segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

# E.D.P Capítulo 32 - Conversas ! #


Eu precisava fazer alguma coisa.
****
–Temos que nos preparar! -Disse Demi, batendo palmas, pulando sem parar. Ela estava animada. Uma pessoa passou por elas, esbarrando em Demi propositalmente, que olhou para a pessoa e viu Caroll. -O que deu nela? -Perguntou-se Demi. Ela olhou para Ashley e voltou a pular batendo palmas.
–Eita animação. -Disse Ashley rindo, e Demi pulou ainda mais, puxando Ashley para pular junto a ela. As duas riram, e Demi pulou nas costas de Ashley, que teria caido, se Harry não a tivesse segurado pela cintura. Da onde ele apareceu? Do além, talvez.
–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Menino fantasma, que susto! -Gritou Demi, e acidentalmente, ou talvez não, gritou no ouvido de Ashley.
–DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEMI! -Gritou Ashley, largando Demi que caiu no chão e colocava a mão no ouvido.
–Minha bunnda tem algum osso? -Perguntou Demi, e Ashley a olhou, mordendo o lábio, pensando.
–Não sei, mas porquê a pergunta? -Perguntou Ashley, dando a mão para a Demi se levantar.
–Porque minha bunda tá doendo. -Disse Demi, passando as mãos na bunda, com uma expressão de dor.
–Ah! Vai esquece isso que passa. Vamos fazer nossas unhas! -Disse Ashley, puxando a mão de Demi, levando-a para o quarto.
–Ta né... -Disse Demetria dando de ombros, e deixando-se ser levada pela Ashley.
Carlos Garcia
Eu não acreditava que havia beijado Andressa. A garota perfeita, com um sorriso iluminador, um olhar profundo, uma personalidade forte...
–O que você pensa tanto, playboy? -Escutei a voz de Logan. Olhei para cima e vi que era Logan e Kendall. Eles tinham um sorriso nos lábios.
–Nada. -Disse dando de ombros. Olhei para os dois, e vi que eles se jogaram no puffe ao meu lado. Eles riram e reviraram os olhos.
–Cara, fala logo no que tanto pensa. -Disse Kendall, olhando para mim entediado.
–Tudo bem... Estava pensando na Andressa. -Disse e vi sorrisos maliciosos dos dois na minha frente. Olhei para eles entediado.
–Ela bem que é uma gostosa. -Disse Kendall e sorriu.
–Não fale assim dela. -Disse rude, e Kendall arregalou os olhos, mas sorriu.
–Tem alguém apaixonadinho aqui. -Ele disse, e Logan riu concordando.
–Iih, mermão, isso não é moleza não. -Disse Logan, e Kendall riu, junto a mim e Logan. Dois idiotas.
Andressa Mackenzie
–Sabe o que podemos fazer? -Perguntou Julieta, com um sorriso, pegando em meus cabelos. A olhei aprensiva. O que essa louca iria fazer no meu cabelo?
–O que? -Perguntei a olhando, totalmente interessada. Ela poderia ser louca, mas é a minha amiga, e eu devo confiar meus belos cabelos nas mãos dela.
–Fazer uma trança, iria ficar lindo! -Ela disse com os olhos brilhando, ri de seu entusiasmo, seu entusiasmo era tanto que seus olhos brilhavam.
–Você por acaso sabe fazer uma trança? -Perguntei insegura, puxando meu cabelo para o meu lado. Afinal de contas, ele ainda é meu, né?
–Claro que eu sei. -Ela disse dando de ombros e me olhou com um sorriso. -Como não iria saber fazer uma trança? Andressa, me poupe de perguntas fúteis. -Ela disse, e eu ri. Ela pegou minha mão, com a intenção de me fazer soltar o meu cabelo para ela começar a trança, mas eu não largava meu cabelo. -Larga, Andressa... -Ela pediu, colocando a língua para fora, enquanto tentava puxar meu cabelo.
–Ta... -Disse soltando meu cabelo tristemente, mesmo sem a minha vontade. Ela riu, e começou a passar um pente pelos meus cabelos, ela passava com cuidado.
–Se ficar bonito, você me lembre de ficar brava com você? -Ela disse e eu revirei os olhos. -Mas eu sei que vai ficar perfeito, sou eu que estou fazendo. -Ela disse toda convencida.
