segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

# E.D.P Capítulo 35 - Festa do Pijama II #


–SE DIVIRTAM E BEBAM ATÉ CAIR! -Ela gritou, e todos arregalaram os olhos, surpresos.
****
A festa estava iniciada, então, depois da loucura da Diretora. Todas as princesas acharam isso estranho, mas só uma pessoa sabe o que aconteceu, só uma. Annellis. A pequena, que olhava a mãe com um sorriso no rosto, angelical.
–Ta tudo bem, mamy? -A garotinha perguntou, balançando o corpo pequeno, ela estava observando a mãe, com um copo de uma bebida que a menina desconhecia na mão.
–To sim querida. -Disse a Diretora, olhando a pequena um pouco zonza. -Se você não fosse pequena, eu te dava um pouco dessa bebida. -Ela disse, e deu uma golada na bebida, que era simplismente Champagne.
–O que é isso, mamy? -Perguntou Annellis, olhando para o copo, com um sorriso grande. Ela era muito curiosa, e isso atrapalhava um pouco sua vida, pois todos se estressavam com suas perguntas.
–Champagne. -Disse a mãe, e se levantou, enchendo mais um pouco sua taça. Ela se levantou, e quase que caiu, se sua filha não a tivesse segurado firme na cintura.
–Tem certeza que esta tudo bem, mamy? -Perguntou Annellis olhando a mão preocupada. A mãe era uma das pessoas que Annellis mais confiava, e mais precisava, ela era a sua mãe, deve ser esse o simples motivo.
–Tenho minha princesa. -Disse a mãe, sorrindo para a parede. Ela se aproximou da parede, se apoiando com a mão, e olhou para um de seus porta retratos, com Gregori, seu pai, já falecido. -Oi Gatão! -Ela disse, colocando a taça na prateleira. -Se você fosse vivo... -Ela parou um pouco, para soltar um arroto. Annellis olhava a cena, assustada. -Eu te prenderia na minha cama, para fazermos todas as posições possíveis. -Quando a Diretora disse isso, Annellis a olhou seme ntender nada. Do que ela estava falando?
–Mamy, com quem você esta falando? E que posições são essas? -Ela perguntou, e alguém bateu na porta, por sorte ou azar.
–Entra. -Disse a Diretora, um pouco enrrolada. O homem entrou com um sorriso, e a Diretora o olhou com um olhar frio. -O que você quer aqui, idiota? -Ela falou, e o homem sorriu irônico para ela.
–Você sabe muito bem o que eu quero. -Disse o homem, se aproximando dela, e a pegando no colo. Ela começou a se debater. Annellis observava tudo quieta, o homem não havia percebido a presença da menina ali. O homem jogou a Diretora na mesa, e a Diretora o olhou assustada. -Vamos ver o que temos aqui... -Ele disse, começando a abrir os botões da blusa da Diretora, mostrando sua lingerie azul clara. Ele sorriu malicioso. -Pena que não é isso que eu quero. -O homem disse, repugnante. Ele tirou a blusa da mulher, e viu que preso nas costas de seu sutian, ficava um canivete, ele sorriu e tirou ele de lá, mas acabou por cortar o sutian da Diretora. O homem aproveitador, tirou o sutian da Diretora, que estava meio zonza, por causa da bebida, ele começou a tocar os seios da diretora.
–Madison -Chamava Annellis baixinho. -Vem na sala da mamãe, tem um homem aqui. -Disse Annellis chorando. Madison escutou o que a irmã disse, estranhando, ela começou a correr em direção a sala da mãe, com alguns principes. O homem ao escutar o barulho, colocou a blusa da Diretora, e colocou-a sobre o ombro, correndo em direção a porta, fugindo o mais rápido dali.
Ashley Collins
–Haroooold, my tigrito? -Gritei. Onde será que o meu lindinho havia se metido? Suspirei e comecei a procurar por todo o salão. Eu havia saido do meu quarto, encontrado ele e entramos juntos nessa festa, e de repente, ele sumiu, dizendo que iria pegar algo para nós dois.
–Olha só, a garotinha que rouba namorados. -Escutei uma voz de Carol. Me virei, dando de cara com ela, próxima demais de mim.
–O que você quer? -Perguntei meio temerosa com o que ela iria me falar . Ela riu irônica e se aproximou de mim, mais se era possível.
–O que eu quero? -Ela perguntou com um sorriso estranho nos lábios. Eu arregalei os olhos surpresas, ela me segurou pelo pescoço, começando a apertar a mão, me enforcando. -Quero você longe do meu Harry. O meu Harry... -Ela disse e suspirou. Parecia triste, ou algo assim.
–Se ele é seu, me desculpe, mas por que ele fica comigo? Por que ele dá bola para mim? -Perguntei com um sorriso maléfico no rosto. Eu iria sair por cima, mesmo machucando-a. É ela ou eu, e nessa escolha, eu prefiro eu mesma.
–Ele gosta de enganar as vagabundinhas por ai. -Ela disse, e riu debochada. Ela nem ficou triste. A olhei chocada, vagabundinha? Grunhi de raiva. -Óh! Não sabia, mi amore? -Ela perguntou, e eu devia já estar vermelha de tanta raiva.
–VAGABUNDA É A SUA MÃE! -Gritei, e ela arregalou os olhos, e vi algumas lágrimas aparecerem nos olhos dela. Ri debochada, quem é a que esta por cima agora? -Agora ficou quieta, né vadia? -Perguntei rindo debochada.
–O que você disse da mãe, da Caroll? -Escutei uma voz atrás de mim. Ao me virar me deparo com Harry. Ele abriu os braços, achei que ele iria me abraçar, mas não, ele abraçou a Caroll. -Hein, Ashley... -Disse ele frio e seco. Olhei para Caroll ela tinha uma expressão debochada no rosto, mas quando Harry olhou para ela, ela fez uma expressão de dar dó, se ela não fosse uma mentirosa.
–E-Ela que começou my tigrito. -Disse, fazendo um bico. Harry estava diferente do comum, Caroll parecia ser alguém especial para ele, e pelo visto eu não podia magoa-la, se não EU me ferrava nisso.
–Não me chame assim. -Disse ele, engoli em seco e fiz um bico pequeno. -Peça desculpas, Ashley. -Ele disse, e ai eu fiquei com raiva dele. Qual é?
–M-Maas... -Choraminguei, olhei para sua expressão brava e bufei. -Desculpa Caroll. -Disse, sem olhar para ele, senti Harry se aproximar de mim, segurando meu queixo, olhei em seus olhos ainda estavam raivosos.
–Por favor seja verdadeira. -Disse Harry, e eu o olhei chocada. Que pedido banal, eu nem quero pedir desculpas para ela. Bufei e olhei para ele brava. Isso havia me estressado, sinceramente.
