhou com os olhos lindos dela, e ela me abraçou. Ela parecia outra pessoa, não parecia aquela outra pessoa, e isso me deixava feliz. –Achei você, anjinha caída. –Disse e ela me olhou sem entender.
–Por que anjinha caída? –Ela perguntou, e eu ri, puxando ela pela cintura, para perto de mim. Repousei minha cabeça em seu ombro, sentindo seu doce perfume, sentindo o calor de sua pele e até mesmo a textura de sua pele, e digo, é macia, como um travesseiro.
–Porque você é um anjo e esta aqui na Terra, e não no céu. Além do mais, você não se machucou? –Perguntei, com o meu sorriso zombeteiro. Essa ela devia conhecer mesmo, mas eu usaria essa de qualquer jeito.
–Devia? –Ela perguntou me olhando com uma expressão confusa, em seguida analisou o corpo inteiro, atrás de algum hematoma, ou algo que indicasse que ela havia se machucado ou algo do tipo.
–Sim, você não caiu do céu? –Perguntei, ela abriu um sorriso e me bateu com um dos travesseiros. Pelos travesseiros serem feitos de pena, acabou que voaram alguma, abri a boca surpreso, peguei um outro travesseiro, e bati nela. Ela me olhou com um bico, e voltou a me bater, dessa vez em meu rosto, deixando algumas penas em minha boca. –AH! Isso não vai ficar assim não mocinha. –Disse e bati nela, acho que foi forte, pois ela acabou caindo em uma das camas, ela começou a rir, me abaixei no tamanho dela, e tirei uma das penas que estava em seu cabelo. Ela tentou olhar para o cabelo, e fez um biquinho, enquanto ficava vesga. Me aproximei e dei um selinho no mesmo. Seus olhos voltaram para mim, eu ri e me deitei ao lado dela, me apoiando no cotovelo para vê-la. –Tá tudo bem? –Perguntei preocupado, acariciando seu rosto com as pontas do dedo, olhando para ela, ela me olhou com um sorriso, e ficou do mesmo jeito que eu.
–Acho que eu engoli algumas penas. –Ela disse, fazendo uma careta. Ri balançando a cabeça negativamente, e me aproximei dela, beijando seus lábios, lentamente, apreciando cada minuto.
–Te amo. –Disse, encarando seus olhos, vi que ela arregalou os olhos e me olhou, ela ficou sem palavras, ela abriu a boca, e nenhuma palavra saia. Me aproximei dela, puxando-a para cima de mim, ela subiu e m mim e repousou sua cabeça em meu peitoral, comecei a acariciar seus cabelos, trazendo seus lábios para mais perto dos dela. Eu não precisava que ela me amasse, só precisava estar com ela.
–E-EU.... E-EU... –Ela parecia sem palavras, ela envolveu os braços ao meu redor. –Eu te amo! –Disse ela, minha boca se abriu em um “o” perfeito. Como assim? Ela me amava? Como? Quando? Ah! Quem se importa? ELA ME AMA! ELA ME AMA! ELA DISSE QUE ME AMA! Mas ela me ama? Ah! Ela me ama, sim ela me ama. Me ama tãããão intensamente como eu a amo.
Sharon
Estava deitada na minha cama. Depois do ataque daquela vadia louca, a Rayssa, a vadiazinha do Cody, Brittanny me levou para o quarto, disse para mim me acalmar, e qualquer coisa a chamar, ela estaria no quarto dela.
Suspirei, e me lembrei do desafio do Cody. Eu tinha que deixa-lo excitado. Bettanni quis me ajudar, e acabou se masturbando. Virei para o outro lado, lembrando do desafio...
“Me virei de costas para ele, e tirei meu pijama, ficando sem nada por cima de meu busto, por causa do bojo que o pijama já tinha. Quando me virei para ele, o vi analisar meus seios, sorri, e comecei a massageá-los...”
E por incrível que pareça, ele não ficou excitado nem nada. Uma droga. Me virei para o outro lado, me lembrando da Bettannie, ela havia sido uma grande ajuda.
“Escutei um gemido, enquanto dançava. Olhei para Cody, e percebi que não era ele, então olhei para Bettanni, ela passava as mãos por cima do sutian, massageando os seios, vi que uma de suas mãos estava por dentro da calcinha se masturbando, eu queria sentir aquelas caricias dela em mim, logo percebe que ela ia desabotuar o sutiã, olhei para Cody novamente, continuando minha perfomace...”
Senti minha calcinha ficar molhada e pulsando um pouco, e suspirei frustrada. Não queria me masturbar, nem nada, mas era o jeito que eu tinha. Passei as mãos pelo meu busto, ele estava coberto apenas com a meu lingerie, com um fecho que abria na frente. Abri o mesmo, e comecei a passar a mão por meu seio, puxando o mamilo algumas vezes, tirei o sutiã logo. Com a outra mão, fui descendo até a minha intimidade, coberta com o shorts do pijama, que mais parecia uma calcinha. Mas como eu não sou tão vadia assim, e provavelmente marcaria o que não devia, coloquei uma calcinha.
Coloquei a mão por dentro da calcinha, e comecei a mexer em meu clitóris, como Bettanni fez, soltava alguns gemidos baixos, mas nada que chamasse atenção para o quarto, a não ser...
Toc, Toc, Toc
Escutei alguém bater na porta. Bufei frustrada, tirei minha mão de dentro na calcinha e peguei uma camiseta, que não fosse justa, para não mostrar que eu estava sem sutiã. Abri a porta, e dei de cara com Bettanni.
–Eu escutei alguns barulhos, e vim ver se estava bem... –Ela disse, com um sorriso fraco. –Esta tudo bem, então eu vou voltar para o meu quarto. –Ela disse, mas antes eu a segurei pelo pulso, em um ato que eu não pensei direito.
–Não... Fica. Vamos voltar para a festa. –Disse e dei um sorriso fraco. –Entra, só vou ir por um pijama. –Disse, e fui caminhando para o meu closet, escutei a porta fechando e escutei passos. Adentrei o meu closet, a procura de um pijama para mim.