Cody Simpson
–My angel
How'd you get to be so fly
How'd you get to shine so bright
How'd you get to look like that
Please heaven don't you call her back
Aye -Cantarolei uma das minhas músicas feita para a minha Rayssa, segurava meu violão, enquanto estava sentado em uma dos bancos. Com um sorriso no rosto, enquanto me lembrava dela. Fechei os olhos. Poderia estar parecendo um gay, mas a questão é... Estou apaixonado, amando Rayssa Simpson, e um dia quero me casar com ela, apesar dela já ter o meu sobrenome, eu a quero para mim
–Oi Apaixonado. -Escutei uma voz, olhei para o lado e encontrei Villian ao meu lado com um sorriso.
–Oi Senhorita Sem Apelido. -Disse, e ela riu me olhando com um sorriso. Ela não devia estar se arrumando igual as outras?
–Não devia estar se arrumando para o seu prince? -Perguntei com um sorriso, ela me olhou e revirou os olhos.
–Eu não tenho um principe. -Disse ela, e abaixou a cabeça. Lembre-me de Greyson, como ela o olhava.
–Pode não ter ainda, mas sei que antes de acabar a escola, você vai ter alguém. -Disse para ela, e ela me olhou confusa.
–COmo você sabe? -Ela perguntou, e arregalou os olhos, que de repente brilhavam. -Você é um vidente! -Ela murmurou animada, e eu ri. Era a única coisa que eu podia fazer.
–Só confie em mim. Vai logo se trocar. -Disse e baguncei seus cabelos.
–Tudo bem, Senhor Vidente. -Ela disse, usando um novo apelido meu, eu voltei a prestar atenção na música.
Rayssa Simpson
Estava me arrumando, fazendo as unhas, quando escutei baterem na porta. Mordi o lábio, quem era? Eu não havia chamado ninguém.
–Entra. -Disse, curiosa e ansiosa. Quem era? Eu mordi o lábio, e quanto escutei a porta ranger, olhei direto para a porta, olhando a pessoa. Vi que era apenas a nova amiguinha do Cody. -O que você quer aqui? -Perguntei, e ela sorriu meio tímida.
–Oi. -Ela disse, com as bochechas um pouco coradas, ela estava hesitante, cautelosa.
–O que foi, novata? -Perguntei com um sorriso fraco. -Sente-se. -Disse ao ve-la olhando a minha cama, ela me olhou sorrindo fraco.
–Posso te pedir uma ajuda? -Ela pediu falando fraco. Eu a olhei o que essa menina queria? Ela se aproximou, lentamente, e se sentou na cama.
–Depende. -Disse e ela suspirou olhando para baixo. -O que você quer? -perguntei, e vi ela dar um sorriso, levantando a cabeça, me olhando com um sorriso cheio de esperança.
–Pergunta algo ao seu Cody? -Ela pediu, e eu a olhei. O que ela queria saber do Cody. Mordi o lábio, olhando minha unha secar. Depois de um momento de silêncio, eu olhei novamente para ela.
–O que você quer que eu pergunte a ele? -Perguntei, e ela sorriu pra mim. Eu estava curiosa, precisava saber o que ela queria saber.
Zayn Malik
Estava caminhando em direção ao jardim, quando acabei trombando em alguém. Sorte nenhum dos dois ter caido. Passei as mãos pela minha roupa, tirando qualquer poeira ou coisa do tipo. Olhei para cima, e vi que era Louis, Liam e Niall, eu havia trombado em Niall.
–Ah! Oi Zayn. -Disse Niall, ele parecia abatido. O olhei sem entender nada.
–Aconteceu algo? -Perguntei, inocente. Eu não sabia de nada, então eu não teria culpa de nada.
–Seu idiota. -Esbravejou Louis para cima de mim, mas Liam e Niall o seguraram. Ele queria me bater. -Graças a você ela se cortou, graças a você! -Ele disse, e eu o olhei confuso. Quem havia se cortado?
–Quem se cortou? -Perguntei, e ele riu irônico. Ele se aproximou de mim, uma distancia meio assustadora para ele que queria me bater.
–Não se faça de sonso, seu idiota. -Ele disse baixo, mais ameaçador.-Você sabe que fez a Gabriella se cortar, você sabia que ela se cortava. Ela tinha parado quando vocês dois começaram a namorar, mas você se separou dela! -Ele disse e eu arregalei os olhos. Eu havia pensado que ela não fazia mais isso.
