segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

# E.D.P Capítulo 27 - Aulas Exp. / Dança V #


–Venha, Júlia. -Chamou a professora, me separei de Josh, ele me desejou sorte, e eu fui caminhando em direção ao centro do salão. -A vencedora é.... -A professora disse, ela levantou a minha mão. -Julia? -Todos bateram palmas. -Maria Clara? -Ela perguntou, e eu acabei por vencer. Sorri animada. Eu venci.
****
–Tudo bem. -Disse a professora, e todas as princesas a olharam. -Venha aqui queridos. -Disse a professora, e todos os meninos a olharam sem entender nada. -Sim, queridos, vocês vão dançar. -Disse a professora simples, dando de ombros. Os meninos a olharam entediados. Eles não queriam ir, não queriam fazer nada. -Vamos garotos. Animo! -Disse a professora, e os meninos a olharam com caretas.
–Não podemos apenas olhar? -Perguntou Cody, e a professora riu, se aproximando do mesmo. E olhando-o nos olhos, deu um sorriso.
–Não. -Disse ela simples. Alguns meninos fizeram seus bicos, e suas princesas deram lhe um selinho rápido neles, que a abraçaram em troca. -Tudo bem, casais se separem. -Disse a professora simples, dando lhes a costas.
–Nós podemos pelo menos escolher as músicas? -Perguntou Louis, a professora sorriu negando. Ela se aproximou do rádio, e olhou para todos os principes com um sorriso, procurando sua vitima.
Kendall Francis Schmidt
–Espero não ser eu. -Cochichei para Julieta, que me olhou com um sorriso. Um sorriso lindo.
Ela me deu um beijo na bochecha, e ficou próxima a mim, literalmente.
–Hoje não é seu dia de sorte. –Disse ela, e eu a olhei sem entender, depois eu havia
entendido. A professora me chamava com os dedos para mim me aproximar dela. Separei-me
de Julieta, que me olhou sorrindo. –Boa Sorte. –Disse ela. Sim, eu precisava de
sorte, e muita.
Fui para o centro do salão. A professora abaixou a cabeça, olhando para o rádio, apertando play, em seguida
me olhou me deixando encabulado. Engoli em seco, e comecei a fazer alguns passos, deixando ser guiado por meu instinto na dança.
Olhei para a professora, e ela nem olhava para mim, mas sim para a porta, acabei me desconcentrando, ao olhar para a porta, me surpreendi ao ver a diretora ali, nos olhando.
–Continue. -Disse ela, rispida. Engoli em seco, e continuei a dançar, tentando não me importar que a Diretora me observava.
James David Maslow
–O que será que ela quer aqui? –Perguntou Anne-Marri, a minha gatinha. Ela havia se entregado, e meu coração já a aguardava, de portas abertas.
–Espero que seja só observar. –Comentei baixo, e ela sorriu. Ela parecia receosa, e provavelmente não iria me abraçar com a diretora aqui. Olhei para Kendall, ele dançava, e percebi que às vezes olhava na direção da
professora. Ri sozinho, mas baixo.
Logo a música acabar, vi Kendall caminhando em direção a Julieta, eles nem se abraçaram, apenas se deram a mão. Pelo
visto a minha garotinha não era a única com medo.
–Pode vir, James? –A professora falou, eu ergui a cabeça a olhando. Assenti. Eu ainda não era louco de negar, com a diretora ali,
principalmente.
Fui ao meio do salão, e a professora ligou o rádio, deixando a música começar a tocar. Fiz alguns passos,
tentando deixar no ritmo da música, para não fazer feio. Não prestava atenção
em nada.
Niall James Horan
–Que tédio. –Escutei Gabriella resmungar ao meu lado.
–Fica quieta menina. –Disse, repreendendo-a. A diretora já estava brava com ela, imagina se
escuta ela falando isso, nem quero ver nada.
–Só por causa da Diretora? –Ela perguntou sem entender muita coisa. Balancei a cabeça afirmando.
Ela mordeu os lábios, olhando a Diretora. Ela com certeza estava arrependida do
jeito que havia tratado a diretora, bom eu espero isso.
Olhei para Samantha, ela estava me olhando, com um olhar arrependido. Isso era fácil de se ver, mas difícil perdoar. Cara,
ela o beijou literalmente, enquanto eu e a Gabby demos um selinho, nem um beijo
direito. UM MISERO SELINHO!