–Desculpe querido, mas eu não posso ser verdadeira. -Disse e agora foi ele quem bufou. -Eu estou pedindo desculpas obrigada, por que você me mandou! ENTÃO SE CALE! EU NÃO VOU PEDIR DESCULPAS A QUEM NÃO MERECE! VOCÊ NÃO SABE O QUE ELA FEZ PARA MIM.
–E O QUE ELA FEZ PARA VOCÊ? -Ele perguntou, sorrindo de um jeito estranho. Engoli em seco, ele não iria acreditar em mim. Essa era a verdade.
–AH! QUER SABER? -Gritei sem paciencia nenhuma. -ELA NÃO ME FEZ NADA QUE TE INTERESSE SEU IDIOTA! -Gritei brava, andando em direção ao jardim.
–ASHLEY! -Escutei Harry gritar atrás de mim. Eu o olhei. -Volta lá e pede desculpas para a Caroll. -Ele disse, e eu bufei. Eu que havia pensado que ele iria pedir desculpas.
–Aaaah... Pensei que havia vindo aqui me pedir desculpas ou algo assim, mas não. ARGH! Por que você é tão mal assim? Por que? Você não se importa comigo como eu me importo com você, não é? Eu não sou perfeita o bastante para você? CARAMBA! Eu não quero e não gosto de ficar assim com você... -Disse, e ele se aproximou de mim, me abraçando, encostando a minha cabeça em seu peitoral.
–Desculpa... -Escutei ele dizer, olhei em seus olhos, encarando apenas a sinceridade que continha ali. -Mas você ainda precisa pedir desculpas a ela... -Ele disse, e eu bufei me separando dele.
–Eu não vou pedir desculpas. -Disse, olhando dentro dos olhos dele. Ele deu um sorriso curto.
–Vai... -Ele disse, me dando um selinho, eu neguei. -Vai. -Ele disse, me dando outro selinho. Neguei e sai de perto dele. -Eu vou ficar com a Caroll então, até você pedir desculpas. -Ele disse, e saiu todo esnobe de perto de mim. Suspirei, que droga! Que raiva da Caroll, essa vadia idiota.
Justin Drew Bieber
Vi Sophie entrar no comôdo e fui para traz dela, a abraçando. Ela já devia ter sentido minha presença, pois olhou para traz e deu um de seus sorrisos quebrados. Abracei ela forte, e ela virou de frente para mim. Dei um beijo na testa dela, em seguida desci para o nariz, as duas bochechas, o queixo, nos olhos e por fim, quando ela tentou desviar eu a segurei e dei um selinho nela.
–Oi Jus... -Ela disse em um tom de voz fraquinho. Ela me olhou como se algo a tivese incomodando... Será que ela não gostou que eu dei um selinho nela? Será que ela não gsotou? Ou será que é outra coisa? Olhei para ela, e mordi o lábio. Será que eu estou incomodando ela? Ou será meus atos? Ou ela quer ficar sozinha?
–Oi. -Disse e dei um soriso. Ela suspirou e olhou para um nada. -Desculpa. -Disse e ela me olhou confusa, sem entender nada. -Desculpa se eu estou te incomodando, desculpa se eu te incomodei com o meu selinho, eu não queria te incomodar. -Disse envergonhado. Vi Sophie começar a rir, em seguida me abraçar. Não entendi nada.
–Você não está me incomodando. Não precisa nem pedir desculpas. -Ela disse, e eu sorri, olhando naquela imensidão de azul. Ela abriu um sorriso, e eu aariciei seu rosto. -Então... -Ela disse, parecia querer mudar de assunto.
–Tem algo te incomodando? -Perguntei direto e reto. Ela sorriu envergonhada para mim. -Eu não estou te incomodando, então o que foi? -Perguntei, e ela suspirou.
–Estou com um mal presentimento. -Ela disse dando de ombros. -Eu acho que alguma coisa ruim vai acontecer, mas não sei o que. Aliás, eu nem sou vidente para saber. -Ela disse, e eu sorri para ela.
–Não vai acontecer nada, é só coisa do seu cérebro, que é meio maluco né? -Perguntei, dando uma batida fraca na cabeça dela. Ela me olhou e me deu a língua. -Quem dá a língua pede um beijo. -Disse, ela riu e me mostrou novamente a língua. -Tem alguém aqui querendo um beijinho? -Perguntei, e ela começou a olhar o redor, com um sorriso divertido.
–Quero sim, mas tem que ser um gostosão. -Ela disse animada, se esquecendo do que a estava a incomodando. -Que tal um Taylor Lautner? Ele bem que podia aparecer aqui. -Ela disse, e eu fiz um bico olhando ela.
–Então é assim? Você me troca por ele? -Perguntei, e cruzei os braços. Ela veio no meu lado, descruzou meus braços, e se infiltrou no meio deles.
–Desculpe, mas você não é tão gostoso como ele. -Ela disse, e ficou piscando os olhos. Ela abiu a boca, e eu ri. Ela devia estar imaginando o Taylor.. HEY! Não é para imaginar ele, é para me imaginar.
–Para de babar por aquele lobo. -Disse, de braço cruzado. Sophie me olhou e riu. Se aproximando de mim. -Que é? Não quer pensar mais no logo? Ele engordou e ficou feio para você vir falar comigo? -Perguntei, e ela começou a rir.
–Qual é? Vai ficar com ciumes, é? -Ela perguntou, e eu escutei sua barriga roncar. Arregalei os olhos, eu tenho audição bionica, escutei a barriga dela roncar... Espera! RONCAR?
–Você comeu? -Perguntei, e a vi engolir em seco, me olhando. Ela balançou a cabeça positivamente. -O que? -Perguntei, e ela olhou para o chão. Ela estava mentindo ela não havia comido nada. -Vou ir buscar algo para você comer, não sai daqui. -Disse, dei um beijo na bochecha dela e fui a caminho de algum lugar para mim pegar algo para ela comer, ela não iria ficar sem comer nada. Não comigo por perto dela.
Carol Rosan Stefan
Sorri maléfica. Eu havia conseguido. Meu plano havia dado certo. Me encostei na pilastra que havia ali, e olhei o céu. Eu amava Harry, essa era a realidade. Eu infelizmente não o tinha. Mas quem sabe, no futuro próximo.
–Ta tudo bem? -Escutei uma voz atrás de mim, vendo Harry. Dei um meio sorriso, e ele se aproximou de mim. Eu já conheciia Harry a muito tempo.
–Acho que sim. -Disse, continuando com o meu papel, continuando com o meu charminho de vitima. Fiz um bico, e senti as lágrimas encherem meus olhos.
–Mas ela vai te pedir desculpas, viu, minha linda? Ela vai. -Ele disse encostando o queixo dele em minha cabeça. Suspirei triste, e ele me abraçou mais forte.
–Como você sabe? -Perguntei, e senti seu corpo se mexer, e escutei sua risada. Um soar de sinos, perfeito. -Ela não gosta nada de mim. -Disse dando de ombros.