–Eu não... Sabia. -Disse abatido, Niall riu irônico, e Liam o segurou pelo ombro.
–Você a fez se cortar por uma besteira tão grande. -Disse ele, e eu o olhei mordendo o lábio, tendo uma ideia meio louca.
–Ela que não me perdoa, c******! -Disse, e Niall riu irônico.
–Claro, você a chamou de vadia, de vagabunda, queria que ela voltasse sorrindo para você? -Ele perguntou, e balançou a cabeça negativamente. -As vezes parece que você não pensa. -Ele disse revirando os olhos.
–E se... -Comecei, olhando para ele, em seguida para todos, que me olhavam atentos. Comecei a contar meu plano para eles, e eles sorriram, gostando da ideia. Isso era bom. Quem sabe funcionasse realmente?
Gabriella Ryan Williams
Me sentei em um banco escondido atrás de uma árvore. Me sentei de lado, colocando meus pés no banco e abraçando forte minhas pernas. Coloquei a cabeça apoiada nos mesmos. Olhei a paisagem, a grama verdinha, o banco de madeira, algumas florzinhas plantadas bonitinhas aos meus pés. Sorri irônica e peguei as mais próximas de mim. Mordi o lábio, elas não estavam como o meu humor. Peguei meu isqueiro que sempre anda comigo, e coloquei fogo na flor. Fiquei olhando-a morrer na minha mão. Escutei passos, mas não me mexi, apenas fiquei olhando a flor. Larguei ela, e vi que a pessoa ao meu lado, começou a pisar nela, fazendo o fogo apagar.
Suspirei, e apoiei meu queixo no joelho, olhando a pessoa a minha frente. Notei que era Zayn. revirei os olhos, o que esse cretino, idiota queria agora? Suspirei, e fiquei olhando-o, sem pensar nada. Senti os cortes começarem a arder, mordi o lábio. Eu precisava mexer nisso, mas com Zayn aqui... Eu não podia. Eu não era fraca para mostrar isso a ele.
–Pode mexer. -Ele disse, e eu arregalei os olhos, surpresa, o olhando. Ele sabia dos cortes? -Sim, eu sei que você se corta. -Ele disse, eu comprimi os lábios esperando o sermão que ele me daria. -Não vou brigar com você, mas só quero que me responda, Gabby... Por quê? Por que você gosta de sofrer? Eu te amo, desculpe as palavras. Fui eu não fui? -Ele perguntou, eu olhei para a paisagem novamente.
–Eu não te devo satisfações. -Disse, e me levantei. Sem me importar com ele. Iria começar a me arrumar para essa merda de festa.
Danniel Campbell
Olhei para o celeiro. Comecei a caminhar para lá, e vi a Professora lá dentro. Entrei na cocheira do meu cavalo, e comecei a pegar as minhas coisas de montaria. Ele estava calmo hoje. Achei estranho, mas escutei uma voz estranha vindo de dentro de uma sala, eu não sabia o que eu poderia pensar disso.
–Eu não acredito! -Disse a voz, e eu não estava entendendo nada. Mordi o lábio, com um pouco de medo. -Você disse que não as machucaria. -Disse novamente a voz. Quem? Machucar a quem? -Não, você não vai as machucar, apenas enfiar uma merda de lámina dos braços del... -A pessoa que falava parecia ter sido interrompida. -Elas... Ela não fazem isso. -Disse a voz, parecia temerosa. Engoli em seco, não estava entendendo nada. -VOCÊ É UM MONSTRO! ELAS SÃO INOCENTES! -Gritou novamente a voz, engoli em seco, e me encostei na porta, estava abaixado, assim ninguém me via. -Ah! Claro, quer saber? Eu não vou mais te ajudar em nad.... -A voz estava ficando mais baixa, como se a pessoa estivesse saindo de onde eu estou.
Silenciosamente, peguei as coisas de montaria mais rápido, e coloquei tudo em meu cavalo. Subi nele, e fui galopando lentamente, tentando não fazer nenhum barulho. Corri em direção a algum lugar distante, precisava tirar essa conversa de minha cabeça.
Foi quando eu vi uma silhueta, parecia uma silhueta masculina. Vi que ele escrevia algo em uma das árvores. Me escondi com o meu cavalo em um canto que ele não me visse, e ele olhou para os dois lados, em seguida saiu correndo, sem antes colocar fogo na árvore. Me aproximei da árvore, e vi ante que queimasse a frase, "Eu Odeio Princesas". Engoli em seco, e fui me afastando lentamente dali.
Mikaella Agliardi
Passei algo simples na unha. Não queria fazer algo especial, pois principalmente, não estava com vontade. A minha vontade do momento, era algo simples, eu estava com vontade de montar em um cavalo, e ir para o lugar mais alto e distante, um lugar para mim refletir, e ficar em paz. Olhei as minhas unhas, elas estavam até que boas, nada muito extravagante e nada muito simples.
Coloquei uma blusa de agasalho por cima da roupa que eu usava e um tenis que fosse confortável, pois minha mãe diz que só ficamos bonitas quando sofremos. Minha mãe é um pouco masoquista em questão de beleza.
Fui caminhando silenciosamente, olhava todos os lados, com medo de alguém me ver, eu queria ficar só, não queria ninguém me seguindo não. Olhei novamente todos os lados, tudo deserto. Suspirei, aliviada. Fui para o estábulo, peguei o meu cavalo, e montei nele. Comecei a galopr, e vi uma árvore que parecia começando a pegar fogo. Aumentei a velocidade, com o meu cavalo, e vi Danniel partindo em seu cavalo, ele parecia estranho. Me aproximei da árvore em chamas e tinha uma frase escrita "Eu Odeio Princesas". Arregalei os lhos, e me afastei, procurando algo para fazer a árvore parar de queimar. Danniel havia escrito aquilo? Engoli em seco, e me concentrei em apagar o fogo.
Vi que o fogo foi-se apagando. Subi no meu cavalo, e fui galopando para um lugar afastado, olhava as vezes para trás, sem palavras com o que eu havia visto, presenciado ali.
Niklaus
Fui caminhando pelos corredores, Estava deserto. Escutei um barulho, e fui caminhando me apoximando do quarto da Ravenna. Bati na porta, e escutei um grito, dizendo "Entra".
–Oi Linda. -Disse, me aproximando dela, e a envolvendo nos braços. Percebi que ela estava com um shorts e uma blusa regata.
–O que foi? -Ela perguntou me olhando com um sorriso. Eu sorri, e a abracei mais forte contra mim.
–Você esta linda. -Disse, acariciando a face dela. Eu estava mudando, isso era um fato. Eu era um bad boy, e agora estou um bobo boy.
–É, eu estou perfeita. -Ela disse irônica e riu. Revirei os olhos. Ela se soltou de mim e foi caminhando em direção a sua cama.
–Eu estava pensando... -Disse, e ela me lhou curiosa, sem saber o que eu iria dizer. Eu fiquei quieto um pouco, e ela me olhava com as sobrancelhas aqueadas.-Fala.
–Ela disse ansiosa, e curiosa ao mesmo tempo. Ri e a puxei para mim, de novo. -Eu preciso me arrumar! -Ela reclamou, e eu aproximei meu rosto do dela.
–Eu te acho muito bonita, não precisa mudar não. -Disse, e ela me olhou com uma expressão entediada. -Tudo bem, vim perguntar... Vamos levar nossas bebidas? -Ela perguntou.
–Não sei, não quero arrumar confusão. -Disse, e eu suspirei. Eu já havia bebido, então não me faria tanta falta.
–Eu vou sair, para te deixar se arrumar. -Disse, dando um beijo na bochecha dela, soltei-a, mas antes que eu pudesse sair, ela me puxou e me deu um beijo. Sorri, e puxei a cintura dela contra mim. Nos separamos, e eu dei um beijo no canto da boca dela, saindo dali rapidamente.
Ravenna Annabelle Diaz
Depois que Niklaus saiu do meu quarto, me sentei na minha cama, e peguei a minha maleta de esmaltes. Peguei várias cores, eu não sabia qual eu poderia usar no momento. Mordi o lábio, e encarei as cores, eu tinha vários tons de preto, cintilante, com glitter, também tinha cinzas, azuis escuros... Escutei baterem na porta, novamente.
–Entre. -Disse, sem tirar os olhos do esmalte. Escutei a porta abrir, pensei que fosse novamente Niklaus, então nem olhei, mas quando a pessoa pigarreou, eu a olhei. Vi que era Demi. Ela sorria envergonhada.
–Desculpe o incomodo... -Ela começou envergonhada, o que eu achei estranho, ela não era envergonhada, ela era louca. -Eu só vim avisar uma coisa... -Ela disse, e eu a olhei esperando ela prosseguir. -Cuidado, quem estava com as drogas, será expulso, e talvez perca o direito a coroa se o povo souber. -Ela disse, e eu arregalei os olhos. Eu não sabia quem estava com a droga, então nem poderia ajudar a pessoa.
–Por que veio me avisar? -Perguntei, e vi que ela arregalou os olhos, sorrindo fraquinho. -Sem ser grossa, claro. -Fiz uma expressão de bosta, mas sem ser fedorenta.
–É que você é estilo meio rebelde... -Ela disse, e eu a olhei, ainda tentando entender. -Talvez a droga estivesse com você. -Ela disse tentando se explicar.
–Eu fumo, não me drogo. -Disse, e ela sorriu envergonhada. -Eu sei que drogas estragam a vida da pessoa. Eu aprendi da pior maneira mas aprendi. -Disse revirando os olhos.
–Hum... Vou indo. Ah! Adorei esse. -Ela disse indicando um esmalte. Sorri para ela.
–Obrigada, acho que eu escolheria ele de qualquer jeito. -Disse e começamos a rir. Ela sorriu e se foi.
Niall Horan
Gabriella estava sofrendo. Sofrendo de amor. A pior coisa que se tem para sofrer. Suspirei, e bati na porta do quarto dela. Escutei só silêncio, bati novamente, e coloquei meu ouvido na porta, dava para escutar a respiração dela.
–Eu sei que você esta ai. -Disse, e escutei algo cair no chão, quebrando-se. Algo de vidro e bem frágil, e que corta. -To entrando. -Disse, abrindo a porta, e entrando no quarto, vendo-a segurando um pedaço de vidro, e antes que pudesse fazer algo, eu corri, tirando o vidro da mão dela, e pegando-a no colo. -Ficou doida? -Perguntei, acariciando a face dela. Ela me olhou com os olhos marejados.
–Não estou doida. Não estou louca. Só estou cansada. -Ela disse, e se sentou apoiando a cabeça nas mãos, o incrível e que nenhuma lágrima caiu, e quando caia, ela secava rápido.
–Cansada do que, Gata Selvagem? -Perguntei, e ela me olhou com os lábios tremendo, os olhos estavam vermelhos. Ela os coçava, devia ser por estar guardando as lágrimas. Ela suspirou, e colocou a cabeça novamente nas mãos. Me levantei e tranquei a porta, quem sabe assim ela se sente mais a vontade. -Me diz. -Disse, me ajoelhando na frente dela, que tentou sorrir.
–Estou cansada desse sofrimento. -Ela disse, e eu acariciei sua face. -Estou cansada de me magoar. Estou cansada da falsidade de agumas pessoas. Estou cansada de lutar. Estou cansada da vida. Estou cansada de ser forte quando eu não sou! -Ela exclamou, e eu arregalei os olhos. Puxei ela para mais perto de mim, a abraçando forte.
–Você não é fraca. Você ainda não chorou, mesmo com os olhos cheios delas. -Disse, e ela sorriu fraco. -Você não cansou, você apenas precisa de um tempo para si mesma. Precisa refletir. -Disse, e olhei dentro dos olhos dela. -Eu sei que você consegue ser forte. Tudo pode estar desmoronando, mas a minha Gaby, a minha Gata Selvagem, sempre coloca um sorriso nos lábios, irônico as vezes, mas as vezes normal, e seguia em frente, enfrentando cara a cara. -Disse, e ela mordeu os lábios. Me levantei, olhando ao redor, procurando uma caneta, ou um marcador. Achei uma canetinha preta, me aproximei dela. Suspirei e tirei a pulseira que cobria seus cortes.
–Vo-Você... S-Sab-Sabia... Dos Cortes? -Ela perguntou, meio que soluçando.
–Eu presto atenção em quem eu amo. -Disse, e dei um sorriso fraco para ela. Olhei seus cortes, acariciei e escutei um gemido de dor vindo dela. Dei um beijo em cima deles, e olhei para ela que sorria. -Preste bem atenção... -Disse, e ela me olhou assentindo. Desenhei uma borboleta nos dois pulsos dela. E fiz uma em um dos meus pulsos. -Essas duas borboletas que estão em seus pulsos, são as pessoas que você mais ama. -Disse, e ela me olhou assentindo. -Se você se cortar... A borboleta morre... -Disse, e ela arregalou os olhos. -Sem contar, que a cada corte que você fizer, irei fazer em mim. -Disse, e ela engoliu em seco. -Então não se corte, ok?
–Okay. -Ela disse fraco, e eu a abracei forte. Ela colocou a cabeça em meus ombro e eu sorri.
Samantha Wabber
Engoli em seco, me lembrando dos cortes que eu havia visto nos braços da Gabby. Suspriei, e apoiei minha cabeça em uma parede qualquer. Passei a mão nas cicatrizes, com receo que alguém descobrisse.
–Oi. -Escutei alguém dizer ao meu lado. Coloquei a mão no peito, e olhei para o lado, vendo que era apenas Zayn, com um sorriso diferente.
–Oi. -Disse, e ele abriu os braços, me abraçado forte. -Que foi? -Perguntei, olhando em seus olhos. Ele sorriu, e me abraçou mais forte, me tirando do chão e me girando.
–Hoje é um bom dia. -Ele disse apenas, dando de ombros. Sorri e o encarei.
–Eu tenho que ir me arrumar... -Disse, e ele me olhou, sem me soltar. -Poderia... Ahm... Me soltar? -Perguntei, e ele se tocou que me segurava. Ele sorriu envergonhado e me colocou no chão.
–Quer impressionar alguém? -Ele perguntou risonho, e eu o olhei entediada. Dei um sorriso fraco, me lembrando de Niall, eu poderia me arrumar um pouco mais para impressiona-lo, não podia?
–Como você sabe? -Perguntei, e comecei a olhar para os dois lados desconfiada. -Você é um agente da CIA? -Perguntei, e ele riu.
–Vou ter de te matar. -Ele disse, e eu o olhei com os olhos arregalados. -Você descobriu meu segredo. -Ele disse, e eu ri balançando a cabeça negativamente.
–Seu bobo. -Disse, e ele me deu a lígua.
–Bobo da Gabby. -Ele disse, e eu ri. Ele era um bobão, literalmente.
–Vou ir me arrumar, que ganho mais. -Disse e fui caminhando em direção a porta do meu quarto. Entrei nele, e comecei a jogar tudo pelos ares, a procura das minhas coisas.
Harry Styles
–Eae, Bobão Apaixonado? -Vi Liam se aproximando de mim, e fizemos nossos toques. -Como esta a amada? -Perguntou, e eu ri. Onde ela deveria estar agora?
–Esta bem. -Disse dando de ombros, relaxando um pouco mais no meu canto. -Deve estar se arrumando para a festa. -Disse ele revirando os olhos.
–Por que não esta com a sua carnívora? -Perguntei, e ele me olhou confuso. -A Susanna. -Disse, e ele riu, ao se lembrar da mordida que ela deu nele na bunda.
–Menina louca. -Ele disse, e eu ri revirando os olhos. -Louca, mas perfeita. -Ele disse com os olhos brilhantes.
–Daqui a pouco você vai se juntar ao nosso grupo, se já não entrou. -Disse, e ele me olhou sem entender nada.-Clube dos Apaixonados de Plantão. -Disse, e ele riu, revirando os olhos.
–Quem esta participando? -Ele perguntou.
–Louis, eu, Carlos, James, Kendall esta quase lá, Justin esta quase lá, Garrett.. -Disse, contando nos dedos, mas eu nem conseguia mais pensar direito.
–Nossa, daqui a pouco o Clube fica cheio, é melhor eu entrar logo. -Ele disse brincalhão, eu apenas revirei os olhos, rindo com ele. Mesmo sabendo que com amor e assuntos do mesmo não se brinca.
Ashley Collins
–Ai, Demi. -Disse, quando ela acabou por mexer em um dos meus cabelos.
–Calma, Angel. -Ela disse, e eu a olhei pelo espelho, ela fazia sua expressão de santa. -Se ficar ruim você usa uma toca.
–Sua Vaca. -Disse, e ela me olhou demonstrando raiva, ou fingindo.
–O que você disse? -Ela perguntou novamente.
–Que você é uma V A C A. -Soletrei lentamente para ela, que me olhou sorrindo.
–E você é uma vadia. -Ela disse dando de ombros.
–E você é gorda. GORDA! -Disse, e ela fez uma careta.
–E você é uma vassoura. -Ela disse, e eu a olhei com uma expressão de poderosa.
–Pelo menos tenho estilo. -Disse, e joguei o meu cabelo, que acabou por pegar no rosto da Demi.
–Pelo menos tenho estilo. -Demi me imitou e jogou, ou melhor tentou, jogar o cabelo como eu, mas sail #fail ali.
–Con licença querida, só eu posso. -Disse, e ela riu, me mostrando seu lindo dedão do meio.
–Ah! Vamos parar logo? Eu quero fazer logo as minhas unhas. -Disse, piscando os olhos, constantemente.
–Tudo bem. Só falta dar os últimos drink's. -Ela disse e eu a olhei com os olhos arregalados, o que ela fazia em meu cabelo? Suspirei e comecei a prestar atenção nas minhas unhas.
–Eu acho que vou pintar minhas unhas de azul. -DIsse, e Demi me olhou com um sorriso imenso.
–Tive uma ideia! -Ela disse e eu a olhei sem entender nada. -Pinta a unha do dedo mindinho de azul, e o resto de uma só cor.
–Ela disse e bateu palmas-Filha única? -Perguntei com um sorriso.
–Isso mesmo, parceira. -Ela disse, e fizemos nosso toque espantalagosmico.
Justin Drew Bieber
Estava sentado na minha ama, estava com tédio, quando me lembrei que eu teriade alimentar Sophie, já que ela esta meio que se recusando a comer. Preparei um prato. com algumas besteiras, e fui caminhando em direção ao quarto de Sophie. Bati na porta, e entrei. Me deparando com Sophie deitada na cama, só de pijama, e um pijama curto, curto. Senti o Jerry se mexer dentro da box.
–Oi. -Disse, chamando a atenção dela para mim.
–Ah! Oi Jus. -Ela disse, e me chamou para perto de sua cama. Coloquei a bandeija em um banco, que eu puxei para mais perto, e deitei na cama, abraçando Sophie forte.
–Estou com sono. -Escutei ela resmungar em meu ouvido.
–Mas você não pode dormir, você precisa comer. -Disse, e ela me olhou com uma expressão de anjinho.
–Vai... Deixa eu dormir? -Ela pediu, e eu suspirei. Eu não iria deixa-la dormir. Eu não iria.
–Não, primeiro você come. -Disse, e ela suspirou.
–Mas eu estou gorda demais! -Ela disse, e eu ri. Ela apontou para o corpo dela.
–Você esta gorda? -Perguntei, e comecei a rir. -Você esta gorda mesmo, mas gorda de gostosura. Você está tão gostosa e sexy, que você acordou o Jerry... -Sussurrei em seu ouvido e ela me olhou.
–Quem é Jerry? -Ela perguntou, e eu olhei para omeu amiguinho, e assim ela entendeu, pois suas bochechas ficaram coradinhas. -Ta eu como. -Ela disse, e eu sorri pegando a bandeija e entregando a ela comer.
Sophie Samira Eittan Fox Adams
Depois de ter escutado Justin falar de seu amiguinho debaixo, decidi comer. Não estava com fome.
Quem dá um nome ao seu penis?
Escutei a voz dele soar em minha cabeça. Isso não te interessa, pensei, mas não falei por sorte.
Eu nunca deu um nome para o meu amiguinho...
Escutei a voz novamente. Porque vocês são diferente, pensei e fiquei em silêncio, olhei para Justin, ele sorria para mim,ao me ver comer.
Ele te ama.
Escutei aquela voz, e eu mordi o lábio. Será mesmo?
–Hey, Soph... -Me chamou, e eu o olhei.
–Será que agora você pode me contar a sua história? -Pediu e eu engoli em seco.
–Falar... Falar o que? -Perguntei, dando uma de inocente.
–Me fala logo da sua vida. -Disse ele, e eu me ocupei de encher a boca com a comida.
–Pessoal, a festa do pijama vai começar as 18h. Por favor se arrumarem logo. -Escutei a voz da Diretora e sorri aliviada.-Eu tenho que me arrumar. -Sorri, e Justin me deu um selinho me deixando surpresa, enquanto saia do meu quarto.
Salva pelo gongo!

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