–Ahm... Acho que isso é seu. –Ela disse, e me estendeu o meu sutiã, que eu havia tirado. Dei um sorriso fraco e voltei a prestar atenção em pegar um pijama. Peguei um e ia caminhar para o banheiro, mas Bettanni segurou meu braço. –Pode se trocar na minha frente. –Ela disse, e sorriu. –Não vai ter nada a mais do que eu. –Ela disse, e sorriu tímida. Dei um sorriso fraco.
Tirei a minha camiseta, e vi os olhos de Bettanni se arregalarem ao verem meu busto descoberto. Tirei meu shorts, e vi seus olhos descendo em direção as minhas pernas. Ela mordeu os lábios, e eu sorri envergonhada. Ia colocar o shorts, e percebi que ela me olhava
–Bem que podia continuar assim. –Ela disse, e eu dei um sorriso, logo o escondendo. Aquela frase, me fez ficar mais molhada ainda.
–Assim você me deixa molhada. –Murmurei, e acho que ela não escutou. Me aproximei do meu closet, procurando uma lingerie, peguei uma -só peguei mesmo por causa do meu busto, e o pijama dessa vez não tinha bojo- mas era um conjunto, então teria que trocar a calcinha. Abaixei-me para trocar a calcinha, olhei de relance para Bettanni, e percebi seus olhos arregalados. Coloquei o conjunto de lingerie, e me abaixei, sem querer empinando a minha bunda.
–Assim você que me deixa molhada. –Escutei ela sussurrar, e corei, ela havia escutando então o que eu havia dito a minutos atrás. Me virei para ela, e vi que seus olhos me avaliaram por inteira.
–Disse alguma coisa? –Perguntei inocente, vi um sorriso no rosto dela, logo ela se aproximar de mim, ficando a centímetros para mim.
–Disse. Disse que assim você me deixa mais molhada. –Ela disse, e me puxou para mais perto. –E só por isso, você
vai ser castigada. –Ela disse, e me puxou para ela, para seus lábios. Puxei ela para mais perto, iniciando um beijo. Senti uma das mãos dela em meu rosto, e a outra ela desceu para o meu seio, apertando-o. –Você é tão gostosa... –Ela disse, e apertou meu seio mais forte. Percebi que estava em desvantagem, por estar só de lingerie. Senti sua mão em minhas costas, ela iria abrir o feixe do sutiã, mas eu me afastei dela e ela me olhou sem entender nada. –Você não quer, né... –Ela disse, cabisbaixa, revirei os olhos, segurando-a pelos ombros.
–Só acho que isso esta meio errado, eu de lingerie enquanto você continua de roupa. –Disse, e ela sorriu me olhando maliciosa, me puxou para perto.
–Quer tirar essa desvantagem? –Ela perguntou, e mordeu o lóbulo da minha orelha. Sorri com aquelas palavras, senti uma rosnado baixo sair de meus lábios, e eu me aproximei mais dela. A puxei e selei nosso lábios, com pressa. Coloquei minhas mãos em sua cintura, enquando as dela estavam em minha bunda, fui subindo minha mão, entrando dentro da blusa dela, subi minhas mãos até os seios dela, onde eu apertei. Escutei ela gemer durante o beijo, fui atrás do feixe do sutiã dela, e quando eu o encontrei, abri o sutiã dela, e percebi que era tomara que caia, pois ele acabou caindo no chão. Nos separamos ofegantes. Abri os olhos dela, e vi que seus olhos possuiam luxuria. Com as mãos ainda em suas costas, eu desci-as para sua bunda, puxei o shorts para cima, e apertei sua bunda. Voltei a beija-la, era tão bom seu beijo, era quase como se eu beijasse um dos principes, a única diferença, era o gloss de uva que Bettanni usava. Comecei a meio que empurrar Bettanni para trás, até ela cair em minha cama. Sorri, e subi, ficando em cima dela de quatro, puxei seu shorts para baixo, e voltei a beija-la. Sua mão subiu para o meu seio, massageando-o. -Que delicia. -Ela disse, quando nossos lábios se separaram. Puxei sua blusa para cima, liberando seus seios para mim, comecei a chupa-los, escutava Bettanni arfar, e sorri com isso. Subi beijando seu colo, seu pescoço, seu rosto, até chegar em seu ouvido.
–Gosta disso? -Sussurrei enquanto massageava os seios dela. Escutei ela ranger os dentes, me aproximei dos lábios dela, a beijando. Suas mãos estavam nas minhas costas, ela passou por cima do fechei, me puxou para mais perto dela, mordi o lábio dela, e puxei ele, soltando-o. Suas mãos abriram meu sutiã, e ela tirou ele de mim, exibindo meus seios já com os bicos enrrijecidos. Ela sorriu, e sem tirar os olhos de meu busto ela se aproximou de meus lábios, me puxando para seus lábios, começando a me beijar. Sorri entre o beijo, e a puxei mais para mim, senti suas mãos em meu seio, e eu gemi. Coloquei uma mão em seu seio, e a outra foi descendo até sua intimidade coberta com uma calcinha pequena. Passei minha mão por cima da calcinha, sentido que estava úmida.
Brittanny gemeu, e eu sorri. Coloquei minha mão por dentro da calcinha dela, sentindo a intimidade quente dela em meus dedos. Comecei a massagear seu clitoris. Lambi o pescoço dela, e fui descendo em direção aos seus seios, comecei a chupa-los. Escutava Brittanny gemendo. Desci seus dedos para a entrada dela, introduzindo meus dedos na mesma. Brittanny gemeu mais alto. Desci meus beijos para sua barriga e beijei todos os cantos da mesma. Desci mais um pouco, parando na frente da intimidade coberta dela. Tirei meus dedos dali, e coloquei nas laterais da calcinha dela, abaixando-a.