–Se ela me ama, ou gosta um pouco de mim, acredite ela vai pedir desculpas. -Ele disse, se gabando todo. -Se ela não pedir desculpas, eu não volto a falar com ela, e como sei que ela me ama ela vai vir pedir.
–Você não é nada convencido, hein, hazza? -Falei rindo.
–Não sou mesmo, sou realista meu bem. -Ele disse, e eu encostei minha cabeça em seu ombro. Meu plano estava se saindo perfeito. Comecei a olhar os detalhes de Harry. Ele estava tão diferente de quando pequeno, mas seus olhos continuam o mesmo. Eu olhei dentro deles, e percebi que o brilho já não estava mais lá. Ele realmente havia me esquecido, essa era a verdade, mas eu não quero aceitar isso. Encostei minha cabeça no ombro dele, e ele passou os braços ao meu redor,
–O que foi? -Ele perguntou, eu sorri fraco para ele. Ele me olhava curioso. Mordi o lábio, é claro que ele percebeu que crescemos. É claro que ele percebeu que não somos mais garotinhos correndo atrás de uma bola.
–Nós crescemos. -Disse, e ele sorriu. Me abraçando forte. -Seguimos caminhos diferentes, mas Hazza... -Ele me colocou na frente dele, e eu encarei seus olhos. -Meus sentimentos não mudaram. -Disse e o vi ficar surpreso.
–C-Como assim? -Ele perguntou todo perdido. Dei um sorriso fraco, e me aproximei mais dele, segurando suas mãos nas minhas. -O que você quer dizer com isso? -Ele perguntou se afastando um pouco de mim.
–Eu ainda te amo. -Disse, e ele suspirou me olhando, parecia perdido, tão perdido, como um cachorrinho sem casa. -Meus sentimentos ainda não mudaram. -Eu disse, me aproximando dele, cada vez mais, e ele ia para trás.
–E-Eu não te amo. -Ele disse, e eu suspirei, parando um pouco, e olhando em seus olhos. -Eu não tenho nada mais com você, só sentimentos de irmãos... -Ele disse, eu bufei e me aproximei dele.
–Você não sente nada mesmo? -Perguntei, com algumas lágrimas caindo dos olhos. -Você não sente nada por mim... -Disse baixo só para mim. -Você ama a Ashley, não é? -Perguntei entristecida, e ele sorriu fraco.
–Sim, eu a amo. -Ele disse eu suspirei. Balancei a cabeça. -Mas isso não quer dizer nada... -Ele começou a dizer, mas eu parei, olhando em seus olhos.
–Eu não posso continuar com essa loucura! -Disse, e sai de perto dele, correndo para longe, onde eu poderia ficar distante de todos. Eu continuei escutando ele chamar meu nome, mas não me importei.
Zayn Malik
Depois da Gabby ter escutado minha fala, decidi adiar logo o que eu pretendia fazer, a minha surpresa. Comecei a andar em direção ao meu quarto, tudo estava pronto, menos o meu coração. Peguei a caixinha, e fui em direção ao salão da festa do pijama. Ao abrir a porta, vi Niall -que estava com Samantha nos braços- e Louis -que tinha a cintura envolvida por Natalia que falava algo no ouvido dele- me olharam imediatamente.
Fiz um aceno com a cabeça, quase que os chamando para perto de mim. Vi que eles se entre olharam e vieram caminhando logo até mim, antes falaram com suas parceiras, que sorriram e lhe deram um selinho. Menos Samantha que deu um beijo na bochecha de Niall.
–Já esta tudo preparado? -Niall perguntou para mim, olhando para minhas mãos, que estavam no bolso. Ele já deve ter percebido que aquela caixinha estava em meu bolso.
–Esta... -Disse dando de ombros, vi ele olhar para mim com um sorriso fraco. Ele não parecia tão confiante assim, ou estava temendo algo.
–Mas Zayn... -Começou Louis, eu o olhei sem entender nada. Ele deu um sorriso fraco. -E se ela não te querer? -Perguntou ele, eu mordi o lábio. Eu não havia pensado nisso.
–Eu vou tentar, não posso perder a mulher da minha vida, nem a mãe dos meus filhos, por um erro estúpido meu. Eu não quero a perde-la, eu não quero perder nosso amor, não quero perder a minha vida... -Disse e suspirei ao final, eu já tinha perdido. -E se eu perdi, eu vou tentar conquista-la! -Disse confiante.
–Você esta saindo da realidade, e esta embarcando no mundo dos sonhos. -Disse Niall, eu o olhei com uma sobrancelha arqueada.
–Esta querendo dizer que eu não vou conquista-la? -Perguntei, e ele deu um minimo sorriso. Olhei para Louis, ele tinha a mesma expressão que Niall. -Qual é? -Perguntei, meio surpreso, ou talvez chocado por eles me dizerem isso. Eu vou conquista-la sim.
–Você sabe como a Gabriella é. -Disse Louis, e eu o olhei esperando ele terminar de falar. -Sabe, ela é muito orgulhosa, e quando a xingam... -Ele comentou, balançando a cabeça negativamente.
–Eu fiz isso com a cabeça quente! Não é verdade. -Disse e Niall me olhou com uma expressão entediada.
–E o beijo com a MINHA gatinha -Ele perguntou, e ai sim eu entendi. Ciúmes, tão simples. Mas eu senti ciumes quando ele deu um selinho nele.
–Mas você também a beijou. -Disse dando de ombros, e Niall riu irônico se aproximando de mim.
–UM SELINHO, CARA, UM MISERO SELINHO! -Ele berrou comigo, e eu arregalei os olhos chocado. Eu o havia irritado, e muito.
–Um selinho, sim mais seus lábios se tocaram! -Disse, tentando manter a calma. Ele se aproximou mais de mim, e me agarrou pelo colarinho da blusa.
–VOCÊ BEIJOU A MINHA SAM E EU NÃO ESTOU FALANDO NADA, ENTÃO NÃO DIGA NADA DA GABRIELLA, ESCUTOU? -Ele disse, e eu ufei revirando os olhos. -Eu vou voltar para Samantha. -Ele disse, e vi que ele voltou para perto dela, a abraçando forte. Como eu gostaria de abraçar a minha garota assim. Suspirei, me encostando na parede. A noite estava tão perfeita, e não poderia acabar assim, poderia?
Danielle Louise de Souza
Estava com a cabeça apoiada no ombro de Damon. Estava um pouco cansada. Bocejei, e olhei para ele. Notei seu cabelo preto, tão brilhoso. Coloquei a mão, senti a textura macia dele. Comecei a fazer alguns cafunés nele. Logo senti a cabeça de Damon apoiada na minha. Suspirei, aquele contato tão gostoso.
–Eu te amo. -Sussurrei, senti Damon levantar a cabeça, me olhando, com um sorriso imenso nos lábios. O olhei sem entender nada, mas ele tinha um sorriso tão grande. -Que foi? -Perguntei assustada, ele sorriu, me abraçando e começando a dar alguns selinhos em mim rápidos.
