–O que ta acontecendo? -Perguntei, e ela me olhou.
****
–Nada. -Sussurrou Sohpei, fechando os olhos. Ela estava fraca.
–Você comeu? -Justin perguntou preocupado.
–Não estou com fome. -Disse Sophie, e Justin se aproximou dela.
–Mas você tem de comer, criatura. -Ele disse estressado.
–N-Não briga comigo. -Disse Sophie, ficando de barriga para cima. Com os olhos fechados.
–Vem, você precisa comer. -Disse Justin, se aproximando de Sophie. Tirou a coberta dela, ela abriu os olhos surpresa, e viu Justin próximo demais a ela.
–O que vo... -Antes que ela pudesse falar algo, seus olhos pesaram e ela embarcou na insconciencia. Justin, em um ato desesperado pegou-a no colo, saindo do quarto.
Carolina Santiago Livemoor
Abracei Tyler com um sorriso. O professor estava pedindo para ficarmos quietos. Ficarmos, pois eu e o Tyler não paravamos de conversar.
–Duas cores. -Sussurrou ele no meu ouvido.
–Rosa ou azul. -Disse, olhando o professor demonstrando como se faza boca a boca.
–Duas cores. -Disse para ele, que me olhou com um sorriso.
–Vermelho e branco. -Ele sussurrou, e eu o olhei com um sorriso. -Vermelho do meu amor por você e branco pela paz do mundo. -Ele disse, e eu o olhei desconfiada. -É verdade. -Disse ele com as mãos para cima.
–Sei sei, que é verdade. -Disse, e ele riu, fazendo um ico. Em um instindo, eu dei um selinho rápido e simples nele.
–Eu acho que eu to começando a te amar... -Ele sussurrou, e eu paralisei. Ele iria me amar? E se eu não o amar? E se não der certo? E se der tudo errado? Fiquei distraida, de repente senti a pressão de seus lábios sobre os meus, e eu cedi a passagem para a sua língua. Como sempre, pois Tyler é irresistivelmente perfeito para mim. -Que foi? -Ele perguntou ao parar os beijos.
–Nada. -Disse, dando um sorriso falso para ele. Ele me olhou desconfiado, suspirei ele sabia que eu havia mentindo para ele.
–Fala a verdade. -Ele disse, e eu olhei nos olhos dele, receosa.
–Eu estou com medo de te amar, você é tão perfeito. -Disse, e ele me abraçou forte.
–Não precisa ter medo, eu vou te amar também, para que vai servir o medo? -Ele perguntou.
–Meus pais podem nos separar. -Disse, e ele me apertou mais forte em seus braços.
–Eu não vou me separar de você. -Ele disse, e olhou nos meeus olhos, beijando-me novamente.
Damon Salvatore
Danielle estava linda, toda delicada. Sorri para ela, e a chamei com o dedo indicador. Ela veio com um sorriso para perto de mim, e eu a abracei. Ela não havia visto o que eu havia dito para o idiota do Stefan.
Abracei ela forte, para ela não escapar tão cedo de mim Ela me abraçou na mesma intensidade, se apertando contra mim, senti seu cheiro entrando pelas minhas narinas.
–Você esta tão cheirosa. -Comentei com ela baixo, e ela me olhou com um sorriso.
–Eu nem passei perfume. -Ela falou olhando em meus olhos, e eu sorri para era. Era por isso que eu havia gostado do cheiro dela.
–Por isso que você esta cheirosa. É o seu cherio, não é de perfume nenhum. É um cheiro somente seu. -Disse e dei uma fungada no pescoço dela.
–Ai, para faz cocegas. -Ela disse, rindo. Eu repeti o gesto e escutei sua risada, o melhor som sonoro para os nossos momentos.
–Você é tão linda e cosquenta. -Disse, e dei um beijo no pescoço dela.
–Você é tão perfeito e observador. -Ela disse, beijando minha bochecha.
–Você é minha. -Disse, e dei um selinho nos lábios dela, sentindo o gosto de seus lábios.
–E você é totalmente meu. -Ela disse, e me deuum selinho, que eu logo fiz questão de aprofundar.
–Eu te amo. -Disse baixo, e ela me olhou nos olhos.