Olhei para Brittanny e notei que ela me olhava com um sorriso malicioso. Abri seus lábios inferiores, olhando sua intimidade toda aberta para mim, sorri e coloquei minha boca por ali. Escutava Brittanny gemendo, e tentando colocar meu rosto mais próximo de sua intimidade. Penetrei-a com a minha língua, e ela gemia. Senti que seu ápice estava perto, e logo ela gozou em minha boca.
Ela invertou a posição, ficando por cima de mim. Ela me beijou, e suas mãos foram para os meus seios massageando-os. Logo ela desceu os beijos, indo para a minha intimidade. Ela sorriu, e começou a me torturar por cima da calcinha, arfava com aquela tortura, logo ela se livrou da calcinha e enterrou o rosto em minha intimidade. Ela brincava com a mesma, enquanto introduzia dois dedos em mim, gemi e logo senti meu ápice próximo. Ela aumentou a velocidade de seus dedos, e eu gozei. Ela lambeu minha intimidade, tirando todo aquele gosto, logo subiu para cima e me beijou, ela caiu por cima de mim, e eu sorri para ela, cansada.
Joe Jonas
Olhava para todos os lados. Meus irmãos –todos bestas por sinal– acabaram indo com seus parceiros, menos Bruna, ela ainda não
tem a idade certa para namorar. Ela só vai poder namorar quando tiver 100 anos, pelo menos saberei que ela não será abusada de ninguém. Senti a presença de alguém e percebi que esse alguém era Demi. Sorri para ela, e a puxei para o meu colo.
–Onde será que esta Ashley e Sophie? –Ela me perguntou, eu sorri para ela. –Eu estou ficando preocupada. Elas estão demorando para chegar. –Ela disse, e fez um bico, pensativa. –Será que aconteceu alguma coisa ruim? –Ela perguntou, parecia preocupada. Mas eu não me incomodava tanto assim, eu sabia que a minha princesa iria conseguir ser forte, independente do que estivesse acontecendo naquele quarto. Ela já teve que aguentar o pai em coma, e sua quase morte, teve que aturar a doença do irmão, a morte de... Ah! Melhor nem falar, não gosto de me lembrar disso.
–Joe? Joezito? Meu principinho? –Escutei Demi começar a dizer, balancei a cabeça negativamente, e a olhei. –JOE QUE DORME SÓ DE CUECA! –Ela gritou, e eu arqueei a sobrancelha. Joe que dorme só de cueca? Como ela sabe? Arregalei os olhos. –JOE QUE É UM FROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOUXO! –Ela gritou, eu a olhei, e quando ela percebeu que eu a olhava ela sorriu para mim. –Tava ai a muito tempo? –Ela perguntou, com um sorriso tímido.
–Você vai ficar falando mal de mim mesmo? –Perguntei, fazendo um bico. Demi riu, se aproximando de mim, eu peguei em sua cintura e a deixei próxima a mim. Olhei em seus olhos e sorri, ela sorriu junto comigo. Comecei a acariciar seu rosto, ela tinha um sorriso lindo.
–Desculpinha. –Ela pediu e começou a piscar os olhos repetidamente. –Sabe, meu amorzinho lindo, que apesar de dormir de cueca, roncar, ser um frouxo, não proteger suas irmãs, ser bem estranho, ser grosso... –Ela começou a dizer, eu a olhei entediado. –Apesar de todos esses defeitos, que são terríveis demais, eu te amo. –Ela disse, eu ri e me aproximei dela, dando um beijo de eskimo nela.
–Que bom, não quero ser o único a amar nessa nossa relação. –Disse, e ela pulou em cima de mim, segurei ela, colocando as mãos próximas a sua bunda, ela começou a tentar pular em meu colo. Arregalei os olhos, mas logo ela desistiu e fez um bico, passei ela para as minhas costas, e comecei a correr. Ela segurou forte em meu pescoço, quase que me enforcando, e começou a mandar eu andar como fazia com os cavalos. –Nem para pedir por favor, nem dizer que me ama, né? –Perguntei, fazendo um bico. Escutei um riso nervoso de Demi.
–Tudo bem, cavalinho julgo Frouxiiildo, pula, pula! Ah! Por favor, te amo, agora vaaaaamos! Seu lerdo vamos! –Ela gritou, e começou a pular em mim, animada. Segurava em suas coxas com medo dela cair. Comecei a correr pelo salão, todos nos olhavam, aposto que diriam que somos loucos, mas ser louco é ser feliz, e eu sou feliz!
Julieta Amanda Esteves dos Santos
Olhei para Kendall, ele sorriu para mim, e eu me aproximei dele. Ele puxou minha mão, me aproximando mais dele, ele me puxou pela cintura. Sete minutos no paraíso havia acabado, não sei se digo por sorte ou algo de tipo, pois eu não sei como é, por ainda não ter ido em algum desse tipo.
–Está gostando daqui? –Escutei Kendall sussurrar para mim, olhei para ele sem entender nada. –Se não estiver, estou com meu skate aqui, e podemos começar nossa aula de skate. –Ele disse, acho que meus olhos começaram a brilhar. Mordi o lábio, e me virei de frente para ele. Ele sorriu para mim, acariciando minha cintura com o polegar.
–Só se você prometer não deixar eu me machucar. –Disse, enquanto olhava nos olhos dele. –Nem me deixar cair. –Completei, e ele sorriu para mim. Segurando em meu rosto, ele se aproximou de meus lábios, onde depositou um selinho, apenas para sentir a textura de seus lábios.
–Eu não vou te deixar cair, sou capaz de dar minha vida por você, minha querida princesa. –Ele disse, e eu sorri para ele, aproximando mais meu rosto do dele, fechei os meus olhos e o puxei mais parar perto de mim, ele segurou mais firme em minha cintura, e me puxou para mais perto dele, selei nossos lábios, com uma pressa, ele mordeu meu lábio levemente, e eu segurei em seus cabelos, bagunçando-os um pouco. Sua língua brincava com a minha, seu hálito se misturava com o meu, e eu me sentia diferente, não era igual aos outros, era especial, único...