–É a primeira vez que você me diz isso... -Ele disse, e eu sorri. Eu não iria me arrepender de dizer essas três palavras. Me aproximei dele, e dei uma bitoquinha nele.
–Eu te amo. -Disse novamente, ele sorriu se aproximando mais de mim, me beijando. Senti sua língua na minha, e eu percebi, eu não teria momentos assim, não com Zayn, ele ama a Gabriella, e eu acho que ele e eu não seriamos assim como sou com Damon, o meu delícinha quente.
–E você ainda repete... -Disse ele maravilhado, quando terminamos nosso beijo. Encostei nossas testas, e olhei dentro de seus olhos, a minha perdição. -Eu te amo.
–Eu te amo mais. -Disse, e ele negou colocando a ponta do dedo indicador nele na ponta do meu nariz. Eu continuei olhando nos olhos dele.
–Não, eu que amo. -Ele disse, e antes que eu pudesse falar algo, ele me calou com os lábios doces dele. -Chega de conversa, eu amo e ponto final. -Ele disse, com os lábios dele no meu. Suspirei feliz, e encostei minha cabeça no ombro dele.
–Sabe, eu não iria querer estar em nenhum outro lugar nesse momento. -Disse, desencostando a minha testa da dele, e olhando a paisagem pela sacada. Senti ele segurar minha mão, e o olhei.
–Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas só se você estivesse junto comigo. -Ele disse, e eu ri me aproximando dele, e dando alguns selinhos nele. Ele era tão fofo, tão meu...
–Deixa de ser perfeito, vai... -Disse, e ele riu, me pegando pela cintura e me colocando no colo dele.
–Então deixa de ser simpática, amigável, linda, maravilhosa, amiga, deixa de ser perfeita, que eu deixo também. -Ele disse, e eu sorri para ele.
–Chega desse momento meloso. -Escutei uma voz atrás de nós dois, nos viramos e demos de cara com james e Marri de mãos dadas. Sorri para ela, que se aproximou de mim, me tirando do colo de Damon, começando a pular toda feliz. Eu pulei junto, mesmo sem saber o por que disso.
–O que foi? -Sussurrei no ouvido dela, ela se separou de mim, e me olhou com um sorriso lindo. Ela se separou de mim, e eu sorri envergonhada. -Fala, o que foi! -Disse ansiosa. Ela riu, se aproximando mais de mim, me abraçando forte e começando a pular.
–Eu e James... -Ela começou a dizer, mas foi interrompida, na verdade, eu fui puxada para o colo de Damon. Quando Marri foi falar algo Damon deu a língua para ela, e ela suspirou se aproximando de James, que estava sentado vendo tudo. -Seu mal... -Ela disse com um bico para Damon.
–Ela é minha, e eu não a compartilho. -Ele disse, e passou os braços pela minha cintura, meio que me prendendo mais a ele. Se possível.
Logan Henderson
Olhei para Gabriela. Ela já estava toda arrumada, e estava quieta no canto dela. Olhei o seu pijama, tão fofo. Combinava perfeitamente com ela. Me aproximei dela por trás e a envolvi na cintura. Puxei ela mais para mim, e ela me olhou com um soriso.
–Oi. -Disse, e ela me olhou de cima a baxo, com uma expressão de admirada. Ela me analisava, de cima a baixo. -Que foi? -Perguntei e dei uma volta, para ela me olhar de corpo inteiro. -To um gato, não estou? -Perguntei, e ela riu de mim.
–É você esta. O meu gatinho. -Ela disse, fazendo uma expressão diferente. Sorri dela, e comecei a me aproximar dela. Dei um selinho naqueles lábios, e ela me puxou mais para si. Ela envolveu os braços em meu pescoço, e eu envolvi a cintura dela. Peguei firmeza e a levantei no ar. Um beijo nas alturas. Quando acabei, a coloquei no chão. Ela envolveu o meu pescoço, com os braços, ainda sem nos separar.
–Você esta tão linda. -Disse, olhando ela por inteiro. Ela riu, e me deu um selinho rápido e simples.
–Se eu estou linda, você esta etupendo, perfeito. -Ela disse, e eu revirei os olhos. Gabriela estava exagerando isso era meio óbvio.
–Não exarega, minha exagerada. -Disse, começando a dar alguns beijos na bochecha dela. Me separei dos lábios dela, e olhei ao redor. Maravilhado. Sinceramente, estava perfeito. Acho que não dá para ficar melhor. -O que será que vai ter tudo por aqui? -Perguntei, e Gabriela também olhou ao redor. Ela mordeu o lábio, pensando.
–Acho que vai ter competições de dança, verdade ou desafio, ou só desafio mesmo. -Disse ela dando de ombros. -Jogo da garrafa? OMG! Eu sempre quis jogar isso. -Ela disse, eu percebi seus olhos brilhando de tanto animo. -O que mais? -Ela rodou, e viu o escorregador. -UM ESCORREGADOR TAMANHO GG! -Ela meio que gritou alto. Mas todos por sorte estavam envolvidos em suas coisas que nem escutaram o grito dessa doida.
–Ficou doida, menina? Ficar gritando assim? -Perguntei, pegando ela no colo, coloquei ela nas minhas costas, a fazendo ficar de ponta cabeça. -Quer chamar a atenção de todos? -Continuei falando, com ela ainda na mesma posição.
–O meu sangue, tá vindo todo para a minha cabeça. -Ela disse, e percebi que ela estava ficando vermelha. Ela colcou a mão na cabeça, e começou a me socar, com a outra mão. -Me larga! ME LARGA! Seu troglodita! -Ela dizia, batendo nas minhas costas, querendo que eu a soltasse. Mas eu não soltava.. -Vaai Loggie, me solta! -Escutei ela pedir. Comecei a caminhar em direção ao lugar onde tinha vários sofazinhos.
–Quer que eu te largue? -Perguntei, já esperando que ela disesse que sim. -Fiqueiquieto, esperando a resposta dela. -Gabriela? -Chamei ela. Peguei e coloquei -joguei / derrubei- ela no sofá. Percebi que seu rosto estava literalmente vermelho. -Tudo bem? -Perguntei com um sorriso meio fraco. Ela me olhou entediada.
–AH! Claro, você me coloca de cabeça para baixo,o sangue desce para o meu cucuruco, e eu estou ótima. -Ela disse irônica, e cruzou os braços fazendo um bico.
–Me desculpa? -Pedi, e comecei a beijar seu rosto várias vezes.
Julieta Amanda Esteves dos Santos
–Aaah! Vai Kendall. -Disse, olhando para ele com um sorriso, tentando convence-lo a me ensinar a andar de skate. Eu queria muito aprender, e ele sabia andar muito bem.