–Eu estou aprendendo a te amar. -Ela disse, e eu ri. Eu sei que um ela ela vai me amar, mas por enquanto, ela sendo minha, eu não me importo. Só não quero perde-la, pois ela é a minha vida. Ela é o meu tudo. Ela é a pessoa a quem eu desistiria de tudo, é quem eu quero até o resto, é aquela que eu quero para sempre na minha vida. É ela que eu quero casar, ter filhos e morrer, com o nosso feliz para sempre. Senti mais o seu cheiro, e dei um beijo no canto de sua boca, começando a prestar atenção no professor, abraçando a minha Dani contra o meu peito. Senti-la em meus braços, é tão mágico, é tão gostoso. Apoiei minha cabeça no seu cucurucu, sentindo seus macios cabelos na minha bochecha. Depositei um breve beijo ali.
Professor um tanto chato. Estava olhando-o, ele estava explicando primeiro como se faz para acordar uma pessoa se ela se afogar e ficar incosciente. Vi um garoto aparecer ao meu lado, e eu o olhei com um sorriso.
–Oi, sou COdy. -Ele disse, e eu sorri para ele, ele tinha uma cara de ser bom, aqueles caras certinhos, mas não sei se ele é de verdade.
–Eu sou Villian. -Disse, e ele fez uma careta estranha. Eu ri dele, será que é por causa do meu nome? Provavelmente não, eu já vi piores, como Raimundiz.
–Nome dificil. -Ele comentou, e eu fiz cara confusa. Meu nome era normal, pelo menos para mim, para minha mãe, para o meu pai, para as pessoas do reino.
–Nao é não. -Disse dando de ombros. Dessa vez, Cody riu. Eu revirei os olhos. Meu nome não é dificil, então não merece ser julgado, coitado dele. Vi que tinha uma garota me encarando com uma expressão nada boa. -Acho que tem alguém com ciumes. -Cantarolei, e Cody me olhou confuso.
–Como assim? Você tem namorado? Ele esta bravo? Ele é dos tipos saradão? Ele ta vindo ai? Ele vai me matar? -Ele perguntou, e eu arregalei os olhos, quantas perguntas.
–Não. É ela que esta. -Disse, indicando com a cabeça a garota, que ao ver Cody olhando-a cruzou os braços e arqueou a sobrancelha.
–Ah! A Ray. -Ele disse com um sorriso amigável no rosto. -Ela é a minha namorada. -Ele disse, e mandou um beijo para ela, que lhe deu o dedo educativo.
–Acho melhor você ir lá. -Disse, e ele riu nervoso. Ele se aproximou de mim, me dando um beijo na bochecha, e se virou para ir até ela, mas antes de ir se virou para mim.
–Foi um prazer conhece-la. Sei que seremos melhores amigos. -Ele disse, e sorriu animado com a ideia, dei de ombros com um sorriso. Quem sabia prever o futuro?
Vi ele indo em direção da sua namorada. Em seguida olhei ao redor, todos estavam em casais, menos um garoto me aproximei dele, percebi que ele notou minha presença.
–Oi. -Disse com um sorriso. -Sou Víllian. -Disse, estendendo a minha mão para ele.
–Sou Greyson. -Ele disse, pegando minha mão e depositando um beijo suave na mesma.
Cody Simpson
Me aproximei de Rayssa, que batia o pé impaciente, me esperando Engoli em seco, me preparando para o que ela iria falar. Cheguei perto dela, e ela me olhou co fúria no olhar.
–Quem é aquela vagaranha? -Perguntou, direta e reta. Ela estava esperando minha resposta, com uma sobrancelha arqueada.
–Ela é uma amiga. -Disse dando de ombros, e Rayssa se aproximou de mim, me assustando, me fazendo dar alguns passos para trás.
–FALA LOGO QUEM É ELA! -Ela gritou me assustando. Arregalei os olhos, ela se aproximou mais de mim, até estar cara a cara comigo.
–Uma amiga. -Disse dando de ombros, e ela me olhou assustadoramente ameaçadoramente normal. Engoli em seco. Coitada da Villian, ela não fez nada. -Coitada dela, ela não fez nada e você fica assim, até parece que vai mata-la. -Disse, e vi que não devia ter falado aquilo. Senti minha bochecha arder, em seguida pensei, Rayssa havia me batido! E bem forte, a mão dela deve ter ficado no meu rosto. -Aii... -Gemi. Ma sserá que ficou a mão dela no meu rosto? -Me empresta um espelho? -Pedi para ela, que me olhou sem entender, foi até onde suas roupas estavam arrumadinhas e trouxe um espelho para mim. Olhei minha bochecha, vendo os dedos de Rayssa na minha bochecha. Então sim, a mão dela tinha ficado. -Obrigado. -Disse entregando o espelho novamente para ela que foi guardar, esperei ela, acientemente. Quando ela voltou, ela me olhava ainda brava. -Doeeu, tá? -Disse, e ela bateu, um tapa fraco no mesmo lugar, fazendo arder. -IDIOTA! -Gritei, e Rayssa me olhou brava.