Ele me tirou do chão, me pegando no colo, e eu dobrei meus joelhos, Kendall me girou em seu colo. Não tive medo de cair, eu me sentia segura com ele. Nos separamos, olhei em seus olhos, e sorri.
–Vamos? –Perguntei, dando o meu melhor sorriso. Ele me colocou no chão, com cuidado, um pé de cada vez foi ficando no chão. Kendall tinha todo o cuidado comigo, como se eu fosse uma delicada rosa, tão fácil de se quebrar...
–Vem. –Ele disse, e me puxou para algum lugar que eu não sabia onde era. Suspirei com medo de onde ele estava me levando, mas eu precisava confiar nele, e eu confiaria. Ele pegou seu skate, e subiu nele. –Corre! –Ele disse, e com o skate começou a acelerar, só qe não corria tanto como ele.
–EU NÃO CORRO COMO O SEU SKATE! –Gritei, e escutei seu riso, ele voltou, e me pegou no colo acelerando a velocidade do skate, me agarrei a ele, sentia o vento em meu cabelo, não era como os cavalos, era um pouco mais lerdo, mas era mais perigoso
se comparado ao cavalo, ou não, pois se o cavalo bater, você e o cavalo vão se machucar.
Senti o vento parar, olhei ao redor, percebendo que estávamos em um canto da escola que eu não conhecia, mais por ser a parte dos meninos. Tinha uma pista de skate ali, com alguns obstáculos. Sorri, um dia eu iria conseguir passar por tudo isso.
–Vem. –Ele disse e foi me puxando para uma parte que era só cimento, não tinha nada. –Olha, vou segurar sua mão, até você conseguir pegar a prática, mas tome cuidado, não quero que você se machuque. –Ele disse todo fofo. Sorri abobalhada para ele. –Ta, vamos começar. –Ele disse, começou a me explicar, mas eu nem prestava atenção. Kendall possuía um sorriso tão brilhante, mais brilhante que as estrelas. –Vamos lá. –Ele disse, e eu balancei a cabeça, eu não havia entendido nada. –Acredite, é mais fácil na prática. –Ele disse, e eu sorri amarelo.
Ele me ajudou a subir no skate. Ele segurava minha mão, como disse, mas logo fui pegando a prática, ele ficou do outro lado e pediu para mim ir sozinha, para ver se eu iria conseguir. Claro que ele colocou os protetores, todo cuidado com medo. Suspirei, olhei a pista, e comecei a fazer do jeito que ele me ensinou, mas quando estava chegando próxima a ele comecei a me desesperar, como era que parava mesmo? Acabei atropelando-o, caindo sobre ele, e ele me olhou com um sorriso. Começamos a rir, e ele tocou meu rosto, me analisando.
–Me diga que não se machucou. –Pediu ele, e eu neguei, e ele suspirou aliviado, sorri e dei um selinho rápido nele. Que fofo ele é !
Nick Jonas
Olhei Maria Clara, se eu não me engano o nome dele é esse mesmo. Ela estava sentada do lado de um vaso de flores, todo
delicado. Sorri, ela era bonita. Silenciosamente fui me aproximando dela, ela parecia solitária, eu apenas queria acabar com aquela solidão, e a conhecer melhor.
–Oi. –Disse, e vi que ela se assustou. Ela arregalou os olhos me olhando, logo um sorriso tímido apareceu em seu rosto. –Posso me
sentar? –Perguntei indicando o puff do seu lado, ela sorriu abobalhada.
–Claro. –Ela disse, e eu escutei a voz dela, era uma surpresa para mim escutar sua voz. Ela era gostosa de se ouvir, não era igual
as outras, era melodiosa, um voz tão doce... –Sou Maria Clara. –Ela disse, me estendendo a mão. Sorri para ela, e peguei sua mão, depositando um leve beijo na mesma.
–Sou Nichollas, mas me chame de Nick. –Disse, ela me olhou com um sorriso, tão bonito... Seus dentes eram bonitos, brancos e brilhantes. –É novata aqui, não é? –Perguntei, ela me olhou e sorriu.
–Sim. Eu queria tanto entrar nessa escola, que acho que tive sorte porque eu entre! Imagina que sonho, eu vou aprender tantas coisas, eu quero muito aprender sobre hipismo, etiquetas, quero ser a melhor para o meu país, imagina se acontece algo? Isso é terrível, por isso eu preciso aprender, não acha? –Ela perguntou, falando toda animada. Ela parecia aquelas pessoas que quando esta desmoronando, fica com um sorriso e tenta animar as outras pessoas, parece aquelas pessoas que não julgam ninguém. –Você entende? –Ela perguntou, e eu notei que ela falava e eu nem escutei.
–Mil perdões, eu nem prestei atenção no que você falava, eu estava percebendo que você parece aquelas pessoas que não desanimam. –Comentei com ela e ela me olhou com um sorriso maior.
–Claro, ninguém precisa saber que você esta sofrendo, e sem contar que dias melhores estão por vir. –Disse ela, e eu me surpreendi. Essa frase é boa, “Ninguém precisa saber que você está sofrendo”. –Sabe, eu tive que aprender, pois eu preciso estar feliz para o povo, se algo me acontecer, eu tenho que enfrentar com um sorriso. –Ela disse, e eu sorri. Eu compreendia isso, não demonstrar o que você sente, é uma prioridade para não preocupar o povo.
–Não preocupar o povo com o que você sente. Eles são a prioridade, correto? –Perguntei, e ela me olhou animada. Ela olhou para um canto.
–Pois eles são o futuro. –Disse ela e eu sorri, assentindo com a cabeça, em forma que eu entendi o que ela disse, por ter entendido mesmo. -Eles vão ser aqueles que vão me acompanhar e me apoiar em algumas coisas. -Ela disse, e me olhou com um sorriso.
Rayssa Simspon
Cody estava sentado em um sofá no canto da varanda. Me aproximei dele, ficando ao lado dele. Ele me olhou, e eu sorri. Colocando minha cabeça em seu ombro. Nós não parecíamos mais aquele casal que éramos no começo. Suspirei e olhei para ele, seu olhar, seu cabelo... Tudo o deixava perfeito. Suspirei, e olhei para cima, para o céu escuro, as estrelas brilhavam muito essa noite.
–As estrelas estão brilhando mais hoje. –Comentei com Cody, olhei pelo canto do olhos, e vi seu olhar nas estrelas. Até que era bom olhar as estrelas, pensar que elas brilham por si só, são tão independentes.
–Elas não são as únicas. –Escutei ele dizer, me tirando de meus devaneios. Olhei para ele, e vi que ele me olhava. Abri um sorriso para ele, e ele retribuiu o sorriso com um sorriso largo. Encostei a cabeça na curva de seu pescoço, meio que subindo no seu colo. Ele começou a passar as mãos em minhas costas.
–Você percebeu que mudamos? Não somos mais o que éramos antes.. –Comentei baixo, no ouvido de Cody. Mordi o lábio, esperando suas palavras. –Será que o nosso amor acabou? –Perguntei, e me senti ser separada de Cody, ele olhava em meus olhos.
–Por favor, pelo meu bem, não repita essas palavras. –Ele disse, e eu dei um sorriso fraco. –Só amadurecemos, por isso mudamos. Mas o nosso amor não aconteceu nada, na verdade, ele só cresceu mais. –Ele disse, e eu suspirei. Ele sorriu para mim, um sorriso que não tinha como não retribuir. Mordi o lábio, e retribui o sorriso para ele.
–Eu te amo. –Disse, e encostei minha cabeça em seu ombro. –CoCo, promete que será para sempre? –Pedi, olhando as estrelas. –Como o brilho das estrelas. –Disse e olhei em seus olhos.
–Eu não posso fazer durar para sempre, pois o para sempre acaba, mas eu posso fazer durar até o meu último suspiro. –Ele disse, e eu sorri.
–Por enquanto, isso está bom. –Disse, e ele beijou minha cabeça. Fiquei quieta, olhando as estrelas. –Você acha que é possível alguém brilhar como as estrelas? –Perguntei, e olhei para Cody, ele me deu um sorriso.
–Ela só precisa confiar em si mesma, e logo estará mais brilhante que as estrelas. –Ele disse calmo sereno. Suspirei, e passei minha
mão em seu rosto. Um anjo. Sorri, e o puxei para mim, com um sorriso, ele se aproximou de meu rosto, selando nossos lábios, nossas línguas se enroscavam uma na outra, coloquei minha mãos em seu pescoço, e ele colocou as dele em minha cintura, me puxando mais para perto. Sorri, quando nossos lábios se separaram, mas eu o puxei para mais perto de mim, e nada podia nos separar. -Eu te amo. –Sussurrou, e eu sorri para ele.
Me arrumei no colo de CoCo e comecei a prestar mais atenção nas estrelas, mas sentia o cafuné de Coco em meus cabelos, fechei os olhos sentindo mais sua acaricia, logo abri os olhos e fiquei a olhar as estrelas, sentindo a respiração suave de Cody em minha nuca.
Tyler Lockwood
Abracei Carolina pelos ombros, ela estava segurando minha mão, que estava abraçando-a. Ela estava me olhando com um sorriso, me aproximei mais dela, do que o possível, e a beijei. Ela retribuiu, um beijo doce. Sentia sua língua junto a minha, ela tinha um sabor de doce, um chiclete, uma balinha, algo doce que eu não tinha adivinhado ainda.
–Ai, Ai... –Ela disse e suspirou parecia desanimada quando paramos de nos beijar. Olhei para ela sem entender nada. –Jerry... –Ela murmurou baixo, acho que não era para mim ouvir, mas acabei por ouvir. Jerry, não era o ratinho dela? Faz tempo que ela não fala dele, nem deve mais passar tanto tempo com ele mais.
–Falta dele? –Sussurrei em seu ouvido. Só vi ela se virar para mim com os olhos esbugalhados, como quem pensa, ele leu a minha mente, OH! Mas eu não tinha esse poder, infelizmente, iria ser legal saber o que as outras pessoas pensavam. –Eu escutei seu murmúrio. –Disse dando de ombros, ela me olhou com um bico, ri e apertei seu bico levemente, sem intenção de machuca-la, acho que sou incapaz disso na verdade.
–Eu queria tanto passar mais tempo com ele, mas tudo esta acontecendo muito rápido nesse tempo! E olhe que nem faz dias que estamos aqui direito. –Ela disse, com um olhar triste. Aproximei-me dela, pegando-a no colo, segurando-a pela cintura. Ela era
meio miúda por ser nova, mas isso a deixava mais angelical. –Eu preciso passar mais tempo com ele, eu não quero abandona-lo. –Ela disse, e eu comecei a fazer cafune no cabelo dela.
Com um sorriso, que a deixou curiosa, comecei a caminhar em direção aos dormitórios. Eu odiava ver a minha pequenina Carolina triste, então eu iria faze-la sorrir, com um simples amigo que me ajudou a conhece-la.
–Aonde estamos indo, Ty? –Ela perguntou, enquanto me agarrava mais, ela estava com medo. Ela acha que eu sou capaz de fazer algo contra ela? Justamente contra ela? Balancei a cabeça negativamente.
–Não tenha medo. –Disse e parei em frente à porta dos dormitórios femininos, quando ela viu, ela me olhou sem entender nada. Abri, segurando-a, por ela não ser tão pesada, era mais fácil. Coloquei ela em um dos meus braços, enquanto abria a porta, e logo a coloquei por trás de mim, como se eu fosse um cavalinho. Mas tecnicamente, por ela eu seria um cavalinho, a levaria para onde
quer que ela precisa-se. –Me guie? –Pedi, ela mesmo sem entender nada começou a me dizer onde, e qual era o número de seu quarto.
–Por que estamos aqui? –Perguntou, eu a olhei com um sorriso. Ela abriu a porta meio hesitante, ela entrou e me convidou para entrar, quando entramos, me sentei na cama que julgo ser dela. Ela pegou uma gaiolinha, e vi seus olhos brilharem ao olhar Jerry. Ele colocou as duas patas da frente no vidro, como se quisesse sair dali.
–Olá Jerry. –Disse, e o ratinho logo foi retirado de suagaiola, que parecia ter sido modificada só para ele. –Sua dona estava com
saudades, desculpe tira-la assim de você colega. –Disse, pegando-o nas mãos. Ele começou a me cheirar, e Carolina olhava a cena com um sorriso. Eu havia conseguido a fazer sorrir, isso era bom, bom não, perfeito! Exceelente demais!
Ravenna Annabelle Diaz
–Vem comigo? –Pedi para Niklaus, ele estava no canto, segurando um copo com uma bebida. Ele me olhou com um sorriso fraco, e começou a me seguir. Engoli em seco, em quanto o puxava para um dor armários que tinha os materiais de limpeza.
–O que você quer? –Ele perguntou e eu sorri fraco para ele, engoli em seco, enquanto me aproximava dele. Coloquei minhas mãos em seu peitoral, e me aproximei dele. –Fala logo –Ele disse, e eu abaixei a cabeça envergonhada. Como eu iria dizer isso?
–Desculpe. –Disse, e percebe que ele me olhou sem entender nada. –Pelo que eu fiz aquela hora. –Disse e ele sorriu para mim, se aproximando e tocando meu rosto. –Eu tenho medo, de você querer só beber e beber... Pois isso faz tão mal a saúde. –Disse meio envergonhada em dizer a ele sobre minha preocupação. –É por que eu te amo, e você é tudo para mim. –Disse e olhei em seus olhos. Niklaus se aproximou de mim, selando nossos lábios. Senti o gosto da vodca em sua boca, fiz uma careta, mas continuei com meus lábios grudados no dele.
–Eu também te amo, e sei o que é isso. –Ele disse, e eu sorri para ele. –Eu prometo me comportar, tudo bem? –Ele falou, e eu acariciei seu rosto. Será que existia um anjo como ele? Ele era tão preocupado comigo, e isso era uma atitude que me fazia me apaixonar mais por ele. Apoiei minha cabeça em seu ombro e fechei os olhos. Levantei minha cabeça, e olhei em seus olhos, seus lábios começaram a se aproximar dos meus e logo ele começou a me beijar.
Seu beijo era doce, especial. Sentia sua língua junto a minha, o gosto da bebida e de algo mais em sua boca, e em seu hálito. Acariciei seu rosto, e ele colocou a mão em minha nuca, pressionando seus lábios nos meus com mais pressa.
–Você não queria voltar? –Perguntei, enquanto ele me beijava, e segurava em minha cintura, forte, como se tivesse medo que eu saísse de lá, fugisse para longe dele.
–Voltar? Eu não vou voltar para nenhum lugar, aqui ao seu lado já está perfeito. –Ele disse, quando nossos lábios se descolaram, mas logo ele os selou novamente, eu tinha as minhas mãos em suas costas, o puxando mais perto para mim. Passei minhas mãos por debaixo de sua camiseta, arranhando suas costas, senti-o arquear as costas, e sua pele ficar áspera alguns segundos, ele havia se arrepiado. Sorri e senti-o beijar o meu pescoço, em seguida distribuindo mordidas leves por aquele local.
–Para... –Disse, tentando com um pouco de minha força, tira-lo de cima de mim. –Temos que voltar. –Disse, e ele fez um bico.
–Temos não. –Ele disse manhoso, e continuando com as deliciosas caricias em meu pescoço.
–Vamos, Nik. –Disse e ele bufou se separando de mim, me deu um beijo e saímos com as mãos entrelaçadas daquele armário. O armário onde eu confessei que o amo, e ele disse a mesma coisa, que coisa mais banal é isso.
Josh
Olhei Júlia ela estava dançando, ela estava animada. Isso era perceptível, mas eu como um idiota tímido, não me aproximava dela. Eu não sabia o que fazer, eu apenas a olhava, pois ela era linda, e meus olhos eram atraídos para ela, sem minha permissão.
Quando ela notou que eu a olhava, senti minhas bochechas esquentarem. Ela sorriu para mim, e me chamou com os dedos para mim me aproximar dela. Olhei ao redor, vendo se ela falava com outro alguém, mas não, ela falava comigo.
Meu coração começou a palpitar, quanto mais próximo a ela eu ficava. Sentia minhas mãos soarem, eu estava com medo. O que estava acontecendo comigo? Engoli em seco, ela estava parada me olhando com um sorriso, parei na frente dela.
–Cara, você precisa se soltar mais. –Ela disse e sorriu feliz. Eu suspirei, ela havia percebido minha timidez tão de cara assim? –Dança comigo? –Ela pediu, não devia ser eu a pedir isso. Sorri, e peguei na mão dela, ela sorriu para mim, e olhou nossas mãos. –Suas mãos estão tão suadas. Está nervoso? –Ela perguntou risonha.
–Ér... Ér... Que eu ainda não... Eu nu-nunca me aproxi.... Me aproximei de alguém... Como vo-você. –Disse meio gaguejante, ela me olhou com um sorriso. Uma música animada começou, e ela começou a dançar, tentava acompanhar seu ritmo.
–Assim como eu? –Ela perguntou sem entender nada. Ela me olhou esperando uma resposta, abaixei a cabeça, como dizer a ela? –Pode me falar, não precisa ter vergonha. –Disse e eu me acalmei um pouco, respirei fundo, e olhei dentro de seus olhos tão brilhantes.
–Alguém perfeita, como você. –Disse, e ela sorriu. Se aproximando mais de mim, deixei de lado minha timidez, e envolvi a cintura dela, a puxando para mim, ela sorriu, em um ato de aprovação, ela me olhou por inteiro, e sorriu sem mostrar os dentes, me aproximei mais dela, e vi ela fechar os olhos lentamente, respirei fundo, fechando os olhos e me aproximei mais dela, selando nossos lábios, em um selinho. Era tão bom sentir seus lábios nos meus, só que eu queria mais.
No ritmo da música, a balançava. Passei a língua em sua boca, pedindo passagem, que logo foi concedida pela mesma, ela envolveu seus braços em meu pescoço, brincando com o meu cabelo, ela o envolvia em seus dedos. Minha língua procurava conhecer, explorar a boca deliciosa dela, dava algumas mordidinhas em seu lábio inferior... Nos separamos ofegantes, o ar não estava ao nosso lado.
–Isso foi... –Ela começou, ainda sem se desgrudar de mim. –Você perdeu a timidez, não foi? –Ela perguntou com um sorriso, encostei meu nariz no dela, e me aproximei mais dela, queria ter a sensação de seus lábios novamente nos meus. Ela percebendo o que eu faria a seguir sorriu. –Pelo visto sim. –Sussurrou, antes de seus lábios serem tomados pelo meu, nossas línguas batalhavam dentro de nossas bocas, e eu sentia sua língua na minha, aquela sensação era estranha, sentia algo em meu estômago, isso era alguma doença?
Gabriella Ryan Williams
Depois daquele beijo, um tanto errado que eu havia dado em Zayn, eu fui para o meu quarto, o meu refúgio. Aliás, quem não
tem o quarto como refúgio? Entrei dentro do closet, meio que desabando ali, estava escondida, não queria que ninguém me visse fraca desse jeito. Eu o amava, e o queria de volta, queria voltar a ser o que éramos. Estávamos apenas em uma fase ruim de nossa relação, é isso, estávamos apenas em um péssimo momento de nossa relação, aliás casais brigam não é? Vi uma caixinha ao meu lado, peguei ela a abrindo, mesmo sem saber o que era. Surpreendi-me ao ver o que era. Eram todas as nossas fotos. Sorri, pegando a primeira que tinha naquela pilha, me lembrando daquele momento.
# FlashBack #
Ainda estava com um pouco de sono, admito. O dia anterior havia sido muito cansativo. Zayn havia me levado para conhecer um
lago que tinha, longe do palácio, longe do mundo. Estava deitada na cama, me virei de frente, vendo Zayn ainda dormindo. Sorri, e acariciei a face dele. Ele era um anjinho dormindo.
–Amor... –Sussurrei, baixinho. Eu tinha que acorda-lo, pois se meu pai o vê aqui, me constrangeria na frente dele, fazendo suas banalidades de sempre. Ah! Pai, nem sei se é assim que eu posso chamar ele.
–Hum? –Escutei ele murmurar ainda dormindo, passei minha mão em seu cabelo, ele nem se mexeu. Suspirei e comecei a acariciar seus braços, tentando acorda-lo.
–Vamos, você tem que levantar. –Disse, e dei um selinho nele. –Vamos. –Disse, eu não me reconhecia quando estava com Zayn, eu não era aquela pessoa tão dura, eu parecia àquela garotinha frágil de alguns anos atrás. –Vaaamos. –Disse e dei outro selinho, mais longo nele, ele nem se mexeu. –Tudo bem, vou chamar o Senhor Balde. –Disse, e quando ia me levantar, senti ele me puxando para seus braços.
–Eu não quero ir. –Ele murmurou, olhei para ele e vi seu bico. Tão irresistível. –Quero ficar com você. –Ele disse fofo.
–Você pode ficar, depois de ir tomar banho, você ta fedendo. –Disse, tentando faze-lo ir para o palácio dele. Ele me olhou com uma expressão chocada.
–To? –Ele perguntou, eu ri negando. –Por que então me disse? –Ele perguntou, apenas me sentei em seu abdômen, descendo até seus lábios, fiquei roçando meus lábios nos dele.
–É que eu preciso fazer algumas coisas. –Disse, ele me beijou, ele se levantou meio contrariado, ele me deu um selinho, mas eu desci com ele de qualquer jeito. Quando estávamos lá embaixo, ele me puxou para ele, antes de partir.
–Te quero arrumada as 20h, okay princesa rebelde? –Escutei ele sussurrar e assenti com a cabeça. –Me dá um beijo ante deu ir? –Ele pediu, eu revirei os olhos, e ele me beijou partindo.
# FlashBack Off #
E em algumas horas, o mundo todo sabia de mim e do Zayn. Simples não? Ia pegar outras fotos, mas escutei alguém me chamar. Continuei ali sentada, senti a presença de alguém e percebi que esse alguém era Zayn, ele olhou a foto em minhas mãos e sorriu.
–Foi nesse dia que eu te pedi em namoro, você lembra? –Ele perguntou. Sim, eu realmente me lembrava, mas eu não iria falar isso.
–O que quer aqui? –Perguntei, encostando minha cabeça na parede do closet, ele suspirou e me olhou com um sorriso fraco.
–Eu só quero te pedir, você me dá uma outra chance? –Ele perguntou, meu coração pulava. Eu não sabia o que falar. –Quem ama, merece outra chance.
–Quem ama, confia. –Retruquei.
–Por favor, eu fui um grande panaca, eu sei. –Ele disse, eu abri a boca, eu já sabia a resposta que eu daria para ele, ela estava pulando na ponta da minha língua.
Niall Horan
Fiquei acariciando o rosto de Sam. Ela olhava o jardim dali. Ela queria tanto sair de dentro do salão, só que eu não entendia o porquê. Será que ela queria ficar comigo, aqui sozinho, só nos dois? Abracei seus ombros, e percebi que ela estava arrepiada. A puxei para mim, tentando melhorar para ela.
–Você é tão linda, como essas rosas. –Sussurrei em seu ouvido. Ela me olhou com um sorriso tímido. –Você tem um cheiro perfeito, como o delas. –Disse, passando o meu nariz pelo seu pescoço, ela se encolheu, devia ter cocegas no pescoço. –Você é tão delicada, como cada pétala da rosa. –Comentei baixo, roçando meus lábios em sua bochecha. –Você é tão perigosa, como os espinhos dela também. –Comentei, a fazendo rir.
–Bobo. –Ela disse, dando a língua para mim. A deitei no banco, me deitando por cima dela. –Nialler você precisa parar de comer, esta muito gordo. –Ela disse passando a mão pela minha barriga. –Vou te colocar em uma dieta, bem rigorosa. –Quando ela falou isso, fiz um bico.
–Aah! Mas só se for para passar por cima de meu cadáver, ninguém vai me tirar minhas comidinhas. –Disse e ela me olhou desafiadora. –Quer me desafiar é? –Perguntei, e comecei a fazer cocegas nela, ela se contorcia de tanto rir. Colocou os braços em meu peitoral e tentou me afastar dela, mas isso só me fez piorar as cocegas nela, sua risada era deliciosa de ficar-se ouvindo.
–E-EU... vo-vou... fi-ficar.... s-sem... ar! –Ela disse, arfando, parei um pouco com as cocegas, deixando-a respirar um pouco, ela
estava vermelha. Comecei a rir, e ela fez um bico muito fofo. –Não ria de mim. –Ela disse, eu não aguentei e continuei rindo. Ela recuperava-se, e eu me sentei no gramado, olhando para ela, quando parei de rir. –O que tanto olha? –Ela perguntou me olhando assustada. –Meu cabelo está bagunçado? Tem alface em meu dente? –Ela perguntou, e começou a passar a mão no dente dela. Sorri para ela, balançando a cabeça negativamente.
–Você é tão linda. –Disse, e ela me olhou com uma expressão de gozação. Ela começou a rir, e eu não entendia mais nada. –O que foi? –Perguntei assustado. –Tem alguma coisa em mim? Um bicho? –Perguntei e comecei a me olhar a procurar pelo o que tanto ela ria.
–Como você é mentiroso! –Ela ria, eu fiz uma careta, então era só por isso que ela ria? Bufei, e a olhei entediado. –EU não sou linda, sou maravilhosa. –Disse ela fazendo um pose. Agora eu que ri.
–Como você é modesta. –Disse, e ela me olhou com um sorriso lindo.
–Eu sei, eu sou tão modesta. –Ela disse e piscou os olhos, dizendo isso como se fosse chique, apesar dela ser mesmo. Aproximei seu rosto do meu e beijei seus lábios, a procura de sentir seu gosto, sentir a sensação de seus lábios nos meus, o meu coração palpitando... Eu selei nossos lábios, invadindo a boca dela, e comecei a explorar a boca dela, igual ela fazia com a minha. Aquilo era tão bom. Senti saudades, tenho de admitir.
Ashley Collins
Olhava Sophie com medo, o que ela tinha? Ela estava possuída? Ela me olhava com um olhar assustador, como se não gostasse nada de mim. O que eu fiz para isso acontecer? Estava encolhida em um canto, escutava os gritos de Justine de Harry lá fora.
–Me tire daqui! –Gritei, escondendo meu rosto em meus joelhos com medo. Escutei uma risada maléfica, olhei para cima, percebendo que era dessa coisa que estava dentro de Sophie.
–Você merece isso. Você quer muda-la, você não pode mudar a minha princesa! A MINHA SAMMY! VOCÊ NÃO VAI! –Gritou aquela coisa, as lágrimas já escorriam. Me encolhi em um canto, e fiquei observando, a porta. Por que eles não conseguiam abri-la logo e me tirar daquele lugar? Fechei os olhos e comecei a chorar, mais alto.
–ANGEL? O QUE ESTA ACONTECENDO? –Escutei o grito de Harry preocupado. Ele estava ali, ele estava preocupado comigo... Isso me confortava.
–ME TIRA DAQUI! –Gritei, e comecei a bater a cabeça na parede, sem força. Eu estava com medo, e aquele ser só me observava. Engoli em seco, e me ergui, olhei nos olhos azuis de Sophie, eles estavam mais escuros, não era os olhos dela mesmo, ela estava possuída mesmo.
–Ninguém vai te salvar, “Angel”. –Disse aquela coisa, eu fechei os olhos, o medo era tanto. O que essa coisa queria? E por que comigo?
–FIQUE LONGE DELA! –Escutei um grito, me encolhi no canto, fechando os olhos. –ABRE ISSO LOGO JUSSTIN! –Escutei o grito de Harry, e logo um barulho na porta. –ANGEL! –Escutei a voz de alguém, olhei para cima, vendo que o que dominava Sophie estava saindo dela, ela ia cair, mas Justin a segurou, antes que ela caísse. Senti um par de mãos me pegando no colo, e me colocando na minha cama, olhei ao redor do quarto, tudo estava uma bagunça. Era maquiagem, roupas, travesseiros, tudo estava jogado no chão. Me encolhi olhando tudo aquilo.
–Calma, passou. –Ele sussurrou, e eu fechei os olhos, tentando acreditar.
Carlos Garcia
Depois dos sete minutos que eu tive com a Andressa, ela estava mais envergonhada. Ela estava sentada no puff ao meu lado, com a cabeça escondida. Acho que ela estava com vergonha. Ri, chamando a atenção dela.
–Para que tanta vergonha, princesa? –Perguntei e ela me
olhou sorrindo tímida. Acariciei seu cabelo, e ela me olhou com as bochechas coradas. –Vem cá. –Disse, puxando-a para cima de mim. –Não precisa ter vergonha. Você é perfeita. –Disse, e comecei a beija-la. No inicio, ela estava hesitante em me beijar, mas logo começou a me beijar sem se importar com nada. Sorri entre o beijo. Ela era tão fofa.
–Eu te amo. –Ela disse quando separamos nossos lábios, sorri para ela, e a puxei para perto de mim.
–Também te amo, e muito minha linda. –Disse, e ela sorriu. Puxei-a para mais um beijo, ela passava as mãos pelo meu pescoço, as vezes arranhando, e eu acariciava suas costas. Logo estávamos ofegantes, olhando nos olhos um do outro.
E um barulho foi ouvido. Andressa parou de me olhar, olhando para o redor, a procura do causador do barulho. Dei um pulo ao escutar uma voz.
–Bota a mão na cabeça...

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