–Mas você é uma princesa, não pode andar com skate. -Ele disse, e eu bufei. Eu não posso fazer muitas coisas por causa dessa merda. Eu sou uma pessoa normal!
–Sou uma princesa? Sério? Idai? Eu tenho minhas vontades. -Disse olhando para Kendall que sorriu para mim, negando. Ele me puxou para perto dele.
–Se você vair, eu vou rir demais. -Ele disse, eu fiz um bico e dei um tapa nele.
–Você gosta tanto assim de mim? -Perguntei, e ele riu. Negando, ele se aproximou de mim, me dando um beijo na bochecha.
–Quem te iludiu, falando que eu gosto de você? -Perguntou, e eu dei a língua para ele. Virei o rosto para outro lugar, não olhando nada dele. -Vai, olha para cá princesa. -Pediu, mas fingi não escutar ele. Escutei ele bufando.
–Bufalo. -Disse, ainda olhando para outro canto do lugar que estavamos.
–O que você disse? -Escutei ele perguntar, e me puxar para olhar em seus olhos. -Eu não sou bufalo. -Ele disse, e fez um bico. Revirei os olhos. Olhei a minha roupa, Andressa tinha um bom gosto. Por sorte.
–Então por que ta bufando? -Perguntei, e ele me deu a língua. -Idiota. -Disse, e ele riu, pegando em minha cintura, e me colocando perto dele.
–Sabia que quando a menina chama o garoto de Idiota, signifca que ela ama ele? -Ele sussurrou no meu ouvido. Fiz uma expressão de tédio.
–Idai? -Perguntei, e ele revirou os olhos. -Vi que alguém aqui curte tumblr, conversa dele e dela. -Disse, e Kendall me olhou e fez um bico.
–Eu tenho pessoas que lêem isso para mim, não tenho culpa. -Ele disse com tédio. Revirei os olhos.
–Mas vai Kendall. -Pedi, piscando os olhos muitas e muitas vezes. -Vai me ensina. -Pedi, e ele bufou desistindo de falar não.
–Tá. -Ele disse, e eu pulei em cima dele, de tão animada. Em um ato instintivo, eu dei um selinho nele, quando percebi o que eu havia feito, corei e sai correndo de cima dele.
Vi Andressa, e apuxei comigo, ao passar correndo. Não me importei se ela estava conversando com alguém ou não, isso era importante.
–Andressa... -Chamei atenção dela, que resmungava sobre a minha atitude. -EubeijeiKendall.-Disse rápido, olhando para ela meio envergonhada.
–O que, linda? -Ela perguntou sem entender o que eu havia dito. Suspirei, e olhei novamente para ela.
–Eu beijei o Kendall. -Disse, e Andressa abriu a boca em um "o" perfeito. Ela pulou em cima de mim me derrubando no chão.
–Que legal! Alguém a mais no clube das apaixonadas por mariquinha. -Ela disse, e eu olhei estranhando o nome do grupo. -Ah! Tudo bem, é titulo é Clube das Apaixonadas por Princesos. -Ela disse dando de ombros. Eu ri.
–Mas... Eu nem sei se gosto dele. -Eu disse, e fiz um bico. Ela riu, e se aproximou de mim, enrroscando meu braço no dela. -Nem foi um beijo mesmo, sabe, eu só toquei meus lábios no dele, em um selinho. -Disse dando de ombros. -Dai eu fiquei envergonhada e sai correndo.
–Por que não aproveitou mais e deu algumas beijocas nele? -Perguntou Andressa, eu a olhei com tédio. -Qual é?! Ele é um gatinho. -Ela disse, e eu ri dela. Ai,Ai ... Minha amiga louca.
Tyler Lockwood
Abracei a Carolina. A minha princesinha. Ela estava uma graça com aquele pijama. Ela estava olhando para algum lugar do salão. Puxei ela mais para mim, meio que a abraçando. Apoeiei minha cabeça em seu ombro, e fiquei meio curvado, por ela ser menor do que eu um pouco.
–O que você tanto olha? -Sussurrei no ouvido dela. Vi que ela me olhou com um sorriso, sua expressão definia que ela estava... Curiosa, olhei na direção que ela olhava vendo as mesas de bebida.
–Não! Você não vai beber, minha linda. -Ela me olhou com um bico. -Nem adianta fazer um bico. -Disse, e ela virou a cara, em uma atitude infantil. -Qual, é, minha linda, tem tanta coisa aqui e você quer logo beber? -Perguntei e ela riu, de mim. Ela me olhou.
–Eu nunca bebi. Vai, sempre vai ter a minha primeira vez. -Ela disse com os olhos brilhando. -Aliás, é bom eu estar com você quando for beber pela primeira vez, pois iriei saber que estarei em mãos confiáveis. -Disse ela, e eu entendi um pouco a lógica, mas ela ainda era nova.
–Você só tem 14 anos. -Disse, e ela bufou cruzando os braços e se soltando de mim. -Imagina se seus pais descobrem, eles te tiram dessa escola e agente acaba se separando, e eu não quero ficar longe de você. -Disse, puxando-a mais para mim. Ela me olhou com um bico maior que o outro. -Bicos não mudam minha opnião. -Disse, e ela praguejou.
–Mas eu quero, eu peciso experimentar um pouco. -Ela disse, eu não podia ceder. Eu tinha que lutar pelo bem dela, pela saúde. Não podia deixa-la beber qualquer coisa, ela não podia se embebedar, eu não queria ve-la passar mal.
–E se eu te der um pouco quando eu beber? -Perguntei, e ela abriu um sorriso iluminado, toda feliz. Ela pulou em cima de mim, envolvendo meu pescoço com seus braços.
–Você deixaria? -Ela perguntou com um sorriso. -E se eu gostar eu vou poder beber mais? -Ela continuou. Pena que ela estava muito sonhadora. Claro que eu não daria um copo para ela com vodka, tequilla, mas eu daria um gole. Um gole e basta, quem sabe assim ela não se embebeda.
–Eu não vou te dar um copo, vou te dar um gole. -Disse dando de ombros. Ela me olhou indiganada. -Você ainda não pode beber. -Disse, dando de ombros. Ela me soltou, e começou a bater o pé no chão, pensando. Fiquei olhando ela, toda emburrada. Ela ficou uma fofa.
–E se a Natalia me dar para beber um copo? -Ela perguntou, eu acho que pensou alto demais. Me aproximei dela, envolvendo a cintura dela, e a puxando para mim, perto o bastante, que se eu falar baixo ela me escutaria.
–Será que ela te daria um copo? -Perguntei baixo, e ela colocou a mão no queixo sem perceber que eu havia feito essa pergunta. -Será que ela deixaria a melhor amiga,d e 14 anos se embebedar? -Perguntei novamente e a vo morder os lábios.
–Pelo menos ela vai cuidar de mim, você não quer cuidar de mim. -Ela disse com um bico tão fofo. Suspirei e a encarei com um sorriso tentando convence-la a esquecer essa ideia maluca.