–O que você tanto
pensa? –Perguntou ela, eu a olhei com um sorriso fraco. Gabby era linda, seus olhos,
o jeito que seu cabelo lhe caia no rosto, a sua face... Mas caramba, ela é só
minha amiga!
–Vem cá, fofo. –Escutei a professora chamar. Olhei para ela com os olhos esbugalhados. –Seus olhos são
fofos. –Ela disse, e eu dei de ombros, olhei para Gabby como se pedisse desculpas, eu não conseguiria responder a ela. Caminhando até ela.
A música começou, era bem agitada. Sorri e comecei a dançar. Vi Gabby sorrindo para mim, e Samantha
me olhava admirada. Fiquei olhando para as duas, as minhas duas garotas.
Zayn Javadd Malik
Ele havia conseguido. Ele havia ficado com as minha garotinha. Suspirei, e olhava Gabriella olhando para ele. Ela tinha um sorriso feliz. Que somente eu tirava daqueles lindos lábios.
–Ciúmes? –Escutei alguém perguntar, olhei para o lado e vi Samantha, ela olhava para mim, mas seus olhos
voltavam para Niall.
–Um pouco. Eu devia ter ficado com ela, ter cuidado dela. –Disse, mordendo os lábios, olhando Gabriella. –Eu também não devia ter a tratado mal. –Admiti, e ela riu, concordando com a cabeça.
–Agora os perdemos. Quando os perdemos, soubemos dar valos. –Disse ela, e eu a olhei. Eu já havia escutado essa frase. De meu avô. Quando minha avó morreu. Ele havia me dito, para cuidar da pessoa
que ama, pois só se dá valor, quando realmente perde.
–Tudo bem, agora vem você, lindo. –Disse a professora, ela olhava para mim com um sorriso. Fui caminhando até ela, mas consegui ver Niall e Gabriella se abraçarem, felizes. Eles não se preocupavam com a Diretora, na verdade, ela estava fitando a professora, como se quisesse dizer algo.
Justin Drew Bieber
–Você dançou tão divino. –Disse, dando um beijo na Sophie, me lembrando dela dançando. Ela me olhou com um sorriso, e me abraçou forte.
–É... –Disse ela baixo, envergonhada. Ri da timidez dela, e abracei-a de lado, olhando a diretora ao
lado. Ela ainda estava na porta. Estava receoso de levar uma bronca, mas não queria me separar dela.
–Não fique com vergonha. –Disse, e ela levantou a cabeça me olhando. Fiquei olhando para seus olhos claros,
esquecendo-me do mundo, seus olhos eram delicados, mas muito misteriosos.
Acariciei sua face, macia, e ela desviou o olhar do meu.
–Príncipe dos olhos cor de mel? –Escutei a professora chamar, eu olhei para o centro, e ela olhava para mim com um sorriso. –Vengas bailar, muchacho. –Ela disse, em outra língua. Eu a olhei sem entender muito. Sou canadense, não sei muitos idiomas. –Venha dançar. –Ela explicou, e eu acho que fiz uma expressão
de “aaaaata”. Escutei o risinho de Sophie ao meu lado.
–Claro, Claro. –Disse, e Sophie me deu um beijo de boa sorte, e eu fui caminhando para o centro. A música
começou a tocar, e eu comecei a dançar.
Logan Phillip Henderson
–Estou animada para te ver dançar! –Disse Gabriela, me olhando com um sorriso. Ela bateu palmas, animada.
Eu ri dela. –Não ri de mim, Loggie. –Ela disse meu apelido com tanta fofura, e é meio clichê que eu pareci gay, mas a minha Gabi me faz isso. Sorri para ela.
–Tudo o que você quiser. –Disse dando de ombros, ela sorriu, e me abraçou forte. Eu sorri, apertando-a contra o meu
corpo. Levantei-a como um abraço de urso, eu escutei seu riso. Naquela escola, eu iria ter ótimos momentos com a minha princesa!
–Me coloca no chão! –Ela pediu, e eu neguei, começando a girar com ela ainda no meu colo. Eu escutava seu riso,
ela estava feliz. Pelo menos isso. Ela começou a socar fraco minhas costas, e quando eu estava me sentindo tonto, a coloquei no chão.
Comecei a andar, parecia bêbado. Olhei para Gabi ela ria de mim. Fiz um bico, e ela se aproximou de mim, me dando um sorriso.
–Bêbado, venha. –Disse a professora, olhei para ela surpreso com o apelido. Ah! Só por que eu estava andando
igual um bêbado? Qual é?!