–DEFENDE ENTÃO SUA NOVA AMIGUINHA MESMO, CODY! TE ODEIO! -Gritou ela chamando a atenção de todos para nós dois.
–Raaaay... -Chamei-a manhoso, mas ela nem se virou. Bufei e comecei a segui-la.
–OS DOIS TRASTES VOLTEM AQUI! -Gritou o professor.
–EU SOU DA REALEZA E NAO SOU TRASTE, SE FOR É VOCÊ PROFESSOR DE QUINTA CATEGORIA! -Gritou Rayssa, e eu abri a boca surpreso.
–CALA BOCA, SUA MIMADA! -Ele gritou, e eu o olhei com raiva.
–VOCÊ NÃO TEM DIREITO NENHUM DE CHAMA-LA ASSIM, SEU PROFESSOR DE MERDA! -Gritei, e ele bufou me dando o dedo do meio.
Depois das respostas nada grossas do professor, do Cody e da Rayssa, os dois sairam dali. Rayssa saiu dali bufando e batendo o pé, sorte que ninguém entrou no caminho dela, se não estaria morto.
–Tudo bem, turma. -Disse o professor chamando a atenção para ele. -Vamos continuar com a aula. -Vocês entederam como faz o boca a boca não é? -Perguntu, e o Nik chegou perto de mim.
–É assim? -Ele perguntou, e começou a me beijar. E eu como não sou nada besta, retribui. Sua língua se enrroscava com a minha.
–Você capitou o jeito, mas sem a língua. Você provavelmente acabaria com o ar da pessoa e ela morreria. -Disse o professor, e Nik parou o beijo, e algumas pessoas riram.
–Estão prontos para entrar na água? -Ele perguntou, e ninguém respondeu. -Tudo bem, se for assim... -Ele disse dando de ombros, e se aproximou da Sharon a empurrando com tudo na água. Olhei mordendo os lábios para não rir dela.
–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! -Ela gritou assustada, um grito fino. Todos começaram a rir, e eu não me controlei começando a rir junto a eles.
–E agora quem esta pronto? -Ele perguntou, e imediatamento todos começaram a tirar as roupas, ficando com os biquinis. Olhei para Nik com um bico. Eu não queria entrar na água não.
–Não quero entrar na água não. -Sussurrei para ele, que me olhou pensativo. Ele coçou a cabeça, e suspirou. Provavelmente não tinha nenhuma ideia.
–Dessa vez to sem ideias. -Ele disse dando de ombros. -Mas podemos acelerar as coisas, não é? -Ele perguntou e me empurrou, por sorte estava sem a roupa, só de biquini. Fiz um bico.
–Seu mal. -Disse dando as costas para ele e começando a nadar paraesquentar meu corpo, a água estava gelada. Isso era bom, pelo menos ninguém urinou na água.
–Eu vou te pegar. -Ele disse, e eu comecei a acelerar as batidas que eu dava na água, para me distanciar logo de Nik.
James Maslow
Anne-Marri estava no canto da piscina, sem ser notada por ninguém, a não ser por mim. Me aproximei dela. A água fez ondas, batendo em seu corpo, fazendo-a tremer de frio.
–Quer que eu te esquento? -Perguntei com um sorriso, e ela me olhou assustada. Nem me viu chegando perto dela. Ela revirou os olhos.
–Não, estou bem sem você. -Ela disse dura, e eu sorri irônico para ela. Eu sorri quando um pensamento me invadiu a cabeça.
–Você gosta da água? -Perguntei, e seus olhos faiscaram para os meus confusa. Eu sorri para ela. -Responde. -Pedi, e ela deu de ombros.
–Gosto. -Ela deu de ombros. E eu sorri, me aproximei dela, abraçando-a apertado. Ela lutou para se afastar de mim, mas eu era mais forte.