–Eu quero cuidar de você, as não quero te ver passando mal. -Eu disse, olhando nos olhos dela. Ela me olhou, e abaixou a cabeça, refletindo. Eu espero que ela decida não beber no final de tudo.
Mikaella Agliardi
Aquilo da árvore não me saia da cabeça. Será que Danniell estava aqui nessa escola por vingança? Será que eu sou só um brinquedinho na mãos dele? O que será que ele esta fazendo aqui? Por que ele odeia as pricnesas? Será que ele ME odeia? O que será que fizeram para ele? Olhi para cima, e o vi se aprximar de mim com um sorriso branco nos lábios.
–Oi Minha Linda. -Ele disse, e foi tentar me dar um beijo, mas eu virei o rosto, fazendo ele me dar um beijo na bochecha. Ele me olhou sem entender nada. -O que foi? -Ele perguntou. Flaso, fingido. Rangi os dentes.
–Desde quando? -Perguntei, e ele me olhou sem entender nada. Suspirei, e fechei os olhos. Estava com raiva que ele podia ter mentido para mim. -Quanto tempo você odeia as princesas? -Perguntei, e ele mordeu os lábios, me olhando apreensivo.
–Você também viu? -Ele perguntou, e eu não entendi com esse também. -É sinistro, não é? -Ele perguntou, ele tentou se aproximarf de mim, mas eu me afastei um passo, olhando nos olhos dele.
–Me diz logo, o que você quis dizer com aquela frase? -Perguntei cruzando meus braços, e olhando ele, que tinha uma expressão confusa. Como se ele fosse a vítima. AH! Mas eu quero timtim por timtim por que ele odeia as princesas.
–Eu? Mas não fui eu que escrevi. -Ele disse. AH! Querido, você pensa que me engana, eu vi na árvore, eu vi você tentar queimar a prova. Eu vi tudo.
–Não minta para mim. -Disse rude, olhando nos olhos dele. Eu vi tudo. -Disse, e ele me olhou meio estressado.
–Então você viu a silhueta peta escrevendo aquela frase? Você viu a silhueta preta colocando fogo na árvore? Não, eu que vi. Eu sei o que eu vi, e não, não fui eu. Como eu iria escrever, sem nada afiado? -Ele perguntei. Eu mordi o lábio. Ele estava certo, como ele havia escrito sem algo afiado?
–Você se livrou da arma do crime. -Disse com um sorriso irônico.
–Para que eu estaria aqui, se eu odiasse princesas? -Perguntou e ri irônica, ele me olhou confuso.
–Eu saquei todo seu plano, filho da mãe. -Disse e ele me olhou bravo.
–NÃO FUI EU! QUE MERDA! EU NÃO TENHO CULPA QUE AQUILO APARECEU LÁ! MAS TE GARANTO, QUE NÃO FUI EU. SE FOSSE, VOCÊ ACHA QUE EU ESTARIA FAZENDO O QUE COM VOCÊ? EU TE AMO, MIKAELLA AGLIARD! MAS VOCÊ NÃO ENTENDI ISSO, NÃO É MESMO? VOCÊ NÃO SE IMPORTA! VOCÊ VIU UMA COISA EU VI OUTRA, E VOCÊ SÓ ACREDITA NA SUA VERSÃO! -Ele gritou, trazendo a atenção de todos sobre nós dois. Ah! Me amar, que mentiroso. E de mentiroso, o mundo esta cheio.
–MAS SÓ TINHA VOCÊ ALI! TEM PROVAS DESSA SILHUETA PRETA? -Gritei no mesmo tom que ele. Ele nem se incomodou, ele me fuzilava. Bravo, estressado.
–SE EU ACHAR VOCÊ CALA ESSA BOSTA DE BOCA? VOCÊ ME TIROU DA PACIENCIA! ME CULPA DE ALGO QUE EU NÃO FIZ. VOCÊ PODE NÃO ACREDITAR, MAS NÃO FUI EU! -Ele gritou, e eu revirei os olhos. Idiota, cafageste.
Louis Tomlinson
Já tinha saido do quarto da minha linda. Ela era tão perfeita, em todos os sentidos. Fui para o meu quarto, estava cansado, mas ainda tinha uma festa do pijama para ir, ainda tinha uma surpresa para fazer, ainda tinha muita coisa para se arrumar, e sem eu... Acho que nada vai sair perfeito. Pois só eu to com os planos do Zayn aqui.
Fui caminhando em direção ao salão. Vi que Zayn ainda não estava ali. Dei de ombros, e fui ficar com minha Nathan. Ela estava olhando as unhas impacientemente, como se estivesse esperando alguém. Me postei atrás dela, e passei meus braços pela sua cintura, a puxando mais para mim.
–Como minha Nathan esta gostosa. -Disse, e ela me olhou com um sorriso. Ela se aproximou de mim, enrroscando meu pescoço com seus braços. Ela me puxou mais para si me beijando. -Estava cm saudades, baby. -Disse, e ela riu me olhando com uma expressão engraçada.
–Você já tinha me visto, seu besta. -Ela disse, e eu revirei os olhos.
–Já cansei de te dizer, que só de ficar longe de você por 1 segundo, eu vou sentir sua falta, minha boba. -Eu disse, dando um beijo eskimó nela.
–Meu bobo. -Ela disse, e eu a puxei mais para mim, a tirando do chão. Suas pernas se enrroscaram em minha cintura, e eu fui andando com ela em cima de mim. Olhava um pouco para frente, para não machucar ninguém.
Logo vi Zayn entrando. Coloquei Nathan no chão, ela me olhou sem entender nada. Fiquei olhando para Zayn. Olhei um instante para Nathan e percebi que ela seguia o meu olhar. Vi ela perceber que eu estava olhando para Zayn.
–O que foi? -Ela perguntou, se enrroscando em meus pescoço. Como uma gatinha manhosa. Que você não quer soltar mais.
–Eu to ajudando ele. -Disse dando de ombros. Ela me olhou desconfiada. Sorri para ela, que revirou os olhos.
–Me diz o que vocês estão planejado? -Ela pediu, eu olhei para seus olhos. Ela estava curiosa. -Vai, por favor, Louise! -Ela pediu. -Fz esse favor para a sua Nathan. -Quando ela disse o seu apelido eu tive que rir.
–É que eu só to ajudando ele. -Disse dando de ombros. Nathan era inteligente, então sacou que eu estava enganando ela, e que eu o ajudaria em algo que ela não iria saber tão cedo.
–Vai, me fala. Ou você não gosta mais de mim? -Ela perguntou, e eu fiz bico. Golpe baixo.