–Bêbado, não professora, tonto é melhor. –Escutei Gabriela falar, e eu a olhei ela começou a rir. Mas essa
menina só ri. Isso é impossível. Eu a fuzilei, e ela riu mais ainda. Olhei para a professora.
–Tudo bem. Tonto pode vir, sua vez de dançar. Esfrega na cara dela que apesar de ser tonto, você sabe dançar! –Disse
ela animada. Eu a olhei indignado. Eu não era tonto.
–Eu não sou tonto. –Disse, com um bico, todos começaram a rir. Olhei de relance a diretora, e ela se divertia com
isso. Mas ainda continuava com a sua cara rígida. Algo sério devia ter realmente acontecido. –Vai profe, liga o som. –Disse e ela riu.
Ligou o som, e eu escutei o som começar a sair do aparelho. Comecei a dançar, um pouco engraçado, fazendo passos estranhos, eu conseguia escutar a risada de todos, mas só uma delas me importava.
Louis William Tomlinson
–Minha cabeça está tão dolorida... –Escutei Natalia resmungar, colocando a mão na cabeça. A puxei mais para mim, e dei um beijo no topo de sua cabeça. Ela suspirou pesado, e fechou
os olhos. Sorri para ela, fraco.
–Se ficar pior me avisa, eu peço para a professora se pode sair. –Disse e ela me olhou com um sorriso nos
lábios. –Eu me preocupo com você. –Disse, encostando a cabeça dela no meu ombro. Fazendo um cafuné, tentava ser delicado não bruto, a minha princesa era delicada, era uma joia preciosa, precisava de certos cuidados, e eu estava
tentando dar esses cuidados para ela.
–Ta tão gostoso. –Escutei ela dizer, com uma voz fina. Ri e a apertei mais contra o meu corpo. –Eu te amo. –Escutei ela sussurrar, e eu sorri para ela.
–Eu também te amo, picorrucha. –Disse, e ela me olhou sem entender nada. Meu novo apelido a ela, picorrucha.
–O que é picorrucha? –Ela perguntou olhando em meus olhos, totalmente confusa. Será que ela não gostou do novo apelido que eu havia dado a ela. Olhei para ela com um bico.
–Você não gostou? –Perguntei, e ela me olhou, arregalando os olhos. Ela me abraçou mais forte, e tocou com o
dedo indicador a ponta do meu nariz.
–Claro que eu gostei, amoore. –Disse ela, e começou a beijar minhas bochechas. –Eu amei, de verdade. Mas agora o que isso significa? –Ela perguntou, e eu ri amarelo para ela.
–Eu também não sei. –Disse, e ela riu. Eu ri junto a ela. Dei um selinho nela, e ela parou de rir no momento em
que nossos lábios se encostaram. Ela pediu passagem e eu cedi.
–Hey, bicudo. Venha aqui. –Escutei a professora. Olhei para ela, e olhei novamente para Natalia com um bico, que riu me empurrando para onde a professora estava. –Vamos ver... –Disse ela, ligando a música.
Escutei a música, e comecei a dançar, cantarolando algumas partes junto a música, meio que fazendo graça, e todos riam.
Harry Edward Styles
–Ai, preguiça. –Escutei a Ashley resmungar perto da Brunna, eu me aproximei dela
lentamente, por trás da Ashley, quando a Brunna ia falar algo, eu pedi silencio. Cutuquei o ombro da Ashley, mas ela nem fez menção de se virar.
–Quem é? –Ela perguntou, e eu não falei nada. Brunna me olhou com um sorriso, mas
ficou quieta. –Brunna, caramba! Me fala. –Disse ela brava. A olhei balançando a cabeça que não.
–Angel, se vira. –Disse ela, e Ashley bufou. –Vai, eu não vou te falar. –Disse ela
dando de ombros.
–Mas eu estou com preguiça. –Disse ela, preguiçosa. Ri baixo de sua fala. –Por que
você não pode me falar? –Perguntou, pelo visto ela iria teimar até a Brunna falar. –Me fala logo. –Disse ela, e Brunna riu. Eu juntei minhas mãos como se tivesse rezando, e disse sem soltar som nenhum.
–Não diz nada. Vai, por mim. –Disse, e ela riu. Assentindo e olhando para a Ashley, que percebi fazendo um bico.
–Se vira, Angel. –Disse a Brunna. Escutei a Ashley bufar, quando vi que ela iria se virar, me mexi, ficando atrás dela novamente.