–Entao você já gosta 70% de mim. -Disse, e ela revirou os olhos, parando de se debatar e deixando-se ser abraçada por mim, mas me surpreendi quando ela me abraçou de volta.
–Ainda com as cantadas? -Ela perguntou, baixo pela proximidade e meio abafado, por ela estar com o rosto escondido no meu peitoral.
–É que eu achei um infalível. -Disse, sorrindo convencido. Ela tirou o rosto do meu peito, e me olhou desconfiada. -Confia em mim. -Disse, e ela bufou. -Você faz coco na areia? -Perguntei, e ela revirou os olhos.
–É faço, pois no meu castelo não tem banheiro. -Ela disse irônica. -Claro que não, né seu besta! -Ela disse, dando um tapa fraco no meu peito. -Mas por que perguntou isso?
–É que eu te achei uma gata. -Eu disse, e ela me olhou confusa, depois que ela entendeu sua cara foi de compreensivel para privada.
Tirei minha roupa, e estava pronta para entrar naquela piscina que devia estar um gelo. Olhei para ela, e engoli em seco.
–Você é feita de açucar? -Escutei alguém perguntar para mim, olhei para trás vendo o professor arregalei os ohos. Ele iria me empurrar com toda a certeza.
–Não. -Disse, e ele riu. Me empurrando, esperei pelo baque na água, mas fiquei surpresa, eu não havia caido na água. Olhei a redor vendo Kevin.
–Alguém pediu uma ajudinha? -Ele perguntou com um sorriso. E eu balancei a cabeça, sorrindo fofa para ele. que devolveu o sorriso.
–Obrigada, você é o meu héroi. -Disse, e eu ia abraça-lo, mas ele estava molhando então fiz uma careta. Ele riu, e eu senti a presença de outro ser.
–Hey, eu que sou o seu herói. -Disse Nick, com um bico. Mordi o lábio, eu havia dito isso a ele? Ele me olhava fingindo estar magoado, e eu comecei a pensar no que eu poderia falar.
–Hey, fuja! Rápido! -Disse, e ele me olhou sem entender. -As formigas estão vindo. -Disse, e ele continuou confuso. -Elas sabem que você é o cara mais doce! -Disse, e ele revirou os olhos.
–Hahaha. -Ele disse, rindo irônico. -Vai, pode admitir que eu sou o seu heroe, ou eu te derrubo dai. -Ele disse, e eu fiz um bico.
–Quem foi que enganou vocês? -Perguntou uma voz, olhamos para trás, vendo Joe. -Eu que sou o heroe dela, não veem que eu sou bonito? -Perguntou ele. e todo mundo riu.
–Mas agora é sério, quem é o seu heroe? -Perguntou Nick, e Joe e Kevin me olhavam atentamente, Até que eu vi Ashley parando ao lado deles.
–Eu que sou a heroina predileta dela. -Ela disse dando de ombros. E os três olharam para ela, bravos. -Fala ara eles Brunna. -Disse, ela e todos me olhavam epserando a resposta.
–Vocês são o meu quarteto fantastico. -Disse, e logo senti a pressão da agua em mim, e quatro pessoas molhadas me abraçaram, fazendo-me esquentar.
Josh Devine
Olhei para todos os lados, e senti minhas bochechas corarem, ao perceber que a minha dupla na aula de culinária me encarava. Ela se aproximou de mim com um sorriso. Ela era linda, e seu sorriso iluminava o meu mundo.
–Oi. -Ela disse animada, e eu sorri para ela, meio envergonhado. -Você devia deixar a vergonha de lado. -Ela disse, dando de ombros.
–Err... Eu não consigo. -Disse, coçando a cabeça. Mordendo o meu lábio. E ela riu. -Oi. -Disse, depois e ela sorriu amplamente para mim.
–Como é seu nome mesmo? -Ela perguntou, e eu me senti um pouco mal, ela não lembrava meu nome. Ela viu que eu estava desanimado. -Não que eu tenha esquecido, eu só quero testar uma coisa. -Ela disse, e eu a olhei confusa. -Como o seu nome fica junto ao meu. -Ela disse, e eu senti minhas bochechas corarem.
–Ahm... E-Eu não d-devia falar isso? -Perguntei e ela riu, eu fiquei olhando-a, esperando sua explicação para a fala que ela havia dito.
–Se for esperar você, eu estarei morta. Mas se quiser, eu irei esperar. -Ela disse, dando de ombros. Com um sorriso timido, puxei-a para mim, dando um selinho ns lábios dela. Tentei pedir passagem, e ela cedeu. -Você até que beija bem. -Ela disse cotra os meus lábios.
–Você beija mais. -Disse contra os lábios dela. E ela riu, e eu continuei com os lábios no dela. O ar de repente fez falta e nós dois nos separamos, mas eu continuei a dar alguns selinhos nos lábios dela, com um pouco de vergonha.
Katheryn Miller Turner
–Vão nadando de cachorrinho. -Escutei aquele professor chato dizer, e revirei os olhos. Começando a nadar de cachorrinho, do jeito que ele pediu, mesmo sendo coisa de criança.
–Você não e vagalume mais sua bunda iluminou a minha vida. -Escutei dizerem, me virei dando de cara com o idiota do Diego. Suspirei pesado.
–Sai daqui seu idiota. -Disse simples, e ele riu ao meu lado. Ele começou a me acompanhar, ao meu lado. Do mesmo jeito e na mesma velocidade que eu.
–Gostou de me ver cozinhando? -Ele perguntou com um sorriso lindo... ESPERA! O que Eu to dizendo? Revirei os olhos. -Eu sou sexy, não sou? -Ele perguntou, e eu bufei. -Aquela proposta para nós, ainda esta de pé. -Ele sussurrou, e eu olhei para ele.
–Eu não iria ficar com alguém como você. -Disse dando um sorriso falso para ele. Ele me olhou com um bico. Em seguida revirou os olhos, me puxando para si.
–Mas nós somos perfeitos um para o outro. Não entende? -Perguntou, e eu bufei. -Eu e você poderemos ter belos filhos. -Ele disse se aproximando do meu rosto. -Podemos ter uma vida juntas. -Ele disse, e se aproximou mais ainda. -Podemos ser felizes. -Ele disse, e selou nossos lábios. No começo não cedi passagem a ele, mas em seguida cedi, e ele invadiu a minha boca com a sua língua. Senti sua mão descer para o meu bumbum e aperta-lo. Voltei para a realidade, e me separei dele.
–Não ouse fazer isso novamente. -Disse brava, e ele sorriu irõnico.
–Retribui o beijo, e diz que não quer mais. -Ele disse, e eu bufei, voltando a nadar, ignorando-o completamente.
Kendall Knight
Estava com Julieta ao meu lado. Ela havia tirado a roupa, ficado só de biquini. O professor havia nos chamado, para mostrar como faz boca a boca. Claro, que ele -idiota- fez isso nela. Naquele momento eu fiquei com raiva. Ciumes? Não sei. Em seguida ele mandou entrarmos na piscina. Julieta ficou meio receosa.
–O que foi? -Perguntei, e ela me olhou com um brilho no olhar. Medo? Sim, aparentemente. Ela abriu a boca, diversas vezes. -Pode confiar. -Disse, e ela sorriu fraco.
–Eu não sei nadar. -Ela falou, e fechou os olhos, com vergonha. Acariciei sua bochecha com o polegar, ela abriu um pouco os olhos.
–Eu te seguro. -Disse, e ela me olhou mordendo o lábio. -Pode confiar em mim, eu não vou te deixar cair. -Disse, e ela sorriu para mim.
–Por que esta fazendo isso por mim? -Perguntou, me olhando curiosa. Eu cocei a nuca. Como eu diria isso a ela? Por que eu te amo? Isso não seria demais? Eu nem a conheço direito... E ela nem me conhece direito...
–Por que eu me preocupo com as pessoas. -Disse, e vi ela ficar meio triste. -Principalmente com as que eu amo. -Sussurrei, mas acho que ela escutou, pois ela me olhou com um sorriso. Passei o dedo por seu lábio, em seguida a senti saindo de meus braços, e um barulho de água. Olhei desesperado para a água, a vendo afundar e se debater. -Eu vou te salvar! -Disse, pulando na água, e tentando tirar ela da piscina. Estava dificil, consegui pega-la quando ela ficou quieta. Percebi que ela havia ficado incosciente.
–Professor! -Gritei preocupado, desesperado. Ele apareceu ao meu lado.
–Ela desmaiou! -Disse, afobado e ele sorriu.
–Faça o que eu ensinei hoje. O boca a boca. -Disse ele, e eu olhei Julieta. Tire-a da água, e aproximei meus lábios do dela, fazendo o que o professor havia ensinado. Escutei uma tosse fraca. Cof Cof Cof... Era ela. Sorri abraçando-a.
–Tudo bem? -Perguntei, e ela me abraçou.
–Obrigada, Kendal, obrigada por me salvar, meu amor. -Ela susussurou, e eu a apertei mais contra mim. Ela havia me chamado de meu amor. Meus olhos deviam estar brilhando.
Gabriella Ryan Williams
Louis estava nadando com a Natalia, eles estavam felizes. Eu estava com Niall, pois a parceira dele, Samantha, auqela vagabunda estava com o meu parceiro. O MEU parceiro. Escutei Niall suspirar ao meu lado. Olhei para ele, e vi ele olhando para Samantha, que olhava Zayn, eles conversavam animados.
–Esqueça-a. -Disse, acariciando as costas dele. -Primeira regra de sorevivencia, não se apegue por ninguém, nem aquelas que você tem total cofiança, pois no final você acaba machucado. -Disse, encostando minha cabeça em seu ombro.
–É por isso que não esta sofrendo? -Ele perguntou baixo, e eu ri. Quem disse que eu não estava sofrendo? Niall continuava quieto.
–Eu estou sofrendo, mas apenas não demosntro. -Disse dando de ombros. Niall riu, e eu não estava entendendo o motivo do riso.
–Engraçado você dizer para mim não me apegar nos outros, mesmo você estando apegada. -Ele disse, e eu ri. Era algo confuso mesmo.
–Acho que você esta certo. -Disse, e ele riu. Um tom convencido, que Niall tinha as vezes, mas não deixava de ser fofo com isso.
–Eu sempre estou certo, gata selvagem. -Ele disse, me puxou para sua frente, me abraçando apertando. -Quando vai parar de doer? -Ele perguntou, colocando a minha mão no seu coração.
–Quando você morrer? -Perguntei, e ele riu. Encostei meu queixo em seu peito, me fazendo olhar direito para o seu rosto tristonho.
–Então... Será que você teria uma arma? -Ele perguntou, e eu ri. Neguei com a mesma, e ele riu. Quem tinha uma arma na piscina?
–E você, teria uma dose de suicidio? -Perguntei, e ele riu. Negando com a cabeça, e me apertando ainda mais em seus braços. -Vamos fazer um trato? -Perguntei, de repente.
–Qual? -Ele perguntou curioso, eu via isso em seu olhar. Suspirei e olhei Samantha e Zayn, as vezes ele olhava para cá, para nós. Parecia com ciumes.
–Vamos tentar esquece-los? -Perguntei, e ele Niall me olhou rápido. Com um sorriso fraquinho, ele acariciou minha cintura.
–Como? -Perguntou, e eu fiz um bico pensando, e Niall repetiu o meu gesto. Dei uma olhada rápida para os dois, e vi eles nos olhando com ciumes, com triseza e ódio.
–Vamos fingir sermos fortes, não demonstrar mais querer eles. -Disse dando de ombros, e ele sorriu para mim. Pela primeira vez, feliz. Um feliz falso.
–Assim? -Perguntou, e eu assenti rindo. Fiz um sorriso igual ao dele, e olhei Zayn ele estava beijando Samantha. Suspirei, e não deixei meu sorriso vacilar.
–Vamos nadar. -Disse, e ele assentiu. Me largou e começamos a nadar como o professor havia pedido. E assim foi se passando a aula, lentamente, com os gritos chatos do professor, as palhaçadas de Niall, mais gritos do professor, nadando, mais gritos do professor, mais beijos do Zayn e da Samantha, mais gritos, até que o professor nos mandou ir para o vestiário.
–Olha aqui, eu não permiti você ficar com o Niall, o meu Niall. -Disse Samantha na minha frente.
–E eu não deixei você ficar com o Zayn, mas você ficou, e fez pior que eu, então cala a boca e me deixa em paz. -Disse me virando, mas antes olhei nos olhos dela. -Espero que esteja contente, você o magoou, e agora ele te esqueceu, para sempre. -Disse e me virei pronta para me arrumar, pois teria outra aula de sei lá o que pos a diretora ainda não falou.
Quase morri quando vi isso lá no Nyah!!!!!!!!
ResponderExcluirClaro que eu vou acompanhar!!
Danni