–Golpe baixo. Mas eu não posso te falar. -Disse, e ela fez um bico e cruzou os braços.-Não se preocupa, se tudo der certo, vai ficar perfeito, e Zayn vai conseguir o que quer. -Sussurrei no ouvido dela. -E quem sabe asism, temos mais tempo juntos? -Perguntei, começando a dar alguns beijinhos no pescoço dela.-Ta, vai lá. -Ela disse, e eu sorri. Me aproximei de Zayn.-Tudo pronto? -Perguntei, enquanto faziamos noso toque.
–Claro. Você precisa ir fazer a sua parte. -Ele disse dando de ombros. Eu sorri. Minha parte era fácil, por que isso envolvia a minha Gabbyzinha, e para o bem dela.
Gabriella Ryan Williams
Fui para o meu quarto, depois de ouvir aquelas palavras de Zayn. Eu era orgulhosa? NÃO! Eu só não quero me machucar. abri o meu closet, tirando a miha caixinha de lembranças, de TODAS as minhas lembranças com Zayn. Me sentei no canto do closet, onde não tinha nada. Abri aquela caixinha, suspirei ao me deparar com a primeira foto. Meu coração disparou... Óh... Zayn... Por que me conquistou assim?
Uma lágrima caiu. Eu já estava cansada desse sofrimento. E tecnicamente eu não tinha culpa de nada, tinha? Peguei outra foto, e olhei para Zayn. Ele ria de alguma coisa que devia estar acontecendo. Apoiei minha cabeça em meus joelhos, e mordi os lábio. Eu o amo, mesmo sem querer.
Inclinei a minha cabeça, e fiquei olhando Zayn na foto. Ele estava diferente do que esta agora. Agora ele tinha alguma olheiras, ele passava muitas horas acordado, como se não consiguisse dormir. Eu achp que sei o por que disso, por que as vezes eu fico rolando na cama, com ele no meu pensamento. O pior é que eu não consigo dormir mesmo.
–Toc Toc. -Escutei alguém bater e falar ao mesmo tempo, fazendo uma onomatopeia, ou alguma coisa assim que eu não lembro, só me lembro que é de português essa palavra dificil.
–Entra. -Disse, e escutei a porta se abrir. Não sai do closet nem nada, continuei nele. Escutei os passos da pessoa, a pessoa estava perdida. -No closet, -Disse somente. Olhei para a porta e vi Louis. Ele sorriu para mim, e se aproximou de mim, se sentando ao meu lado. -Oi. -Disse, encostando minha cabeça no ombro dele.
–Como você esta? -Ele perguntou apoiando a cabeça dele na minha. Eu suspirei.
–Com saudades dele. -Eu disse, e Louis riu fraco. -Sabe, eu sinto saudades de coisas bestas, como as nossas brigas. Sinto falta de contrariar ele, ou ser contrariada, sinto falta dos carinhos dele, e da preocupação que ele tinha. E sinto falta dele, e eu acho que essa saudade não vai passar. -Disse, e Louis começou a fazer u mcafuné na minha cabeça.
–Já pensou em dar uma chance para ele? Quem sabe ele tenha mudado? -Ele falou dando um sorriso, como se soubesse de algo. -Sabe, ele pode ter mudado de verdade, mas só se você der uma chance a ele, você vai descobrir. -Ele disse, e eu bufei. Louis queria algo, e eu sabia o que ele queria. Ele mandou tantas indiretas que são diretas demais.
–Você quer que eu o perdoe, não é? -Perguntei e Louis me olhou com um sorriso fraco. Ele mordeu os lábios, como se pensasse se falava mesmo, ou se deixava quieto, epela expressão dele, percebi que ele iria falar.
–É. Eu quero. -Ele disse, e eu revirei os olhos. -Eu quero, pois pelo menos com o Zayn, não serei torturado com isso. -Ele pegou em meu pulso, mostrando os cortes. É, Louis sabia pelo visto. -Eu vou estar feliz, porque você vai estar feliz. E sem contar que ele irá cuidar de você. -Disse ele dando de ombros. Fiz uma expressão cansada.
–Eu só não querme magoar. Não posso dar mais chances a ele. Entende isso? -Perguntei, e Louis mordeu o lábio balançando a cabeça negativamente. -Olhe essa foto.. -Disse, tirando uma foto. Uma que Zayn tira a expressão de bobo apaixonado. -Compara com agora. Paece que essa pessoa nem existiu. -Disse dando de ombros. Louis fez uma careta.
–Vem, vamos logo. Ainda temos uma festa pela frente. -Disse Louis, me dando a foto enquanto negava, e me dava a mão para levantar.
Niall Horan
Senti que Sam foi se acalmando aos poucos, logo ela fungava em meu pescoço. Apertei ela um pouco mais contra mim, e ela se separou, olhando em meus olhos. Dei um sorriso fraco para ela, logo ela sorriu, fraco, mas foi um sorriso. Acariciei a bochecha dela, ela fechou os olhos, acho que sentindo o meu toque.
–Quer me contar? -Sussurrei no ouvido dela. Ela se limitou a me olhar. -Pode confiar em mim, minha linda, eu vou sempre estar aqui com você. -Disse, entrelaçando nossas mãos. -Se Deus quiser, para sempre... -Disse, e ela fechou os olhos. Ela suspirou, e me olhou com um sorriso fraco, mas com os olhos cheios de lágrimas. Como aquela cena me machucava. Mordi o lábio, ela escondeu a cabeça em meu ombro. Fungava um pouco.
–É... Que aquela coroa, ela era especial... -Ela disse, e suspirou, sem tirar a cabeça de meu ombro. -Sabe, ela foi um presente da minha avó. Ela foi especial para minha vó, e ela me deu com tanto cuidado, que ela se tornou a minha coroa. -Ela disse, e me olhou, vi tristeza em seus olhos. -Mas a coroa, sumiu! Eu não a acho... -Susurrou, eu a abracei, tirando minhas mãos das suas.
–Sua avó não tem outra coroa? -Perguntei, e ela sorriu fraco. -Ela pode te dar não pode? -Perguntei, e ela olhou para baixo. Acho que eu falei besteira. Comprimi os lábios, ainda olhando-a.
–Nialler, minha avó... Ela já morreu. -Ela disse, e eu arregalei os olhos. Sim, eu havia falado besteira.
–Desculpe, minha linda. -Disse, e ela me olhou, seus olhos tão lindos... Ela suspirou, e deu um sorriso fraco, como se alguém a forçasse a sorrir. -Se quiser, eu te ajudo a procurar a coroa. Mas se não quiser, posso ficar aqui, te ajudando, e depois vamos para o salão. -Disse, e ela me olhou com um sorriso, me abraçando.
–Obrigada, você é tão perfeito... Quem tem seu coração deve ter sorte. -Ela disse com um sorriso fraco, me aproximei dela, perto de seu ouvido.