–Cadê? –Ela perguntou olhando. Brunna ria. Senti alguém bater em minha bunda, e olhei,vendo que era a própria Brunna. Eu a olhei reprovando, ela apenas me deu alíngua. Ashley ia se virar novamente, e eu me mexi, quando ela se virou. –foi você?–Ela perguntou apontando o dedo para a Brunna.
–Como eu ia tocar seu ombro, e você não ver? –Perguntou Brunna, sem entender como ela faria isso.
–Simples. –Disse Ashley, e Brunna a olhou esperando uma explicação. –Quando eu piscasse você iria me tocar, e dizer que foi voc... –Antes que ela pudesse terminar, coloquei minha mão sobre seus olhos. –Quem é? –Ela perguntou para a Brunna que novamente riu. –Hum.... Tudo bem né, vamos descobrir... –Ela disse, senti suas
mãos, elas passaram pela minha perna, na minha coxa, no meu membro...Espera! Meu membro? Que menina tarada! –Já vi que é menino. –Disse ela, e Brunna me olhou sem entender. Ninguém havia visto o ato safado da Angel, que de anjo não tinha nada.
–Sou eu, princesa. –Sussurrei em seu ouvido, vi seus pelos se arrepiarem, e senti o
rosto de Ashley se mover, como se ela abrisse um sorriso.
–TIIIGRIITO! –Gritou ela animada, e eu ri. Tirando as mãos de seus olhos. –Foi você? –Ela perguntou, colocando a mão na cintura e batendo o pé, impaciente. Engoli em seco.
–Venhas dançar, tigrito. –Disse a professora, usando o apelido que a Ashley havia me dado.
–Só eu o chamo assim. –Disse Ashley fazendo um bico. Eu ri e fui até o meio do salão. Logo a música começou a tocar, e eu dancei.
Damon Salvatore
Lambi o pescoço da Danni, que se virou assustada para mim, mas ao me ver, semicerrou os olhos.
–Seu tarado! –Ela disse, brava, me fazendo rir. Olhei para ela com um bico.
–Eu não sou tarado não. –Disse, e ela me olhou com cara de bunda, mas aquelas bem fedidas mesmo. –Tire essa cara de seu rosto, ele te faz perder a beleza. –Disse, e ela me olhou indignada. –Voltando ao assunto, não sou tarado, apenas quero provar seu delicioso sangue. –Disse, e ela me olhou assustada.
–AAAAAAAAAAH! Um vampiro! Meu Damon Delicia, virou um VAAAAAAAAMPIRO! –Gritou Danni, algumas
pessoas olharam, até a Diretora, que olhava aquilo divertida. –CORRAM PARA AS COLINAS, LEVEM VERBANA, ALHO E TUDO DEMAIS, MAS ANTES... –Ela se virou para mim. –O que te faz mal? –Ela perguntou, e eu a olhei, com cara de entendiado. –É sério.
–Sem você, sem o seu amor. –Disse dando de ombros, e ela virou-se para todos novamente.
–MATEM-ME! FAÇO ESSE SACRIFICIO POR VOCÊS, MEUS POVOS E POVAS! –Ela gritou, e várias pessoas riam. –É SÉRIO! ESTAMOS FALANDO DO FUTURO! NÃO RIAM, ISSO É RUIM, RIR DO FUTURO! QUERO SÓ VER SE VAI FICAR UMA MERDA, E VOCÊS RIEM! SE VOCÊS MORREM, VOCÊS RIEM, SE VOCÊS ... AH! FAÇAM LOGO ESSE TRISTE SACRIFICIO, ANTES QUE EU DESISTA! –Gritou ela, e todos se entreolharam, caindo na gargalhada. Prendi o
riso, não queria rir da cara de mi namora.
–Amora, se esconde aqui. –Disse, abrindo meus braços. Ela me olhou com os olhos arregalados, e foi caminhando para trás.
–VOCÊ QUER ME MATAR, MI AMOORO! –Gritou ela, e eu a olhei entendiado. –EU NÃO CAIREI EM SEUS BRAÇOS, APESAR DE TER CAIDO EM SEU CORAÇÃO! –Disse ela, e eu a olhei fazendo uma expressão fofa.
–Eu te amo, amora. –Disse, e ela me olhou com um sorriso. Ela veio correndo e minha direção.
–Agora sim, posso cair em tentações! –Disse ela, apertando mais seus braços em torno de meu pescoço. Selando nossos lábios. –Amoro, me amas, como eu te amos? –Ela perguntou,olhei em seus olhos.
–Amo-te mais do que você, mi amora. Eu te amo, mais do que as gotas do oceano, mais do que as estrelas do céu, mais do que os diamantes do mundo, eu te amo, mais do que o brilho do sol, a beleza do amanhecer, eu te amo, mais do que a mim próprio. E você me atraí, mais do que um oposto atraí um outro, me atraí mais do que um imã pede a geladeira. –Disse, em um fôlego só. –Você é tudo para mim. –Disse, acariciando lhe a face. –Eu te amo. –Disse, e ela me tomou em um beijo calmo, romântico. Escutei algumas pessoas fazerem um "Own!" mas não me importei, só queria beija-la. Sentir a maciez de sua boca na minha.
–Apaixonado, venha dançar para a sua amada. –Disse a professora. Me separei de Danni, e olhei em seus olhos. E disse baixo, “Eu te amo”. Me separei dela, relutante e fui caminhando em direção ao meio do salão. Antes da música ser iniciada, mandei um beijo para a Danni, e a música começou a soar, e eu comecei a dançar.
Carlos Pena Jr.
–Que fofo. -Escutei Andressa comentar. A olhei com um bico. Eu sou fofo, e não o Damon. Olhei para a Diretora, ninguém parecia se importar mais com a presença da mesma ali na sala. Como se ela fizesse parte da sala de aula, até parte da nossa turma. Percebi a expressão da Diretora séria, ele queria dizer algo, provavelmente. -O que foi? -Escutei a voz de Andressa, e ela me olhava curiosa.
–O que será que a diretora queria dizer? -Perguntei, mas sabia que provavelmente Andressa não sabia. Só se ela tivesse feito algo. O que provavelmente ela não havia feito.
–Não sei. -Disse ela, olhando a Diretora, com o cenho franzido. como se ela estivesse a pensar. Mas é claro que ela estava a pensar, seu idiota!
–Deve ser algo sério. -Comentei, e ela me olhou sem entender nada, como se eu soubesse algo, o motivo, a razão da vinda da professora. -Pela expressão. -Disse dando de ombros. E ela fez uma cara, como se tivesse entendido.
–Senhor pensativo. -Disse a professora, e eu olhei para ela, que me olhava com um sorriso. -Sua vez, poderia nos dar a honrra de sua humilde dança? -Ela perguntou, e várias pessoas riram do jeito que ela havia falado.
–Preciso mesmo, dar a ti a honrra de minha dançar, Senhorita? -Perguntei, falando do mesmo jeito que ela. Que riu, revirando os olhos.
–Venha logo, Carlos. -Disse ela. Todos a olharam, estranhando o fato dela saber meu nome. Mas ela sabia, como sabia o de todos. Qual é, somos da realeza não podemos ficar inviseis na midia, sem se quisermos.
–Você sabe nossos nomes? -Perguntou Andressa surpresa.
–Sim. Sei de todos. -Disse ela dando de ombros. -Agoram venha carlos, dançar. -Disse ela simples
Autora
–Descobriram nossos planos. -A pessoa do outro lado da linha falava brava.
–Desculpe, devia ter sido mais cuidadoso. -Disse o homem.
–Devia, mas por não ter sido, vai ter de adiantar tudo. Ou preferes sofrer? -Falou a pessoa, e o homem ficou com medo.
–Por favor não. Eu cumprirei com o plano. -Disse o homem, e a pessoa do outro lado da linha sorriu maléfico.
–Acho bom mesmo. -Disse a pessoa, com a voz mais raivosa, mais perigosa. -Eu estou de olho, se você não cumprir sua promessa... -Disse a pessoa, e o homem arregalou os olhos. Sem saber o que fazer. -Eu estou te vendo. E digo, tome cuidado, você não sabe o que te pode acontecer. Disse, e riu maldosamente.
–Mas... -Antes que o homem pudesse dizer algo, foi-se escutado o sinal, indicando o fim da ligação. E aquelas palavras lhe ficaram na mente.
Enquanto isso, a pessoa olhava as noticias das princesas, sorriu maldosamente.
–Vocês não perdem por esperar, princesinhas. -Disse somente, amassando o papel e jopgando-o na laleira, vendo-o queimar. Lentamente. Em seus lábios, existia um sorriso, bem irônico.
Meu plano, logo logo iria ser feito, e as princesas... Essas, estão ferradas, pensou a pessoa, olhando o nada, soltando uma risada, assustadora.

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