–Então você é uma garota de sorte. Pois você é a única, a única, que possui meu coração. -Sussurrei, e vi que ela se arrepiou. Dei um beijo por ali, sentindo ela rir um pouco, ela devia ter cocegas. Mas eu não parei, e continuei beijando por ali. Logo ela se virou, e me olhou com um sorriso fraco nos lábios. Puxei ela pela cintura, e senti novamente aqueles lábios nos meus. Saudades, de sentir a maciez, ficar marcado com o batom ou o gloss que ela passava... Era bom te-la novamente nos meus braços, e ela não vai sair daqui nunca mais se for por mim. Nos separamos, e eu olhei em seus olhos, com um sorriso fraco.
–Eu te amo. -Ela disse olhando nos meus olhos. -Você volta comigo, Nialler? Desculpe, pelo que fiz, prometo não fazer nunca mais, eu aprendi como é ficar sem vo... -Eu a interrompi, com um beijo. Não gostava de lembrar que já passamos tempos separados, só de pensar isso, meu coração dói. Nos separamos ofegantes, e ela sorriu para mim. Um sorriso que não era um tão feliz, pela coroa.
–Vem, vamos procurar a sua coroa perdida. -Disse, puxando ela pelas mãos. Que apenas sorriu para mim, correndo junto a mim, animada. Eu queria achar aquela coroa, eu queria ver o sorriso no rosto dela, assim como o sol, iluminando o dia, ou a lua iluminando a noite.
Ravenna Annabelle Diaz
Depois da mensagemestranha da Diretora, eu olhei ao redor.Tinha vários princesos, com suas princesas. Meu olhar parou em um princeso, que ao me ver sorriu. Me aproximei dele, e ele me segurou pela cintura, me deixando de um jeito, como se eu fosse cair. Ele olhou em meus olos, em seguida seu olhar desceu para os meus lábios, ele iniciou um beijo. Um beijo diferente, mas um diferente bom. Era bom sentir sua língua na minha, sentir suas caricias em minha pele, era tão bom, amar e ser correspondido... Digo, beijar e ser correpondida. Quando nos separamos, olhei nos olhos de Niklaus que sorriu animado para mim, me dando mais um selinho, sem pressa sem nada.
–Você esta diferente. -Ele comentou, começando a acariciar meus cabelos, olhei para ele sem entender o que ele quis dizer com aquilo. Ele tirou uma mexa de meu cabelo que caia em meu rosto, e me ergueu, me deixando normal. Ele colocou o braço ao redor de meu corpo, me puxando mais para si mesmo. Mordi o lábio, ainda querendo saber o que ele disse que estava diferente.
–Estou diferente como? -Perguntei, ele riu. Me puxando mais para si, colocando seus lábios próximos ao meu ouvido. Sentia sua respiração na minha nuca, e acabei me arrepiando, sem querer. -Me diz, como eu estou diferente? -Sussurrei, por causa da proximidade. Ele havia me deixado curiosa.
–Você esta mais bonita. Seus lindos olhos, azúis estão me hipnotizando, mais do que de costume, seu cabelo esta de um jeito, que te deixa perfeita, e seus lábios... Estão tão beijáveis, que eu poderia ficar beijando-os para sempre, mas eu devo dizer, que você sempre esta assim, mas hoje você esta mais radiante, como se tivesse passado horas olhando uma rosa, absorvendo sua delicada beleza... -Ele disse, e eu já devia estar um pouco corada. Ele nunca havia falado isso, e de repente, começava a falar....
–E você então? -Disse, olhando para ele, que me olhou sem entende nada. -Você esta mais fofo, esta perfeito. Mas não deixa seu jeito mandão e rebelde de ser, nem seu visual. Você esta diferente, com um brilho diferente nos olh... -Acabei por me hipnotizar por aqueles dois brilhos. -Você roubou o brilho da estrela e colocou em seus olhos... -Disse, e ele sorriu para mim, me abraçando. -Onde você estava? -Perguntei, eu não estava segura de onde ele estava quando eu bati na porta do quarto dele. -Eu fui no seu quarto, bati e ninguém respondeu. -Me separei dele, olhando em seus olhos. Ele sorriu e me puxou para um canto.
–Eu trouxe algumas bebidas. -Ele disse, no canto escuro. Eu arregalei os olhos. Ele trouxe bebidas? Eu havia pedido para não trazer, não queria confusão...
–Mas, eu pedi para você não trazer... -Disse, olhando-o com um bico, ele me olhou. Percebi que o brilho de seus olhos haviam desaparecido.
–Eu sei que não quer confusão. -Ele disse sério. -Mas você não percebe como aqui iria ficar, sem a bebida? -Ele perguntou, e eu o olhei brava.
–Podia ter me falado pelo menos! -Disse, e ele me olhou digamos assim, que entediado.
–Podia, eu podia ter te falado, mas você teria me impedido, não é mesmo? -Ele perguntou, e eu engoli em seco. Eu teria. -Eu sei que você teria me impedido, para deixar a sua "festa do pijama" boa, sem confusões. -Ele se aproximou de mim. -Você viu o que a Diretora falou? Ela mandou agente beber, então eu fiz um favor! -Disse ele tentando me convencer. Suspirei,e ele saiu dali, um pouco bravo. Eu me encostei na parede, eu odiava brigar com Niklaus.
James
Abracei Marri com minhas forças. Ela queria fugir de mim, só porque eu disse que eu queria fazer uma competição com ela. Estou magoado com ela. Fiz um bico e fui caminhando em direção a máquina de competição de danças dali.
–Vai gatinha, vamos ver se você é tão boa no jogo, como é nas respostas. -Disse, e ela me olhou com tédio e de braço cruzado. Logo eu coloquei uma música para dançar contra Marri.
–Já sei. Se você adivinhar a história do mexilhão feio, eu não danço. -Ela disse, eu a olhei sem entender nada. Quem é o mexilhão feio?
–Quem é esse? -Perguntei, e ela me olhou com uma expressão de extremo tédio.
–E assim... Era uma vez um mexilhão feio.Ele era tão feio que todo mundo morreu. Acabou. -Ela disse, eu a olhei com uma expressão de tédio.
–Sério? Só isso? -Perguntei para ela, e ela deu de ombros. -Tudo bem, vou te mostrar uma história melhor que essa. -Coloquei o dedo no queixo e comecei a pensar, mas nenhuma ideia me vinha a mente. -AH! Desisto, vem logo dançar. -Disse, puxando-a para dançar, mas ela se agarrou a um poste.
–NÃO VOU! -Ela começou a gritar, igual louca. Então eu a larguei, para não passar vergonha.
Andressa Mackenzie
Carlos. Esse era o meu ponto de vista, seu sorriso, seus lábios, seus olhos, seu olhar, seu cabelo, seu cabelo, ele era a perfeição ! Escutei uma barulho o meu lado, mas não me virei, continuei olhando para frente.
–Oi. -Disse um alguém, era um homem, mas eu não me virei para ve-lo. -OLHA PARA MIM! -Ele gritou, então obediente eu o olhei.
Quando eu o olhei tive que prender o riso. Não acreditei no que eu estava vendo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário